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	<title>Arquivos Pontos Turísticos - Portal do Ipiranga</title>
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	<description>História, diversão, comércio e juito mais</description>
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	<title>Arquivos Pontos Turísticos - Portal do Ipiranga</title>
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		<title>Artesanato</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/artesanato-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 01:58:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pontos Turísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feira de Artesanato do Ipiranga &#8211; Feira permanente, que acontece todo sabado, das 9h00 às 16h00, na Praça Padre Pedro Balint, composta por 180 expositores, divididos em Artesanato e Alimentação.</p>
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<ul class="wp-block-list"><li> <a href="http://www.independenciaoumorte.com.br/node/1581">Feira de Artesanato do Ipiranga </a>&#8211; Feira permanente, que acontece todo sabado, das 9h00 às 16h00, na Praça Padre Pedro Balint, composta por 180 expositores, divididos em Artesanato e Alimentação. </li></ul>
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		<title>Zoo Safari de São Paulo</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/zoo-safari-de-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 01:58:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pontos Turísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O parque foi reaberto em 2001 sob os cuidados da Fundação Zoológico, com quase todas as suas característica originais. A exceção é que, ao invés de todos os bichos passearem livremente como antes, os mais ferozes (leões e ursos) são separados dos visitantes por uma tela – mas continuam soltos dentro desse limite. Até mesmo [&#8230;]</p>
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<p>O parque foi reaberto em 2001 sob os cuidados da Fundação Zoológico, com quase todas as suas característica originais. A exceção é que, ao invés de todos os bichos passearem livremente como antes, os mais ferozes (leões e ursos) são separados dos visitantes por uma tela – mas continuam soltos dentro desse limite. Até mesmo os tigres já podem receber visitas: o espaço reservado para eles está pronto e o público tem a oportunidade de conhecer as espécies siberianas por meio de um alambrado. O percurso é de aproximadamente quatro quilômetros.</p>



<p>A área de 100 mil metros quadrados, que continua abrigando também girafas, macacos, zebras, camelos e hipopótamos. Uma peculiaridade do local, o único do gênero na América do Sul, é o fato de que praticamente todos os seus “habitantes” nasceram lá mesmo. O parque possui cerca de 350 bichos de diversas espécies.</p>



<p>Bom para crianças a partir de 3 anos. Fica na Avenida do Cursino, 6338 &#8211; Telefone: (11) 2636-2131</p>
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		<item>
		<title>Santuário de Santa Edwiges</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/santuario-de-santa-edwiges/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 01:57:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pontos Turísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dia 16 de outubro é dedicado à Santa Edwiges, conhecida como protetora dos pobres e dos endividados. O Santuário é um local de celebração da Fé e de encontro. Todos os meses o Santuário Santa Edwiges torna-se um centro de experiência de Deus. São milhares de pessoas que vêm de lugares distantes para fazer [&#8230;]</p>
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<p>O dia 16 de outubro é dedicado à Santa Edwiges, conhecida como protetora dos pobres e dos endividados.</p>



<p>O Santuário é um local de celebração da Fé e de encontro.</p>



<p>Todos os meses o Santuário Santa Edwiges torna-se um centro de experiência de Deus. São milhares de pessoas que vêm de lugares distantes para fazer a sua devoção e demonstrar a Fé no Senhor. Mostram também seu amor a Santa Edwiges.</p>



<p>Muitos procuram confessar-se e retomar a comunhão com o Senhor. Isto é crescimento interior que faz bem para toda a vida. Também fazem sua oferta nas mãos de Santa Edwiges, protetora das famílias, dos pobres, dos desempregados. No mês de abril foram distribuídas quase 500 cestas básicas para famílias necessitadas. Isto tudo é sinal do Senhor.</p>



<p>Rua Estrada das Lágrimas, 910 &#8211; Sacomã &#8211; São Paulo (SP)<br>Fone: (11) 2274-2853 &#8211; Fax (11) 6215-6111</p>



<p>____________________________________________________________</p>



<p>Edwiges nasceu na Alemanha medieval. Casou-se com o príncipe da Silésia, que hoje pertence à Polônia, e teve seis filhos. Depois da morte do marido e dos filhos, entrou para o mosteiro. Dedicou-se a ajudar os carentes e, com seu próprio dinheiro, construiu hospitais, escolas, igrejas e conventos. Ganhou fama de santa dos endividados ajudando detentos da região. Ela descobriu que muitos estavam presos porque não tinham como pagar suas dívidas. Foi reconhecida pela Igreja Católica em 1267.</p>



<p>Santa Edwiges nasceu em 1174 na Alemanha. Filha de nobres, foi criada em ambiente de luxo e riqueza, o que não a impediu de ser simples e viver com humildade. O seu bem maior era o amor total a Deus e ao próximo.</p>



<p>Aos 12 anos ela se casou com Henrique, príncipe da Silésia (um dos principados da Polônia medieval e atual região administrativa da Polônia), com quem teve seis filhos, sendo que dois deles morreram precocemente. Culta, inteligente e esposa dedicada, ela cuidou da formação religiosa dos filhos e do marido.</p>



<p>Mulher de oração, vivia em profunda intimidade com o Senhor. Submetia-se ao sacrifício de jejuns diários, limitando-se a comer alguns legumes secos nos Domingos, Terças, Quintas e Sábado. Nas Quartas e Sextas-feiras somente pão e água. Isto sempre em quantidade limitada, somente para atender as necessidades do corpo.<br>No tempo do Advento e da Quaresma, Edwiges se alimentava só para não cair sem sentidos. O esposo não aceitava aquela austeridade. Numa Quarta-feira de Quaresma ele esbravejou por haver tão somente água na mesa sendo que ele só bebia vinho. Edwiges então ofereceu-lhe uma taça, cujo líquido se apresentou como vinho. Foi um dos muitos sinais ou milagres que ela realizou.</p>



<p>Algum tempo depois Edwiges caiu vítima de uma grave enfermidade. Foi preciso que Guilherme, Bispo de Módena, representante do Papa para aquelas regiões, exigisse com uma severa ordem a interrupção de seu jejum. A Santa dizia que isto era mais mortificante do que a sua própria doença.</p>



<p>Dedicou toda sua vida na construção do Reino de Deus. Exerceu fortes influências nas decisões políticas tomadas pelo marido, interferindo na elaboração de leis mais justas para o povo.<br>Junto com o marido construiu Igrejas, Mosteiros, Hospitais, Conventos e Escolas. Por isto, em algumas representações a Santa aparece com uma Igreja entre as mãos.</p>



<p>Aos 32 anos, fez votos de castidade, o que foi respeitado pelo marido. Quando ficou viúva, foi morar no Mosteiro de Trebnitz, na Polônia, onde sua filha Gertrudes era superiora. Foi lá que Edwiges deu largos passos rumo à santidade. Vivia com o mínimo de sua renda, para dispor o restante em socorro dos necessitados. Ela tinha um carinho especial pelas mulheres e crianças abandonadas. Encaminhava as viúvas para os conventos onde estariam abrigadas em casos de guerra e as crianças para escolas, onde aprendiam um ofício. Era misericordiosa e socorria também os endividados. Em certa ocasião, quando visitava um presídio, ela descobriu que muitos ali se encontravam porque não tinham como pagar as suas dívidas. Desde então, Edwiges saldava as dívidas de muitos e devolvia-lhes a liberdade. Procurava também para eles um emprego. Com isto eles recomeçavam a vida com dignidade, evitando a destruição as famílias em uma época tão difícil como era aquela do século 13. E ainda mantinha as famílias unidas.</p>



<p>Assim, Santa Edwiges, é considerada a Padroeira dos pobres e endividados e protetora das famílias. Sua morte ocorreu no dia 15 de outubro de 1243. E foi canonizada no dia 26 de março de 1267, pelo Papa Clemente IV. Como no dia 15 de Outubro celebra-se Santa Tereza de Ávila, a comemoração de Santa Edwiges passou para o dia 16 de Outubro. Modelo de esposa, celibatária e viúva, a Santa não faltava à Missa aos Domingos, e isto ela pede aos seus devotos: mais amor a Jesus na Eucaristia e auxílio aos necessitados.</p>



<p>Mosteiro de Kitzingen</p>



<p>O convento de Kitzinger foi fundado no tempo de São Bonifácio, por volta do ano de 750 e ficou conhecido como educandário para moças. A fundadora deste centro foi Santa Hadeloga, cujo culto foi particularmente intenso no século 12, quando foi escrita sua biografia. A forma definitiva da Abadia de Kitzingen foi dada por sua sucessora, a Priora Santa Tecla, falecida pelo ano 790. O programa de estudos e educação nas escolas conventuais, especialmente para moças, foi baseado nas instruções pedagógicas de São Jerônimo e aplicado nas escolas das Ordens religiosas por vários séculos. Este famoso Doutor da Igreja, grande erudito nas Sagradas Escrituras e fundador de comunidades monásticas femininas não deixou um sistema completo de formação para a vida religiosa, mas sim orientações pedagógicas. Quando, em 1817, o Concílio de Aquisgrana publicou suas deliberações sobre a educação religiosa feminina nos conventos, as recomendações de São Jerônimo constituíram as bases da educação para as moças nas escolas conventuais até os inícios do século XIX. O processo de formação envolvia a educação religiosa, intelectual e prática.</p>



<p>Edwiges permaneceu naquele convento quase sete anos. Neste tempo esteve em contato direto com o estilo beneditino de vida, inspirado em São Bento de Núrcia e Santa Escolástica, sua irmã. Isto significa: vida comum, orações freqüêntes durante o dia, meditação, leitura diária da Escritura, leitura durante as refeições e, sobretudo, uma liturgia solene, que envolvia a mente e o coração de todos.</p>



<p>As alunas aprendiam a língua latina para participarem da leitura em comum dos Salmos e outras leituras. Liam também as obras dos santos escritores dos primeiros séculos da Igreja, chamados os Pais ou “Padres da Igreja”, que mostravam os modos de viver, concretamente, a Palavra da Bíblia.</p>



<p>A respeito do estudo da Sagrada Escritura, lemos na biografia de Santa Edwiges: “Na sua mocidade ela estudou no Mosteiro de Kitzingen a Sagrada Escritura. Desta forma ela conseguia compreender e ordenar seus afazeres de cada dia. A Bíblia foi para ela fonte de consolação interior e de devoção.” É bom lembrar que, nesta época, o analfabetismo era a norma comum, sendo muito difícil encontrar uma mulher que soubesse ler e escrever e que tivesse formação. Assim, Edwiges e outras de seu tempo tiveram a felicidade de viver em um ambiente favorável à cultura e ao pensamento.</p>



<p>O aproveiramento dos talentos de nossa Santa Edwiges foi estimulado pela convicção de que “A santidade da vida, unida ao saber, garante à alma maior glória dos céus”, conforme suas próprias palavras.</p>



<p>Além de estudar e aprofundar-se nas devoções de sua época, Edwiges encontrou no Mosteiro de Kitzingen vários conhecimentos práticos, tais como a arte de escrever com cuidado e aplicação as chamadas “iluminuras”. Estas eram decorações que se faziam nos livros, todos escritos à mão pois não havia sido inventada a impressa ainda. As iluminuras eram desenhos de letras e decorações das mais diversas formas, geralmente muito pequenas e delicadas, mas de grande beleza.</p>



<p>Além das iluminas Edwiges aprendeu a execução de bordados artísticos. Outra habilidade aprendida por Edwiges foi o canto vocal e a execução de vários instrumentos da época. E junto a tudo isto ela foi instruída a cuidar de uma casa, o que significava ser responsável por vários empregados; aprendeu a cuidar de doentes e administrar hortas e jardins que davam os frutos para o consumo das pessoas e animais, bem como eram fontes de remédios.</p>



<p>Edwiges alcançou uma excelente formação humana, cultural e religiosa no Mosteiro de Kitzingen. Sua biografia oficial apresenta a avaliação de seu aproveitação com a expressão latina “bene literata”, o que quer dizer que ela expressava ótimos conhecimentos culturais.</p>



<p>Nossa Santa Padroeira levou por toda a vida uma forte influência deste período de educação. Uma de suas mestras, chamada Petrissa, foi nomeada por Edwiges, vinte anos depois, Abadessa do Mosteiro de Trzebnica.</p>



<p>Em Kitzingen esteve também a irmã mais nova de Edwiges, de nome Mechtilde, chegando a ser Priora (uma das superioras do Convento). E neste Mosteiro existe, conforme os registros datados de 1522, as relíquias de nossa Santa Edwiges, Padroeira da Silésia.</p>
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		<title>Rodovia Anchieta &#8211; Ligação entre São Paulo e a Baixada Satista</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/rodovia-anchieta-ligacao-entre-sao-paulo-e-a-baixada-satista/</link>
		
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		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 01:57:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pontos Turísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Rodovia Anchieta (SP-150) faz a ligação entre a capital paulista, São Paulo e a Baixada Santista onde fica o Porto de Santos, passando pelo ABC Paulista. É uma das vias de maior movimentação de pessoas e de mercadorias de todo o Brasil, bem como a Rodovia dos Imigrantes, que constitui o mesmo sistema da [&#8230;]</p>
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<p>A Rodovia Anchieta (SP-150) faz a ligação entre a capital paulista, São Paulo e a Baixada Santista onde fica o Porto de Santos, passando pelo ABC Paulista. É uma das vias de maior movimentação de pessoas e de mercadorias de todo o Brasil, bem como a Rodovia dos Imigrantes, que constitui o mesmo sistema da Via Anchieta. Faz parte do sistema BR-050, que liga Brasília a Santos. A rodovia é o maior corredor de exportação da América Latina.</p>



<p>Essa rodovia foi autorizada em lei em 4 de janeiro de 1929 pelo presidente de São Paulo Júlio Prestes, foi iniciada em 1939 pelo interventor Adhemar Pereira de Barros e por ele concluída, quando governador do estado, em 1949.</p>



<p>Durante o período do Estado Novo, sob o governo do então presidente da República Getúlio Vargas, o projeto de construção de custos altíssimos levou o governo a considerar a obra desnecessária. Inaugurada em 1947, a rodovia foi considerada uma obra-prima da engenharia brasileira da época, dada a arrojada transposição da Serra do Mar por meio de sistemas funiculares. Em 1969, uma decisão do governo do estado de São Paulo concedia à Dersa, empresa estatal, o direito de explorar o uso da rodovia. Em 1972 são instalados os primeiros pedágios, ainda no trecho de São Bernardo do Campo. Em 29 de maio de 1998 a rodovia foi privatizada pelo então governador Mário Covas juntamente com a Rodovia dos Imigrantes através de uma licitação em que a empresa Ecovias, formada por um consórcio de empresas privadas, recebeu a concessão por um período de 20 anos para a operação e manutenção de todo o Sistema Anchieta-Imigrantes.</p>



<p>Segundo dados da Dersa, de 1972 a 1998, quase cento e cinco milhões de veículos passaram por seus pedágios.</p>



<p>A Curva da Onça, situada no km 43 da pista descendente da Via Anchieta é o trecho mais perigoso do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), com altos índices de acidentes.</p>
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		<title>Planetário Mundo Estelar</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/planetario-mundo-estelar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 01:56:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pontos Turísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além da sala do Planetário, propriamente dito, o local conta com uma reprodução tridimensional do sistema solar e 132 painéis que narram a evolução do homem com relação à conquista espacial. A cúpula, que se posiciona sobre a platéia, exibe estrelas, cometas, planetas e asteróides durante uma apresentação do Universo e do Sistema Solar. Há [&#8230;]</p>
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<p>Além da sala do Planetário, propriamente dito, o local conta com uma reprodução tridimensional do sistema solar e 132 painéis que narram a evolução do homem com relação à conquista espacial.</p>



<p>A cúpula, que se posiciona sobre a platéia, exibe estrelas, cometas, planetas e asteróides durante uma apresentação do Universo e do Sistema Solar.</p>



<p>Há diferenciação entre a programação Kids (para crianças de 2 a 6 anos de idade) e a Infantil (7 a 10): enquanto a primeira possui uma linguagem mais simples e é mais curta, dura 30 minutos, a segunda, é mais elaborada e dura cerca de 50 minutos.</p>



<p>Neste local a criança visualiza uma parte do Universo e aprende sobre sua evolução ao mesmo tempo.</p>



<p>Para os pequenos que já estão acostumados com a rotineira poluição paulista, que não permite a vizualização de estrelas, este é um bom programa.</p>



<p><a href="http://www.independenciaoumorte.com.br/node/1783">Planetário Mundo Estelar</a>&#8211; Rua Huet Bacelar, 407 &#8211; Ipiranga Telefone: 2273-5500</p>



<p><strong>Observação Importante</strong>: recebemos notícias de que esse ponto turístico encontra-se fechado. Caso haja maiores informações, ficaremos contentes em poder divulgar.</p>
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		<title>Parque Zoológico de São Paulo</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/parque-zoologico-de-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 01:55:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pontos Turísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Poucas experiências são tão significativas para adultos e crianças quanto uma visita ao Zoológico. Apreciar a diversidade da fauna cria um vínculo poderoso e universal com a natureza. Aproximadamente 10% da população do mundo visita um zoológico ou aquário a cada ano. Desde sua abertura em 1958, o Zoológico de São Paulo já recebeu mais [&#8230;]</p>
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<p> Poucas experiências são tão significativas para adultos e crianças quanto uma visita ao Zoológico. Apreciar a diversidade da fauna cria um vínculo poderoso e universal com a natureza. Aproximadamente 10% da população do mundo visita um zoológico ou aquário a cada ano. Desde sua abertura em 1958, o Zoológico de São Paulo já recebeu mais de 78 milhões de visitantes, sendo 1.600.000 em 2002. Localizado em uma área de 824.529 m2 de Mata Atlântica original, o Parque aloja nascentes do histórico riacho do Ipiranga, cujas águas formam um lago que acolhe exemplares de aves de várias espécies, além de aves migratórias. Assim como o lago, a mata abriga animais nativos de vida livre, formando uma maravilhosa fauna paralela. Através da exibição de mais de 3.200 animais, representando 95 espécies de mamíferos, 179 espécies de aves, 74 espécies de répteis, 5 espécies de anfíbios e 2 espécies de invertebrados, em recintos e terrários amplos e semelhantes ao habitat natural, o zoológico de São Paulo promove a conscientização do público sobre a variedade e diversidade das formas de vida sobre a Terra. </p>
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		<title>Parque da Independência</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/parque-da-independencia-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 01:54:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pontos Turísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O grande destaque do Parque é o conjunto formado pelas fontes e pelo jardim francês. Os chafarizes que compõem a fonte, projetados para as comemorações do ano de 1922 (centenário da Independência do Brasil) foram restaurados em 2004 e encontram-se em pleno funcionamento. O Parque é um marco histórico nacional, localizado na Colina do Ipiranga, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O grande destaque do Parque é o conjunto formado pelas fontes e pelo jardim francês. Os chafarizes que compõem a fonte, projetados para as comemorações do ano de 1922 (centenário da Independência do Brasil) foram restaurados em 2004 e encontram-se em pleno funcionamento. O Parque é um marco histórico nacional, localizado na Colina do Ipiranga, de onde D. Pedro I declarou a independência do país em 1822. Em sua área localiza-se ainda o Museu Paulista, de propriedade da USP, e uma estátua em homenagem ao &#8220;grito do Ipiranga&#8221;, de autoria do italiano Ettore Ximenez.</p>



<p>Área<br>161.300m²</p>



<p>Ano de Criação<br>1989</p>



<p>Fauna<br>periquito-verde, bem-te-vi, sabiá, sanhaço, tico-tico, pardal, coruja-orelhuda, cambacica, rolinha, anu-branco, corruíra, gambá e sagüi-de-tufo-branco.</p>



<p>Flora<br>jardins francês, topárias de buxos, azaléias, rosas, palmeiras, ciprestes, guapuruvu, pau-ferro, sapucaia, cedro, figueira, araribá e árvores frutíferas.</p>



<p>Particularidades<br>O Parque Independência é um marco histórico nacional. Na Colina do Ipiranga, junto ao Riacho do Ipiranga, D. Pedro I declarou o país independente de Portugal em 1822. O Parque abriga o Museu Paulista, mais conhecido como Museu do Ipiranga, além de uma estátua em homenagem ao Grito do Ipiranga, de autoria do italiano Ettore Ximenez. Um jardim projetado em estilo francês une o museu e o monumento aos outros edifícios existentes no local, que abrigam um viveiro de plantas e um museu de zoologia.</p>



<p>Av. Nazareth, s/n &#8211; Ipiranga<br>Fone: (11)2273-7250<br>Funcionamento: 5h às 20h</p>
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		<title>Parque de Ciência e Tecnologia da USP</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/parque-de-ciencia-e-tecnologia-da-usp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 01:53:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pontos Turísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.independenciaoumorte.com.br/parque-de-ciencia-e-tecnologia-da-usp/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Parque CienTec é uma instituição que oferece entretenimento educativo e de qualidade para crianças, jovens a adultos. Por meio de seus diferentes passeios, demonstrações e experiências, a ciência e a tecnologia ficam muito mais próximas do visitante, que aprende enquanto se diverte e se diverte enquanto aprende. Programas educacionais orientados e um ambiente privilegiado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Parque CienTec é uma instituição que oferece entretenimento educativo e de qualidade para crianças, jovens a adultos.</p>



<p>Por meio de seus diferentes passeios, demonstrações e experiências, a ciência e a tecnologia ficam muito mais próximas do visitante, que aprende enquanto se diverte e se diverte enquanto aprende.</p>



<p>Programas educacionais orientados e um ambiente privilegiado e circundado por Mata Atlântica permitem ao Parque CienTec oferecer aos seus visitantes uma alternativa moderna para o aprendizado da ciência, da tecnologia e da cultura humanística em geral.</p>



<p>O CienTec-USP é um órgão vinculado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade de São Paulo.</p>



<p>O CienTec-USP é um órgão vinculado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade de São Paulo, tendo como objetivo proporcionar para a população a realização de atividades de cultura e lazer da melhor qualidade. Com um aprendizado espontâneo, por meio de programas educacionais orientados, e num ambiente privilegiado e circundado por mata nativa, o Parque oferece uma alternativa moderna para o aprendizado da ciência, da tecnologia e da cultura humanística em geral.</p>



<p>Obs.: As visitas serão realizadas de terças-feiras a sextas-feiras e excepcionalmente nos outros dias da semana.</p>



<p>Os agendamentos devem ser feitos pelo telefone: (11) 5077-6312, com Luciane.</p>



<p>As atividades são divididas nos blocos abaixo, todos com duração aproximada de 3 horas e início às 9h00 e às 14h00.</p>



<p>Atrações Oferecidas:</p>



<p>Alameda do Sistema Solar</p>



<p>Conjunto de esculturas artísticas ilustrativas que representam o Sistema Solar completo, a Lua, a Terra em três períodos geológicos diferentes, estrutura interior do Sol e da Terra.</p>



<p>A Alameda do Sistema Solar tem duração aproximada de 30 minutos. É oferecida aos alunos do ensino fundamental, médio e também ao público em geral.</p>



<p>Exposição de Matemática</p>



<p>A Exposição Interativa de Matemática é um réplica da Exposição Permanente de Matemática da Estação Ciência. São cerca de 100 experimentos, baseados na Exposição Francesa Maths 2000 (Museu Cité des Sciences et I&#8217;Industrie La Villette, Paris) e complementados com apoio do Instituto de Matemática e Estatística da USP. Todos os experimentos são interativos, o que convida o visitante a explorar e pensar os fundamentos da matemática, confrontando-os com aspectos do cotidiano e com outras áreas como, por exemplo, estimar a quantidade de votos de uma eleição.</p>



<p>É uma atividade para todas as idades, pois se trata de um conjunto de experimentos em diferentes mesas, sendo que cada mesa tem conteúdos que atendem uma diferente faixa etária ou complexidade.</p>



<p>Mini bacia hidrográfica com vertedouros</p>



<p>Conheça o belíssimo lago do Parque de Ciência e Tecnologia, o qual é abastecido por nascentes do riacho do Ipiranga. O nome &#8220;Parque Estadual das Fontes do Ipiranga&#8221; é devido às nascentes deste riacho. Nestas margens, foi declarada a Independência do Brasil (o grito de Independência).</p>



<p>Neste local são abordados diversos assuntos: ciclo da água, fauna e flora do parque, histórico da região, a importância da qualidade da água na vida cotidiana entre outros. Esse roteiro abrange a interdisciplinaridade entre várias áreas da ciência, trabalhando a educação ambiental de uma forma diferente, com discussões críticas.</p>



<p>Em breve, teremos novas atividades dentro desta área.</p>



<p>A mini bacia hidrográfica com vertedouros tem duração média de 30 minutos. A atividade é voltada para ensino fundamental, médio e público em geral.</p>



<p>Espaço Geofísica</p>



<p>Será proferida palestra sobre a estrutura interna do nosso Planeta Terra, sua história geológica, sua dinâmica (planeta vivo), o que é a Geofísica, e um breve relato das atividades desenvolvidas pelo geofísico.</p>



<p>• Apresentação de instrumentos (sismógrafos, magnetômetro, eletroresistivímetro, GPS, etc).<br>• Painéis: como encontrar riquezas no subsolo (água, petróleo e gás natural, jazidos minerais, etc); sismos no Brasil desde 1560.<br>• Experiências: geofone, prospecção eletromagnética, GPS, magnetização de rochas, etc.<br>• Programas didáticos com uso do computador.<br>• Exemplificação do mercado de trabalho para o Geofísico.</p>



<p>O Espaço Geofísica tem duração média de 2 horas. A atividade é voltada para alunos a partir da 5ª série, universitários e público em geral. O limite é de até 40 pessoas por sessão e, quando se tratar de escolas, exige-se a presença de 2 professores ou monitores.</p>



<p>Estação Metereológica</p>



<p>Apresentação de audiovisual no auditório mostrando:</p>



<p>• Meteorologia e seus objetivos;<br>• Equipamentos e instrumentos usados para observar e medir a atmosfera;<br>• Formação de nuvens e fenômenos por elas produzidos;<br>• Tempestades, relâmpagos e trovões, granizo, tornados e furacões.</p>



<p>Visitas ao Cercado Meteorológico (externo) com instrumentos que ali se encontram e à sala de observações (interna), com demais instrumentos.</p>



<p>O limite é de até 40 pessoas e, quando se tratar de escolas, exige-se a presença de 2 professores ou monitores.</p>



<p>Observações:<br>• Não haverá audiovisual para grupos com menos de 10 pessoas.<br>• Havendo precipitação (chuva) no dia da visita, o item 2 poderá ser suspenso.</p>



<p>Espaço Astronomia</p>



<p>São abordados os seguintes tópicos:</p>



<p>• Apresentação<br>• Visita ao telescópio<br>• Observação do Sol (se as condições atmosféricas permitirem)<br>• Bate-papo sobre temas astronômicos: origem do universo, sistema solar, estrelas e constelações, etc.</p>



<p>O limite é de até 40 pessoas e, quando se tratar de escolas, exige-se a presença de 2 professores ou monitores.</p>



<p>Laboratório de Óptica &#8211; Oficina de fotografia com latas</p>



<p>Oficina em que é mostrado o princípio da fotografia através da câmara de orifício. É apresentada uma breve introdução do processo de formação de imagens na câmara escura e do registro da imagem no papel fotográfico. Após esta apresentação cada aluno poderá tirar uma foto com uma máquina fotográfica construída com lata de tinta e acompanhar o processo de revelação em um laboratório.</p>



<p>O Laboratório de Ótica tem duração aproximada de 2 horas. É voltada para alunos a partir da 5ª série, universitários e interessados em geral.</p>



<p>O manual &#8220;Fotografia com Latas&#8221; pode ser baixado AQUI. (1,21Mb em PDF, requer Acrobat Reader ou similares)</p>



<p>Laboratório de Óptica &#8211; Investigando o ôlho humano</p>



<p>Consiste em uma oficina em que é mostrado o princípio da formação de imagens por refração utilizando experimentos simples que visam o entendimento da formação de imagens pelo olho humano.</p>



<p>Nesta oficina são abordados os seguintes tópicos:<br>• Breve introdução teórica do processo de formação de imagens por refração;<br>• Formação de imagens pelo olho humano;<br>• Os defeitos da visão e como corrigi-los com o auxílio de lentes;<br>• Funcionamento de determinados instrumentos ópticos;<br>• Simulação da correção de um olho míope com experimentos práticos.</p>



<p>O Parque</p>



<p>O Parque CienTec foi criado para atender as seguintes propostas:</p>



<p>MISSÃO:</p>



<p>Atuar na difusão da ciência e da tecnologia, de modo a promover o desenvolvimento sócio-econômico do país, instruindo e despertando vocações para aquelas áreas. Ser um centro de excelência para a difusão do conhecimento nas áreas científico-tecnológicas, promovendo seu constante aprimoramento em parceria com centros internacionais, setor privado e o terceiro setor.</p>



<p>OBJETIVOS:</p>



<p>Participar do desenvolvimento sócio-econômico do país, divulgando a ciência e a tecnologia junto à população de forma descontraída, divertida e interessante, visando despertar nos mais jovens a vocação em seus mais variados temas. Desmistificar o fantasma dos conceitos científicos abstratos e de seus simbolismos utilizando uma linguagem simples e exemplos do cotidiano. Promover a conscientização para o respeito pela natureza, em toda sua plenitude, reconquistando os valores esquecidos.</p>



<p>Em 2001, foi criado o Parque de Ciência e Tecnologia da USP, vinculado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária, através do decreto GR 3.313 / 12.14.2001, assinado pelo Magnífico Reitor Adolpho José Melfi.</p>



<p>No ano seguinte, após meses de intenso trabalho de recuperação das áreas ajardinadas, manutenção corretiva de instalações, reparos emergenciais nos edifícios, preparo de exibições e criação de uma infraestrutura básica de atendimento ao público, o Parque CienTec fez sua abertura, no dia 7 de Setembro, data comemorativa da Independência Brasileira.</p>



<p>Antes da criação do Parque CienTec, a área abrigou o Instituto Astronômico e Geofísico (IAG) durante aproximadamente 70 anos. Este instituto, por sua vez, teve sua origem no Serviço Meteorológico do Estado de São Paulo, sediado a partir de 1888 na antiga torre no Jardim da Luz, e no Observatório de São Paulo, situado na Avenida Paulista a partir de 1912. O conjunto de edificações históricas surgiu no início da década de 30, em substituição ao edifício da Paulista, para abrigar o Observatório de São Paulo, posteriormente denominado Instituto Astronômico e Geofísico.</p>



<p>As edificações formam um conjunto arquitetônico harmônico cujos componentes, dispostos segundo critérios científicos, a exemplo da orientação, não descaracterizaram o perfil do terreno. As peças gráficas do projeto foram elaboradas pelo próprio diretor da Instituição, o Professor e Engenheiro Alypio Leme de Oliveira. A preservação desses documentos permite constatar a fiel execução do projeto e sua boa conservação ao longo do tempo. Foi desenvolvido segundo uma linguagem &#8220;art-deco&#8221;, tendo o autor se permitido a utilização de colunas com capitel jônico para assinalar os pórticos. Registra-se a presença de algumas manifestações artísticas, como o vitral que compõe a entrada principal e a escultura (de Eugênio Prati) colocada ao centro de uma fonte. Em ambos os casos, evoca-se a musa grega da Astronomia e da Geometria, Urânia.</p>
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		<title>Palacete Rosa</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/palacete-rosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 01:53:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pontos Turísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Palacete Rosa, um dos dois últimos em estilo mourisco na cidade de São Paulo (existe outro na Rua da Consolação, porém menos requintado) é uma história de determinação. De uma família de imigrantes árabes que veio &#8220;fazer a América&#8221; que realizou seus sonhos e triunfou. E, muitos anos mais tarde, de um garoto do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Palacete Rosa, um dos dois últimos em estilo mourisco na cidade de São Paulo (existe outro na Rua da Consolação, porém menos requintado) é uma história de determinação. De uma família de imigrantes árabes que veio &#8220;fazer a América&#8221; que realizou seus sonhos e triunfou. E, muitos anos mais tarde, de um garoto do bairro do Ipiranga que sonhava que um dia o palacete seria seu &#8211; e que acabou realizando seu sonho, confirmando o ditado &#8220;querer é poder&#8221;.</p>



<p>Trata-se de uma das fantásticas mansões erguidas pela família Jafet, cuja saga se inicia no final do século XIX, com a então longa travessia marítima através do Atlântico para o Brasil, como fizeram milhões de outros imigrantes no período, e que em poucos anos se tornaram uma das mais ricas e poderosas famílias da cidade e do país. Eram quatro irmãos, entre os quais se destaca Nami Jafet, que ao contrário da grande maioria dos imigrantes que vieram para o Brasil, possuía instrução superior: formado na Universidade Americana de Beirute, foi autor de um livro sobre matemática e teve de sair de sua terra natal, segundo a lenda, por sua defesa apaixonada da Teoria da Evolução de Charles Darwin.</p>



<p>Segundo Pedro Cavalcanti e Luciano de Lion no livro A Juventude do Centro “Benjamin Jafet havia se instalado na 25 de Março em 1890, em uma loja tão pequena que sequer tinha nome. Logo, seus irmãos também partiram da aldeia de Chouir, no Líbano, para se juntarem a ele. A loja recebeu, então, o nome do irmão mais velho Nami &amp; Irmãos, ocupando um prédio no número 149 da 25 de Março, que hoje não existe mais. Ficaram ali apenas três anos e se mudaram para a rua que, na época, era o endereço dos atacadistas mais prósperos, a Florêncio de Abreu&#8221;. (1)</p>



<p>De acordo com Edgard Carone, “A princípio, os quatro irmãos comerciam produtos de armarinho. Em 1897, começam a importar tecidos finos da Europa e, cinco anos mais tarde, compram um terreno na rua Florêncio de Abreu. Com a prosperidade de seus negócios, fundam, em 1912, a empresa Nami Jafet e irmãos, sucedendo uma outra na qual Nami Jafet é o sócio mais importante. (2)</p>



<p>Ainda segundo o livro A Juventude do Centro “A rápida ascensão dos Jafet é atribuída por estudiosos às inovações que eles trouxeram para o comércio de São Paulo. Numa época em que a formação para o mundo dos negócios se limitava ao curso de guarda-livros, hoje denominado contador, ministrado pela Escola de Comércio Álvares Penteado, no largo de São Francisco, temas como estratégias de marketing, planejamento de vendas e fidelização do consumidor, evidentemente, não teriam lugar entre as preocupações dos comerciantes”. (3)</p>



<p>O complexo industrial dos Jafet ocupava uma área de nada menos que 45.000 m², contava com 1.000 teares e empregava 1800 operários. Com o tempo, a família diversificou os negócios, que abrangiam o Estaleiro Cruzeiro do Sul, a Companhia de Navegação Internacional, as Usinas de Laminação de Ferro São José, Santa Olímpia e São Francisco, a Mineradora Geral do Brasil Ltda, o Banco Cruzeiro do Sul e a Codig, fabricante de máquinas industriais e agrícolas. Além das atividades empresariais, os Jafet dedicaram-se à filantropia, figurando entre os fundadores do Hospital Sírio-Libanês.</p>



<p>Ao invés de residirem na Avenida Paulista, onde os imigrantes árabes e italianos enriquecidos construíram suas mansões, preferiram se fixar no próprio bairro do Ipiranga, ao lado de suas propriedades industriais. Os Jafet ergueram nada menos do que 22 palacetes na Rua Bom Pastor e adjacências, um para cada filho da família. Desses 22 palacetes, lamentavelmente apenas 6 sobreviveram até os dias de hoje &#8211; e o Palacete Rosa, que pertenceu a Munira Jafet é um deles. O conjunto desses palacetes, reunidos numa pequena região do Ipiranga devia formar uma paisagem arquitetônica extraordinária.</p>



<p>A ornamentação da casa é exuberante, ao gosto oriental dos antigos proprietários. Os vários cômodos se distribuem ao redor do enorme saguão central de pé-direito duplo, ornamentado (assim como as demais áreas nobres) de alto a baixo com arabescos e com afrescos de alta qualidade técnica, de autoria do pintor Frioli. Os espaços são iluminados por uma clarabóia e por vitrais da Casa Conrado, da família Sorgenicht, os maiores vitralistas do Brasil no final do século XIX e início do séculoXX, autores dos vitrais do Mercado Municipal, da Estação Júlio Prestes, do Teatro Municipal, entre outros.</p>



<p>As paredes cheias de história do palacete sem dúvida foram testemunhas de um sem-número de recepções e festas suntuosas dos Jafet. Consta que a residência chegou a abrigar refugiados russos da revolução bolchevique, que tinham em comum com os Jafet a religião ortodoxa.</p>



<p>Há alguns anos, o Palacete Rosa foi comprado por Luiz Antonio Gasparetto, que passou a infância no bairro do Ipiranga e quando passava pela Rua Bom Pastor, sonhava que um dia seria dono do palacete. O imóvel foi minuciosamente restaurado nos mínimos detalhes, com supervisão do próprio Gasparetto &#8211; um verdadeiro presente para a cidade de São Paulo, que hoje tem um de seus mais notáveis palacetes, tombado pelo Conpresp, de volta ao antigo esplendor.</p>



<p>Nos países civilizados, esses palácios construídos no início do século XX ou antes são os mais valorizados e disputados no mercado imobiliário. Morar neles é sinônimo de bom gosto, e também mostra de apreço e respeito pela história e pela arquitetura da cidade. Por que no Brasil tem de ser diferente? Enquanto hoje em dia novos-ricos destróem magníficas mansões das décadas de 10, 20, 30 e 40 nos Jardins para fazerem casas modernas de gosto duvidoso, a restauração do Palacete Rosa é, sem dúvida, um grande exemplo a ser seguido.</p>



<p>Artigo escrito por Jorge Eduardo Rubies</p>
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		<title>Padrão de Lorena</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/padrao-de-lorena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 01:52:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pontos Turísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro monumento, para quem sobe a Serra, é o Padrão do Lorena, um belvedere, com lugar &#8211; muito precário &#8211; para estacionar o carro. No topo do belvedere há um arco, e no topo do arco havia, até três anos atrás, uma pesada bola, de pedra, com uma cruz em cima. Essa bola &#8211; [&#8230;]</p>
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<p>O primeiro monumento, para quem sobe a Serra, é o Padrão do Lorena, um belvedere, com lugar &#8211; muito precário &#8211; para estacionar o carro. No topo do belvedere há um arco, e no topo do arco havia, até três anos atrás, uma pesada bola, de pedra, com uma cruz em cima.</p>



<p>Essa bola &#8211; que tem o nome de esfera armilar, sendo o símbolo da conquista marítima lusitana &#8211; foi roubada. Os ladrões tiveram muito trabalho, pois a pedra pesava quase 200 quilos. Na época do roubo, chegou a haver queixa na polícia. Mas as investigações deram em nada. É quase certo que a esfera armilar esteja hoje enfeitando os jardins da mansão de algum milionário paulista.</p>



<p>Sob o arco há, ainda muito bem conservado, o retrato &#8211; em azulejo &#8211; do governador Bernardo José Maria de Lorena, político a quem o Caminho do Mar deve grandes melhoramentos. Foi ele quem, em 1970 (SIC: a data correta da inauguração é 1792), mandou construir a Calçada do Lorena. O arco fica situado exatamente no ponto em que a antiga Calçada do Lorena cruzava com a Estrada Velha, ou Caminho da Maioridade.</p>



<p>Quem tiver um pouco de curiosidade e paciência pode subir a escadaria que sai do arco e, entrando na mata, em cinco minutos estará pisando sobre antigas pedras lavradas, cobertas de musgo. Subindo mais um pouco, as pedras se alargam e formam um caminho. Esse caminho, acidentado e coberto pela vegetação, é a Calçada do Lorena. No passado, passaram por ali toneladas de mercadorias levadas em lombos de burros.</p>



<p>Foi a primeira estrada calçada em toda a América do Sul. Por ela, é possível ir-se a pé até o Alto da Serra. O governador Maluf prometeu limpar essa área e, há menos de um mês &#8211; antes de inaugurar as obras de reforma da Estrada Velha &#8211; teve a coragem de dizer que o seu secretário de Cultura, Cunha Bueno, &#8220;havia descoberto a Calçada do Lorena, no meio do mato da Serra do Mar&#8221;.</p>



<p>Na verdade, a sacada histórica do governador foi desmentida dias depois por historiadores conscientes. A calçada foi redescoberta em 1922, por Washington Luiz, que na época era também governador do Estado</p>
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