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	<title>Arquivos Museu do Ipiranga - Portal do Ipiranga</title>
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	<description>História, diversão, comércio e juito mais</description>
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	<title>Arquivos Museu do Ipiranga - Portal do Ipiranga</title>
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		<title>Casa do Grito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 16:11:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museu do Ipiranga]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Beirando o Parque da Independência, bem próximo à avenida Nazaré, situa-se a Casa doGrito, uma construção rústica em pau a pique que ganhou popularidade graças ao quadro de Pedro Américo, Independência ou Morte, em exposição no salão nobre do Museu Paulista. A existência de uma casa nesta tela não significa que necessariamente o pintor tenha [&#8230;]</p>
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<p>Beirando o Parque da Independência, bem próximo à avenida Nazaré, situa-se a Casa do<br>Grito, uma construção rústica em pau a pique que ganhou popularidade graças ao quadro de Pedro Américo, Independência ou Morte, em exposição no salão nobre do Museu Paulista.</p>



<p>A existência de uma casa nesta tela não significa que necessariamente o pintor tenha se inspirado na realidade.</p>



<p>Também não é comprovada a sua construção em 1822.</p>



<p>Os estudos de datação do imóvel localizaram o primeiro documento num auto de inventário de 1884 de Guilherme Antônio de Moraes. Seus parentes descrevem em depoimento, num processo do Poder Judiciário, que residiu nas terras em uma pequena casa, vizinha à Casa do Grito, desde 1864. Guilherme trabalhava com carros de boi, possuía dois deles e mais uma besta arreada, além disto poucas peças de mobiliário. Relatam ainda que a “primitiva proprietária” e ocupante das terras pertencia à família de Rosa Colaço, de quem adquiriram as terras e a denominada “casa pequena”.</p>



<p>Pedro Américo, ao colocar do lado esquerdo da tela, em segundo plano uma casa branca<br>e com telhado e uma pequena janela de sótão, ilustrou um modelo padrão de casa de beira de estrada no século XIX.</p>



<p>A Casa do Grito especificamente não confere com essa descrição: a janela do sótão,<br>como se pode verificar, através de documentos iconográficos, foi construída a partir dos trabalhos de conservação, realizados para a comemoração do IV Centenário em 1954 e, depois de comprovada a inaltencidade, foi retirada. Finalmente em 1958, a casa é aberta como Museu Municipal, com acervo relativo à casa de beira de estrada e ao tropeirismo. As peças foram adquiridas no interior do Estado de São Paulo e de Minas Gerais.</p>



<p>Mesmo assim, esta associação popular foi mantida, mas não existem provas que<br>documentem a sua existência antes de 1884.</p>



<p>E o próprio Pedro Américo no livro que descreve a tela afirma apenas que colocou uma<br>casa para efeito de composição, sem se referir que tenha se inspirado na Casa do Grito ou qualquer outra existente no Ipiranga.</p>
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		<title>História oficial do Museu Paulista da USP</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/historia-oficial-do-museu-paulista-da-usp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 16:10:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museu do Ipiranga]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Construído em cinco anos, de 1885 a 1890, o prédio do Museu Paulista da Universidade de São Paulo foiprojetado pelo engenheiro italiano Tommaso Gaudenzio e, desde o início do século, é reconhecido como “lugar de memória nacional”. A construção em estilo renascentista (há quem assinale uma parecença proposital como Palácio de Versailles, em Paris) reúne [&#8230;]</p>
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<p>Construído em cinco anos, de 1885 a 1890, o prédio do Museu Paulista da Universidade de São Paulo foiprojetado pelo engenheiro italiano Tommaso Gaudenzio e, desde o início do século, é reconhecido como “lugar de memória nacional”.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.independenciaoumorte.com.br/wp-content/uploads/2020/02/www.internetcontrolada.com.br-20200130-110334-scaled.jpg" alt="" class="wp-image-1053"/></figure>



<p>A construção em estilo renascentista (há quem assinale uma parecença proposital com<br>o Palácio de Versailles, em Paris) reúne um acervo de mais de 200 mil peças entre utensílios domésticos e de uso pessoal, objetos provenientes de escavações arqueológicas, de instituições e corporações; instrumentos de trabalho, armas, veículos, numismática, filatelia, esculturas, pinturas, gravuras, fotografias, cartografia, manuscritos e impressos. Pela excentricidade, chamam a atenção dos visitantes as carruagens do século XVIII, as mechas de cabelo da Marquesa de Santos, as armaduras, armas, trajes de gala e vestidos de festas, além de uma maquete da bucólica São Paulo antiga, datada de 1841.</p>



<p>Além das áreas de exposição pública, o Museu é um centro de excelência nas áreas de<br>Arqueologia, Etnologia, Geografia e História. Seus estudos estão voltados para a formação da sociedade brasileira, do século XV até meados do atual, com predominância do período 1850/1950. Possui uma biblioteca com 70 mil livros, alguns raros exemplares de cunho histórico e um setor de Publicações e Vendas. A ala mais procurada é o Salão Nobre, onde está o quadro “Independência ou Morte”, de Pedro Américo. Além das mostras permanentes e temporárias, oferece cursos, seminários e estágios em áreas educacionais.</p>



<p>O projeto arquitetônico de Gaudenzio é de 1882 e a proposta inicial era “marcar” para a posteridade o lugar onde ocorrera, em 1822, o Grito da Independência (embora haja controvérsias sobre a localização exata).</p>



<p>Um dos primeiros diretores do Museu, Affonso de E. Taunay, descreveu assim a região<br>em seu livro Guia da Secção Histórica do Museu Paulista, publicado em 1937, pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo:</p>



<p>Em 1822 era o Ypiranga semi-deserto: de longe em longe, ao longo do Caminho do Mar,<br>apparecia alguma casinha de morador – pobre casebre de caboclo; tão perto de São<br>Paulo estava-se, com tudo, em pleno campo.</p>



<p>Às margens do riacho, tão celebre hoje, havia pequena chácara, a mais notável construcção do bairro, a única talvez, pertencente ao Coronel João de Castro de Canto e Mello, personagem para quem a roda da fortuna ia desandar logo, no bom sentido. Dentro em pouco Visconde de Castro, estribeiro-mor do Império, tudo isto ia devel-o ao simples facto de ser o progenitor de belíssima creatura – a futura Viscondessa e Marqueza de Santos (&#8230;) De um momento para o outro adquiriu aquelle modestíssimo e feio trecho de charneca o mais extraordinário prestígio, desde que pelas 4 e ½ da tarde de 7 de setembro de 1822, clamou o Príncipe Regente, á face dos povos, que o Brasil se desligava de Portugal.</p>



<p>Para identificá-lo era preciso recorrer a um padrão natural e este só poderia ser um: o riacho do Ypiranga, correndo a uns trezentos e cincoenta metros do lugar onde o Príncipe soltara o seu brado de revolta e esperança. E desde ahi associou-se sempre a ideia da scena da proclamação da Independência á da existência de um riacho, modesto affluente do Tamanduatehy e, portanto, confluente do Tietê.</p>



<p>Na mesma obra, Taunay registra o primeiro documento que trata “em assignalar com<br>duradouro padrão o deserto local, perdido no meio do campo, onde o primeiro imperador fizera ouvir o seu famoso brado de rebellião”. O valioso registro data de 26 de fevereiro de 1923, é assinado por José Bonifácio de Andrada e Silva e dá ciência ao Governo Provisório da Província de São Paulo do seguinte teor:<br>Sendo presente a Sua Magestade o Imperador o Offício do Governo Provisório da Província de São Paulo, na data de 29 de janeiro próximo passado, acompanhando huma<br>Subscripção, a fim de se erigir no Lugar, denominado Piranga, hum Monumento, que<br>faça memorável o dia 7 de setembro do ano passado, em que foi por Sua Magestade<br>Imperial proclamada a Independência deste Império. O Mesmo Augusto Senhor, Anuindo<br>a tão justa Representação, na qual se desenvolvem sentimentos muito patrióticos e<br>honrados, Manda pela Secretaria de Estado dos Negócios do Império participar ao referido Governo que Há por bem Conceder a Licença requerida para a erecção do Mencionado Monumento.</p>



<p>Entre esse primeiro documento e o efetivo início das obras, como se pôde ver, passaramse 62 anos de muitas e infrutíferas tentativas. Em 25 de março de 1885, sempre sob relato de Taunay:</p>



<p>&#8230; deu-se a inauguração dos trabalhos do edifício projectado. Dous dias antes, dispuzera uma lei da Assembléia Provincial que o Monumento do Ypiranga se destinaria a um estabelecimento scientifico, comprehendendo o ensino de todas as disciplinas designadas sob o titulo de sciencias physicas e mathematicas e sciencias naturaes (p. 21).</p>



<p>Quando a obra ficou pronta, porém, um imprevisto. Os ventos fortes que castigavam a<br>região foram considerados insalubres para os alunos que ali deveriam estudar em período integral.</p>



<p>O Governo então decidiu transformá-lo em museu e, na seqüência, adquiriu a coleção do museu do Major Sertório, nascendo assim em 7 de setembro de 1895, o Museu do Ipiranga, denominação que se popularizou exatamente por estar situado num arrebalde distante que os índios, antes dos portugueses, já chamavam de ypi anga (lugar onde corre o rio de águas barrentas,vermelhas).</p>



<p>O edifício, com seus 62 salões, ocupa uma área de 6.400 metros quadrados. Está localizado dentro do Parque da Independência, uma área aberta de 16,1 hectares na principal entrada do bairro do Ipiranga, entre a avenida D. Pedro e rua Padre Marchett, limitada a leste pelo rio Tamanduateí e a oeste pelo Riacho do Ipiranga. Nesta área, outros importantes marcos históricos como o Monumento da Independência (inaugurado em 1922 para saudar o centenário da Independência), a Casa do Grito (onde supostamente parou para descansar a comitiva de D. Pedro), os Jardins Franceses, a Capela Imperial (onde desde 1972, ano do sesquicentenário da Independência, repousam os restos mortais de D. Pedro I e das imperatrizes Maria Leopoldina e Amélia de Beauharnais), o Museu de Zoologia (também da USP) e uma reserva de área verde.</p>



<p>Um dos marcos da cidade de São Paulo desde que foi criado, o Museu do Ipiranga ficou<br>com sua imagem bastante prejudicada nos anos 70. Algumas versões tentam explicar o fato. Uma delas baseia-se na omissão dos dirigentes da própria instituição e da Universidade de São Paulo, sua mantenedora desde 1963. Outra prefere ressaltar o total desinteresse para com os valores culturais e educacionais dos governos militares que, por sinal, fizeram, em causa própria, uso ostensivo do conjunto arquitetônico do Parque da Independência. Especialmente nos anos 70,um grande número de “comemorações cívicas” tinha o chamado “Altar da Pátria” como palco,<br>quando não era utilizado o próprio Museu &#8211; catalisador de todas as atenções, sobretudo no mês de setembro, durante os festejos da Semana da Pátria.</p>



<p>Nas festividades do sesquicentenário (1972), o Parque foi o principal cenário das celebrações em âmbito nacional. Houve, para tal finalidade, uma grande reforma nos jardins, nas fontes e na parte externa do prédio. Também se construiu um lance de arquibancada nos jardins em frente ao Museu (que, aliás, acintosamente afrontava os traços renascentistas de toda a arquitetura e, por isso, foi implodida em 1986). Instalou-se em toda a área um sofisticado (e caríssimo) sistema de audiovisual. A parafernália eletrônica projetava o espetáculo “Luz e Som”, uma ode de patriotismo e louvação ao regime vigente. Enquanto as fontes dos jardins franceses jorravam<br>jatos d’água iluminados e multicoloridos, num Parque da Independência inteiramente às escuras, vozes de atores famosos narravam fatos da História do Brasil na versão positivista dos militares, de ordem e progresso. Como fundo musical, o Hino Nacional e o da Independência. De repente, grandes holofotes projetavam a imponente fachada do Museu em diversos tons e cores. Os espectadores, previamente selecionados, acomodados na arquibancada aplaudiam e, ao final, acreditavam mesmo que existia o tal “milagre brasileiro”.</p>



<p>Enquanto a imagem da ditadura andou em alta, o Parque da Independência também era<br>privilegiado com verbas e cuidados. O Museu enquanto instituição histórica e científica, porém, viveu uma fase de ostracismo. Minguaram as verbas para pesquisas, reformas e ampliação do acervo.<br>A partir de 1973, a crise do petróleo colocou à mostra a tibieza social do governo militar.</p>



<p>Por mais sonoro e retumbante que fosse, o “Luz e Som” não convencia mais ninguém. A fórmula também já estava absolutamente gasta e os aparelhos começaram a dar panes irreparáveis. Faltavam público e interesse. Suspendeu-se o espetáculo, os equipamentos deterioram e todo o Parque foi relegado ao abandono, virando ponto de encontro de casais e marginais, inclusive pela falta de iluminação.</p>



<p>O Museu que não viveu o período áureo, então, passou a viver um absoluto isolamento.</p>



<p>Transformou-se numa “ilha” dentro da comunidade, só lembrada às vésperas da Semana da Pátria, quando ganhava, às pressas uma limpeza e uma tinta externa&#8230; Ou, pior, quando algum ato de vandalismo ou mesmo assaltos e mortes registravam-se em seus arredores.</p>



<p>Vale um esclarecimento e uma observação.</p>



<p>O esclarecimento: Além dos noticiários dos jornais que inicialmente saúdam o espetáculo de Luz e Som “como um espetáculo cívico de louvor à Pátria” e mesmo as diversas personalidades consultadas, como o próprio professor Witter, que “ser diretor do Museu à época era o mesmo que ter um lugar para esperar, com algum sossego, à aposentadoria”. Em outros contatos, com integrantes da Sociedade Amigos do Museu Paulista, ficou a impressão que aquele foi um período que a comunidade acadêmica prefere esquecer. Tanto é que na publicação, Às Margens do Ipiranga, que reverencia o centenário do edifício do Museu Paulista e anuncia a Exposição do Centenário, há um mero registro do período na seção de cronologia: “1975. 3 de abril.</p>



<p>Tombamento do edifício pelo Condephaat – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo”.</p>



<p>A observação: O Parque da Independência é na verdade um espaço de muitos donos e de<br>ninguém. Senão vejamos: o Museu Paulista e de Zoologia são da USP; o Monumento, a Capela e a Casa do Grito pertencem a União que é, em tese, proprietária de toda área. Mas, quem cuida da conservação das alamedas e jardins é a Prefeitura, incluindo o bosque atrás do Museu. Todas as vezes que se coloca em discussão a reforma e/ou conservação de áreas comuns surge a necessidade de uma comissão que analisa o assunto e dá o veredicto, o que significa um atraso de meses, não rara vezes, de anos&#8230;</p>
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		<title>Sampa &#8211; Sociedade Amigos do Museu Paulista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 02:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museu do Ipiranga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fundada em 1o. de setembro de 1995, a Sociedade Amigos do Museu Paulista (SAMPA) é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, destinada a promover o desenvolvimento e o aprimoramento das atividades do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, bem como contribuir nas áreas de pesquisa, publicações, curadoria e atendimento ao público. A extensão de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Fundada em 1o. de setembro de 1995, a Sociedade Amigos do Museu Paulista (SAMPA) é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, destinada a promover o desenvolvimento e o aprimoramento das atividades do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, bem como contribuir nas áreas de pesquisa, publicações, curadoria e atendimento ao público. A extensão de ações junto à população é uma de suas principais metas.</p>



<p>Com sede na cidade de São Paulo, no Parque da Independência s/n, bairro do Ipiranga, a Sociedade é constituida por uma Assembléia Geral e pelo Conselho Deliberativo, Diretoria Executiva, Conselho Fiscal e Tesouraria.<br>De tais órgãos participam empresários e personalidades do bairro do Ipiranga, juntamento com docentes e pesquisadores.</p>



<p>Há várias categorias de sócios, entre os quais, patrocinadores, mantenedores, e contribuintes.</p>



<p>A Sociedade Amigos do Museu paulista, a exemplo de outras sociedades, busca captar recursos financeiros, especialmente junto à iniciativa privada, a fim de agilizar a burocracia, montar exposições, adquirir equipamentos, até mesmo realizar a contratação eventual de profissionais.</p>



<p>Dessa forma, a SAMPA funciona como um braço do Museu Paulista, facilitando o cumprimento rápido das necessidades mais urgentes. Garante, assim, o mais eficaz alcance dos objetivos culturais da Instituição.</p>



<p>Cada associado contribui com uma anuidade igual ou superior a um salário mínimo. Entre as vantagens de ser um associado da SAMPA, destacam-se as seguintes, em relação ao Museu Paulista: entrada gratuíta, recebimento de informações sobre a programação cultural do Museu, e desconto nas publicações. Todo sócio tem a responsabilidade de divulgar os compromissos da Sociedade Amigos do Museu Paulista por meio de reuniões e discussões, e estimular a participação da sociedade na preservação da cultura , conseqüentemente, na preservação do Museu Paulista, patrimônio histórico.</p>



<p>Jorge Nagle, ex-Reitor da Unesp foi Presidente da SAMPA no período 1995/1997 e 1997/1999.</p>



<p>O atual Presidente da Sampa é o Prof. Samuel Kerr, em sua segunda gestão.</p>



<p>PARA ASSOCIAR-SE</p>



<p>Para associar-se entrar em contato com Marcia Regina pelo telefone 2065-8010</p>



<p>e-mail:&nbsp;<a href="mailto:samp@usp.br">samp@usp.br</a></p>
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		<title>Biblioteca</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/biblioteca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 02:25:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museu do Ipiranga]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instalada no dia 07.09.1895, a Biblioteca do Museu Paulista sofreu um primeiro desmembramento em 1938, quando parte de seu acervo foi transferido para o atual Museu de Zoologia. Em 1989, a USP unificou seus acervos de Arqueologia e Etnologia, resultando em novo desmembramento. Essa longa existência possibilitou a inclusão de obras preciosas em seu acervo. [&#8230;]</p>
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<p>Instalada no dia 07.09.1895, a Biblioteca do Museu Paulista sofreu um primeiro desmembramento em 1938, quando parte de seu acervo foi transferido para o atual Museu de Zoologia. Em 1989, a USP unificou seus acervos de Arqueologia e Etnologia, resultando em novo desmembramento. Essa longa existência possibilitou a inclusão de obras preciosas em seu acervo.</p>



<p>Assim, a Biblioteca do Museu Paulista adquiriu um perfil especializado na área de História, mais particularmente, no campo de estudos da Cultura Material. Como centro de apoio à pesquisa científica dentro de um museu histórico, contempla sobretudo as várias tipologias do acervo museológico &#8211; como Indumentária, Porcelanas, Fotografias, Pinturas, Mobiliário, Armas, Sociologia dos Objetos, Iconologia e Iconografia, Museologia, Conservação e Restauro, Educação em Museus, entre outros assuntos.</p>



<p>Em seu acervo, encontram -se 26.466 livros, 2.300 títulos de periódicos, 2.892 separatas, tendo ainda como extensão a Biblioteca do Museu Republicano &#8220;Convenção de Itu&#8221;, especializada no estudo da República Brasileira, entre 1889 e 1930.<br>Integra o o Sistema de Bibliotecas da USP (SIBI/USP) e o SIBINet, estando disponível pelo Dedalus &#8211; Banco de Dados Bibliográficos da USP.</p>



<p><a href="http://www.usp.br/sibi">www.usp.br/sibi</a></p>



<p>A Biblioteca oferece serviços de empréstimo entre bibliotecas e COMUT.</p>



<p>Atendimento: Aberta ao público em geral de segunda à sexta-feira, das 8:00 às 17:00 horas.</p>



<p>Tel: 2065-8012<br>Fax:2065-8030<br>E-Mail:&nbsp;<a href="mailto:biblmp@edu.usp.br">biblmp@edu.usp.br</a></p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.independenciaoumorte.com.br%2Fbiblioteca%2F&amp;linkname=Biblioteca" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_linkedin" href="https://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.independenciaoumorte.com.br%2Fbiblioteca%2F&amp;linkname=Biblioteca" title="LinkedIn" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_x" href="https://www.addtoany.com/add_to/x?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.independenciaoumorte.com.br%2Fbiblioteca%2F&amp;linkname=Biblioteca" title="X" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.independenciaoumorte.com.br%2Fbiblioteca%2F&amp;linkname=Biblioteca" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.independenciaoumorte.com.br%2Fbiblioteca%2F&amp;linkname=Biblioteca" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.independenciaoumorte.com.br%2Fbiblioteca%2F&#038;title=Biblioteca" data-a2a-url="https://www.independenciaoumorte.com.br/biblioteca/" data-a2a-title="Biblioteca"></a></p><p>O post <a href="https://www.independenciaoumorte.com.br/biblioteca/">Biblioteca</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.independenciaoumorte.com.br">Portal do Ipiranga</a>.</p>
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		<title>Acervo Arquivístico</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/acervo-arquivistico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 02:24:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museu do Ipiranga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu Paulista possui 640 metros lineares de documentos textuais, agrupados em uma centena de coleções e fundos de arquivo públicos e privados. Integra o conjunto o Arquivo Permanente do Museu (Fundo MP), no qual estão inventariados os documentos gerados pela própria instituição entre os anos 1893 e 1963, quando o Museu é incorporado à [&#8230;]</p>
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<p>O Museu Paulista possui 640 metros lineares de documentos textuais, agrupados em uma centena de coleções e fundos de arquivo públicos e privados. Integra o conjunto o Arquivo Permanente do Museu (Fundo MP), no qual estão inventariados os documentos gerados pela própria instituição entre os anos 1893 e 1963, quando o Museu é incorporado à Universidade de São Paulo. Diferentes aspectos da vida política, institucional e doméstica de segmentos da sociedade brasileira, especialmente paulistana, podem ser cobertos por uma documentação que, não poucas vezes, completa o acervo de objetos e imagens. Entre muitos, destacam-se partituras de óperas do compositor Carlos Gomes; ofícios e correspondências de políticos ligados ao Movimento de Independência do país. Podem ser mencionadas também as cartas pessoais de famílias como Pacheco e Chaves, Tobias de Aguiar, Rangel Pestana, Souza Queiroz; os documentos de Tommaso Gaudenzio Bezzi, arquiteto responsável pela construção do edifício que abriga o Museu; os cadernos e notas do Barão de Ramalho; os boletins e diário de campo da Cavalaria Rio Pardo (Revolução Constitucionalista de 1932) além de documentos relacionadoas a atividades públicas e privadas de natureza as mais diversas como convites, menus, certidões, declarações, diplomas, contratos, notas, guias, procurações, requerimentos etc.</p>



<p>São diversas as coleções fotográficas que integram o acervo, produzidos, sobretudo, entre 1860 e meados deste século. Retratos e álbuns fotográficos amadores permitem a construção de uma História Social da Família por informar visualmente sobre ritos tais como casamento, batismo, aniversário, formatura etc. Neste caso, merece menção especial a coleção de fotografias de Militão Augusto de Azevedo, que reúne mais de 12.000 retratos produzidos entre 1862 e 1885. O acervo conta, ainda, com expressiva coleção de cartões postais referentes a cidades brasileiras, especialmente São Paulo. Destaca-se ainda a coleção Santos Dumont, com originais que registram as experiências aeronáuticas do inventor. Na cartografia existente no acervo, predominam as plantas e mapas da cidade de São Paulo até meados deste século. O material impresso conta com os cartazes, folhetos ilustrados, manuais de produtos industrializados e álbuns de figurinhas referentes a movimentos políticos como a Revolução Constitucionalista de 1932, e a comemorações nacionais ou regionais, como o I Centenário da Independência do Brasil (1922), entre outros.</p>
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		<title>Acervo Iconográfico</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/acervo-iconografico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 02:23:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museu do Ipiranga]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu Paulista abriga um significativo conjunto de imagens que registram as diversidades e mudanças nos modos de representação da figura humana, da natureza e da cidade. O acervo de pinturas compõe-se de obras a óleo, aquarela, guache e mural, abrangendo diferentes gêneros – retratos, naturezas mortas, pinturas históricas e de cunho religioso e paisagens. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Museu Paulista abriga um significativo conjunto de imagens que registram as diversidades e mudanças nos modos de representação da figura humana, da natureza e da cidade. O acervo de pinturas compõe-se de obras a óleo, aquarela, guache e mural, abrangendo diferentes gêneros – retratos, naturezas mortas, pinturas históricas e de cunho religioso e paisagens. Entre estas, vistas da cidade de São Paulo, do rio Tietê e das vilas e fazendas do interior e litoral paulistas.<br>No acervo de gravuras e desenhos, destacam-se a coleção Bernardelli, que reúne cerca de 1400 trabalhos dos irmãos Henrique e Rodolpho Bernardelli, e obras de artistas como Miguelzinho Dutra, Pedro Américo e Antonio Parreiras, José Wasth Rodrigues, Jules Martin, entre outros. O acervo de esculturas conta com estátuas, bustos, maquetes e baixos-relevos. Algumas integram a alegoria do edifício como as estátuas em mármore dos bandeirantes Antônio Raposo Tavares e Fernão Dias Paes, de Luigi Brizzollara (Saguão); a estátua em bronze de D. Pedro I, de autoria de Rodolpho Bernardelli (nicho central da Escadaria). O conjunto reúne, ainda, estatuetas que decoravam as casas da aristocracia e burguesia brasileiras dos séculos XIX e XX.</p>



<p>São diversas as coleções fotográficas que integram o acervo, produzidas, sobretudo, entre 1860 e meados deste século. Retratos e álbuns fotográficos amadores permitem a construção de uma História Social da Família por informar visualmente sobre ritos tais como casamento, batismo, aniversário, formatura etc. Neste caso, merece menção especial a coleção de fotografias de Militão Augusto de Azevedo, que reúne mais de 12.000 retratos produzidos entre 1862 e 1885. O acervo conta, também, com expressiva coleção de cartões postais referentes a cidades brasileiras, especialmente São Paulo. Destaca-se ainda a coleção Santos Dumont, com originais que registram as experiências aeronáuticas do inventor. Na cartografia existente no acervo predominam as plantas e mapas da cidade de São Paulo até meados deste século. O material impresso conta com os cartazes e álbuns de figurinhas referentes a movimentos políticos como a Revolução Constitucionalista de 1932, e a comemorações nacionais ou regionais, como o I Centenário da Independência do Brasil (1922), entre outros.</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.independenciaoumorte.com.br%2Facervo-iconografico%2F&amp;linkname=Acervo%20Iconogr%C3%A1fico" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_linkedin" href="https://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.independenciaoumorte.com.br%2Facervo-iconografico%2F&amp;linkname=Acervo%20Iconogr%C3%A1fico" title="LinkedIn" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_x" href="https://www.addtoany.com/add_to/x?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.independenciaoumorte.com.br%2Facervo-iconografico%2F&amp;linkname=Acervo%20Iconogr%C3%A1fico" title="X" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.independenciaoumorte.com.br%2Facervo-iconografico%2F&amp;linkname=Acervo%20Iconogr%C3%A1fico" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.independenciaoumorte.com.br%2Facervo-iconografico%2F&amp;linkname=Acervo%20Iconogr%C3%A1fico" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.independenciaoumorte.com.br%2Facervo-iconografico%2F&#038;title=Acervo%20Iconogr%C3%A1fico" data-a2a-url="https://www.independenciaoumorte.com.br/acervo-iconografico/" data-a2a-title="Acervo Iconográfico"></a></p><p>O post <a href="https://www.independenciaoumorte.com.br/acervo-iconografico/">Acervo Iconográfico</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.independenciaoumorte.com.br">Portal do Ipiranga</a>.</p>
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		<item>
		<title>Acervo de Objetos</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/acervo-de-objetos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 02:23:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museu do Ipiranga]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O acervo de objetos do Museu Paulista compõe-se de ampla gama de artefatos &#8211; nacionais e estrangeiros &#8211; utilizados no Brasil e particularmente em São Paulo até 1950. A maioria provem do final do século XIX e da primeira metade do século XX, mas o contingente relativo ao período colonial também constitui conjunto considerável. Na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O acervo de objetos do Museu Paulista compõe-se de ampla gama de artefatos &#8211; nacionais e estrangeiros &#8211; utilizados no Brasil e particularmente em São Paulo até 1950. A maioria provem do final do século XIX e da primeira metade do século XX, mas o contingente relativo ao período colonial também constitui conjunto considerável.</p>



<p>Na complementação dos acervos entende-se o objeto como documento e visa-se à formação de séries tipológicas e temáticas, de modo a permitir seu uso para pesquisas em torno de problemas históricos, na perspectiva dos estudos de cultura material.</p>



<p>Novos núcleos vêm sendo implantados, como o de brinquedos industrializados e o de ferramentas ligadas a ofícios urbanos; materiais de construção são coletados, em parte, em escavações arqueológicas.</p>



<p>O universo material da casa encontra nos móveis e porcelanas de aparato os conjuntos mais numerosos. Máquinas de costura, ferros de passar e utensílios vários remetem a outras dimensões da vida doméstica.</p>



<p>O tratamento seriado da indumentária e dos objetos de uso pessoal insere as construções de identidades individuais em práticas sociais.</p>



<p>Deslocamentos em espaço urbano ou rural são documentados pelos veículos, além dos petrechos para montaria.</p>



<p>As práticas religiosas encontram no acervo de arte sacra paulista seu núcleo mais expressivo.</p>



<p>Quanto às organizações públicas, uniformes e armaria documentam práticas e simbologia de diferentes corporações, assim como os equipamentos, no que diz respeito aos serviços urbanos.</p>



<p>Medalhística, numismática e filatelia são núcleos tradicionais da instituição.</p>



<p>Do todo podem ser extraídos alguns conjuntos temáticos, como os relativos a Independência, Guerra do Paraguai e Revolução de 32.</p>



<p>Algumas coleções pessoais de porte foram doadas ao Museu Paulista ao longo de sua história. Entre elas, as do engenheiro-arquiteto Tommaso Gaudenzio Bezzi, do inventor Santos Dumont, do diplomata José Carlos de Macedo Soares e das senhoras Olga de Souza Queiroz, Carmencita Bettenfeld Julien e Prado Guimarães.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Formação dos Acervos</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/formacao-dos-acervos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 02:22:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museu do Ipiranga]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O acervo do Museu Paulista tem sua origem em uma coleção reunida pelo Coronel Joaquim Sertório, da qual constavam espécimes de História Natural peças de interesse etnográfico e histórico. Esta coleção particular encontrava-se na própria residência do Coronel, situada no Largo Municipal, hoje Praça João Mendes. Em 1890, a coleção foi adquirida pelo Conselheiro Francisco [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O acervo do Museu Paulista tem sua origem em uma coleção reunida pelo Coronel Joaquim Sertório, da qual constavam espécimes de História Natural peças de interesse etnográfico e histórico. Esta coleção particular encontrava-se na própria residência do Coronel, situada no Largo Municipal, hoje Praça João Mendes. Em 1890, a coleção foi adquirida pelo Conselheiro Francisco de Paula Mayrink, que a doou, juntamente com objetos da coleção Pessanha, ao Governo do Estado.</p>



<p>Em 1891, o Presidente do Estado, Américo Brasiliense de Almeida, deu a Alberto Löefgren, botânico da Comissão Geográfica e Geológica do Estado a incumbência de organizar esse acervo, designando-o Diretor do recém-criado Museu do Estado. As coleções existentes foram reunidas, em 1892, num prédio localizado no Largo do Palácio, atual Pátio do Colégio. No ano seguinte, foram transferidas para um prédio situado na Rua da Consolação.</p>



<p>Em 1893, o Museu do Estado deixa de pertencer à Comissão Geográfica e Geológica, por determinação do então Presidente do Estado, Bernardino de Campos. Como Diretor do Museu é designado o zoólogo Hermann von Ihering, incumbido de transferir o acervo da instituição para um novo local: o edifício-monumento recém-inaugurado, às margens do Ipiranga.</p>



<p>Essa decisão foi tomada para atender às determinações do Governo Provisório do novo regime republicano que, ao incentivar a conclusão do monumento em 1890 exige que a ele fosse dado um &#8220;destino útil&#8221;: de escola ou instituição científica.<br>O Governo determina, então, que o Monumento do Ipiranga seja utilizado para abrigar o Museu do Estado, lei n. 192 de 25 de agosto de 1893.</p>



<p>Transferida no ano seguinte, já sob a denominação de Museu Paulista, a instituição é oficialmente inaugurada a 7 de setembro de 1895 pelo Presidente do Estado, ficando subordinada à Secretaria dos Negócios do Interior, posteriormente da Educação.</p>



<p>Ao longo de seus mais de cem anos, o Museu Paulista sofreu uma série de modificações com o desmembramento de parte de seus acervos: em 1927, a seção de Botânica passou a integrar o Instituto Biológico de Defesa Agrícola e Animal; 12 anos depois, em 1939, é a vez da seção de Zoologia, que passa a fazer parte da Secretaria de Agricultura, dando origem ao atual Museu de Zoologia da USP. A mais recente reformulação, ocorrida em agosto de 1989, transferiu os acervos arqueológicos e etnológicos para o Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, restringindo, assim, a tipologia das peças que compõem o acervo da Instituição, atualmente, ao campo exclusivamente histórico.</p>
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		<title>Projeto de Ampliação do Museu Paulista</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/projeto-de-ampliacao-do-museu-paulista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 02:21:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museu do Ipiranga]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Infelizmente, Caro Visitante, não temos notícias a respeito da reabertura do nosso Querido Museu. As últimas informações obtidas &#8211; bem desatualizadas &#8211; encontram-se a seguir: O Museu Paulista da Universidade de São Paulo projeta abrir seu Edifício-Monumento inteiramente à visitação pública (hoje, um terço de seu espaço está ocupado com áreas internas de trabalho e [&#8230;]</p>
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<p>Infelizmente, Caro Visitante, não temos notícias a respeito da reabertura do nosso Querido Museu. As últimas informações obtidas &#8211; bem desatualizadas &#8211; encontram-se a seguir:</p>



<p>O Museu Paulista da Universidade de São Paulo projeta abrir seu Edifício-Monumento inteiramente à visitação pública (hoje, um terço de seu espaço está ocupado com áreas internas de trabalho e guarda de seu rico acervo, que conta com mais de 200 mil unidades referentes à história da cultura material de São Paulo e do Brasil).</p>



<p>Além da restauração e reformulação do Edifício-Monumento, projeta ampliar suas áreas de exposições e equipamentos de uso público como auditório e cafeteria.</p>



<p>Ao mesmo tempo – e para poder atingir estes objetivos –, prepara a construção de um Bloco Técnico para abrigar adequadamente suas atividades de pesquisa e curadoria científicas.</p>



<p>Assim, são previstos:</p>



<p>1. Novas áreas para o público: na parte posterior ao Museu (ligando o Edifício-Monumento ao Bloco Técnico), uma grande área subterrânea iluminada com luz natural através de clarabóia, comportará um espaço expositivo livre, planejado para exposições de envergadura, assim como a instalação de um auditório e de equipamentos para conforto do público, representando uma importante mudança de escala e qualidade nas áreas abertas à visitação no Museu Paulista.</p>



<p>2. Bloco Técnico: um Bloco Técnico será especialmente construído para abrigar de forma muito mais adequada todas as reservas técnicas de acervo e as atividades científicas de pesquisa e de curadoria museológica, aí incluídos os laboratórios de conservação e restauro, a biblioteca, o centro de documentação, os serviços de museografia e comunicação visual, de informática e dos setores administrativos, tudo dentro dos padrões técnicos internacionais atualmente em vigor, permitindo ao Museu Paulista uma situação condizente com sua condição de museu de referência, pertencente à Universidade de São Paulo e, assim, com suas missões científicas e culturais.</p>



<p>3. Restauração e readequação do Edifício-Monumento: quando for possível liberar todo o Edifício-Monumento, este deverá passar por amplo processo de renovação para ser inteiramente aberto ao público.</p>



<p>Autorização concedida pelo Governo do Estado</p>



<p>Em 14 de fevereiro último e visando a realização da primeira etapa deste projeto, o Excelentíssimo Senhor Governador José Serra assinou expediente autorizando uso de área contígua e posterior ao Edifício-Monumento, para desenvolvimento dos estudos e do projeto executivo de criação do subterrâneo que comportará exposições, auditório e outros equipamentos abertos ao público.</p>
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		<title>Imagens recriam a História</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/imagens-recriam-a-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 02:19:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museu do Ipiranga]]></category>
		<category><![CDATA[Pra conhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2005, o Museu Paulista da Universidade de São Paulo foi contemplado pelo programa de adoção de entidades culturais da Caixa Econômica Federal com a premiação concedida a seu projeto Imagens Recriam a História (reformulação de exposição permanente), no valor de R$310.000,00 (trezentos e dez mil reais). O projeto expositivo envolve a reformulação das exposições [&#8230;]</p>
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<p>Em 2005, o Museu Paulista da Universidade de São Paulo foi contemplado pelo programa de adoção de entidades culturais da Caixa Econômica Federal com a premiação concedida a seu projeto Imagens Recriam a História (reformulação de exposição permanente), no valor de R$310.000,00 (trezentos e dez mil reais).</p>



<p>O projeto expositivo envolve a reformulação das exposições localizadas na ala oeste do pavimento térreo, compreendendo um total de cinco salas e o corredor de acesso – 438 m2. Esta ala conta com salas ocupadas por telas de grandes dimensões – Fundação de São Vicente, de Benedito Calixto e Fundação da cidade São Paulo e Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro, ambos de Oscar Pereira da Silva, e Partida da Monção, de Almeida Jr – além de uma maquete de gesso representando a cidade de São Paulo em 1841(nas dimensões aproximadas de 6m x 7m).</p>



<p>A exposição Imagens Recriam a História pretende fornecer ao público novas chaves de interpretação destas obras pertencentes ao acervo do Museu Paulista da USP. Procura-se evitar a compreensão das telas e da maquete como imagens fiéis à realidade, contemporâneas aos momentos representados.</p>



<p>Esculturas, pinturas de gênero histórico e a maquete de São Paulo alcançaram estatuto de documentos verídicos – e, portanto inquestionáveis – graças ao projeto museológico estabelecido durante a gestão de Affonso Taunay (1917 a 1945). A instituição transformou-se em um “lugar de memória”, forjando grande parte do imaginário nacional referente ao passado do Brasil.</p>



<p>No Museu Paulista, essas imagens recriaram uma história do Brasil tendo como eixo a trajetória de São Paulo. Esta interpretação, estabelecida por historiadores paulistas durante a Primeira República, opunha-se àquela da historiografia gerada no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro ao longo do século 19.</p>



<p>A exposição Imagens Recriam a História procura explorar a historicidade das imagens que ajudaram a construir esta memória simultaneamente nacional e paulista. Para tanto, a abordagem privilegia três aspectos da inserção destas obras no circuito artístico brasileiro em que foram produzidas: o processo de criação dos artistas, a forma pela qual foram adquiridas pelo Museu Paulista e a difusão destas obras de arte em livros didáticos e objetos de uso cotidiano como selos, cédulas, cartões telefônicos, postais, porcelanas, talheres, chaveiros, álbuns de figurinhas e brinquedos.</p>



<p>A exposição adotou vários recursos multimídia:</p>



<p>&#8211; terminais referentes a duas salas que aprofundam análise das pinturas;<br>&#8211; um vídeo que ensina como ver uma pintura histórica, sincronizando imagens em movimento e iluminação;<br>&#8211; um vídeo que conta a história da elaboração da maquete;<br>&#8211; e “observatórios” que permitem ao público explorar pontos da maquete de São Paulo.</p>



<p>Além dos recursos multimídia, a exposição inaugura, no Museu Paulista, o uso de materiais para portadores de necessidades especiais, tais como telas táteis, textos em braille e narração descrevendo as pinturas.</p>



<p>O Serviço Educativo do Museu Paulista tem mantido contato com instituições de deficientes visuais que, em um trabalho colaborativo, têm nos assessorado na confecção desses materiais. Serão oferecidas oficinas gratuitas ao público.</p>



<p>A reformulação da área expositiva da ala oeste do piso térreo integra um esforço institucional desenvolvido desde o início da década de 1990 no sentido de atender a uma das missões do Museu Paulista da Universidade de São Paulo que é levar para o público geral e escolar a produção de conhecimento histórico referente às temáticas de História e da Cultura Material.</p>



<p>Amplia-se, assim, o escopo de inclusão social promovido pela USP no âmbito de suas atividades de extensão, por meio deste Museu.</p>



<p>Curadoria: Prof. Dr. Paulo César Garcez Marins<br>Coordenação institucional: Profa. Dra. Solange Ferraz de Lima<br>ABERTURA: 23 DE JANEIRO DE 2007 – 19h30<br>Período: Longa duração</p>



<p>Serviço: Exposição de longa duração<br>Museu Paulista da USP<br>Parque da Independência s/n – Ipiranga<br>Tel. 2065-8000</p>



<p>Exposições:<br>Terça a domingo, das 9h00 às 17:00hs.</p>



<p>Ingresso:<br>R$ 6,00 &#8211; Adulto<br>R$ 3,00 &#8211; Estudante ( mediante apresentação de carteira escolar).</p>



<p>Entrada gratuita:<br>* No primeiro e terceiro domingo de cada mês<br>* Para menores de 6 anos e para maiores de 60 anos</p>
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