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	<title>Arquivos Informações Gerais - Portal do Ipiranga</title>
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	<description>História, diversão, comércio e juito mais</description>
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	<title>Arquivos Informações Gerais - Portal do Ipiranga</title>
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		<title>Logradouros &#8211; Ruas e Avenidas com as letras de A a C</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 00:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informações Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relação e breve histórico de alguns logradouros iniciados com as Letras A a C, da Região do Ipiranga AGOSTINHO GOMES &#8211; RUAALENCAR ARARIPE &#8211; RUAALMIRANTE DE LAMARE &#8211; AVENIDAALMIRANTE LOBO &#8211; RUAALMIRANTE MARIATH &#8211; RUAANCHIETA &#8211; RODOVIAANTONIO MARCONDES &#8211; RUAASSAD MOYSES SALIBA &#8211; RUAAUGUSTO MAY &#8211; RUAARAUJO GONDIN &#8211; RUAAURIVERDE &#8211; RUABARÃO DE LORETO &#8211; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Relação e breve histórico de alguns logradouros iniciados com as Letras A a C, da Região do Ipiranga</strong></p>



<p><strong>AGOSTINHO GOMES &#8211; RUA<br>ALENCAR ARARIPE &#8211; RUA<br>ALMIRANTE DE LAMARE &#8211; AVENIDA<br>ALMIRANTE LOBO &#8211; RUA<br>ALMIRANTE MARIATH &#8211; RUA<br>ANCHIETA &#8211; RODOVIA<br>ANTONIO MARCONDES &#8211; RUA<br>ASSAD MOYSES SALIBA &#8211; RUA<br>AUGUSTO MAY &#8211; RUA<br>ARAUJO GONDIN &#8211; RUA<br>AURIVERDE &#8211; RUA<br>BARÃO DE LORETO &#8211; RUA<br>BENTO RIBEIRO &#8211; RUA<br>BOM PASTOR &#8211; RUA<br>BRIGADEIRO JORDÃO &#8211; RUA<br>BRIGADEIRO SAMPAIO &#8211; RUA<br>CARNEIRO DE CAMPOS &#8211; RUA<br>CIPRIANO BARATA &#8211; RUA<br>CISPLATINA &#8211; RUA<br>CLEMENTE PEREIRA &#8211; RUA<br>COMANDANTE TAYLOR &#8211; RUA</strong></p>



<p>**********************************</p>



<p><strong>AGOSTINHO GOMES &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Francisco Agostinho Gomes, um dos veteranos vultos da Inconfidência Baiana de 1798. O personagem citado na rua, foi, entre outras menções, orador emérito e líder da tendência de emancipação.Foi Deputado da Província da Bahia, representando o Brasil das Cortes de Lisboa. Consta dos seus anais que o emérito homenageado foi também um dos “Signatários da Segunda Declaração da Inglaterra”.</p>



<p>********************************</p>



<p><strong>ALENCAR ARARIPE &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Tristão Gonçalves de Alencar Araripe, escritor, magistrado e político brasileiro. Foi um dos Conselheiros da Corte, representando a Província do Ceará. Filho do coronel Tristão Gonçalves de Alencar Araripe (revolucionário da Confederação do Equador) e de D. Ana Tristão de Araripe, intitulada, Ana &#8220;Triste&#8221;, após a morte do marido, foi estudar Direito na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, na cidade de São Paulo tendo se graduado em 1845. Passou por diversos cargos públicos, como juiz municipal de Fortaleza; juiz de Direito de Bragança, no Pará; juiz especial do Comércio, de Recife; desembargador das Relações da Bahia e de São Paulo (das quais foi presidente) e da Corte; presidente do Rio Grande do Sul e do Pará; ministro do Supremo Tribunal de Justiça; ministro da Justiça e da Fazenda (no governo do generalíssimo Deodoro); chefe de Polícia no Espírito Santo, Pernambuco e Ceará; conselheiro de Estado; presidente das províncias do Rio Grande do Sul e do Pará; deputado estadual (em três legislaturas); oficial da Ordem da Rosa; e Membro de inúmeras associações culturais dentre elas o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro. Nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal permaneceu no cargo até 1894, quando se aposentou.</p>



<p>*****************************</p>



<p><strong>ALMIRANTE DE LAMARE &#8211; AVENIDA</strong></p>



<p>Em homenagem ao Almirante Rodrigo Antonio de lamare. Em épocas passadas, o Almirante, quando na ativa, foi, por ordem de Dom Pedro I, em 1822, enviado com uma reunião de barcos leves da marinha de guerra (flotilha) no comando da Corveta Liberal, Ex-Gaivota, para bloquear Salvador, em companhia do Brigadeiro Labatut que seria desembarcado em Maceió e daí para o Recife. O envio de de lamare tinha como objetivo dominar a revolta da Bahia desencadeada pela inquietude causada pelo jornal “Constitucional” dirigido por Montezuma, no qual se afirmava que os portugueses iriam atacar os patriotas brasileiros.</p>



<p>*********************************</p>



<p><strong>ALMIRANTE LOBO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem ao Vice-Almirante Rodrigo Lobo. Está registrado na história que, O Governo Imperial, em virtude do rompimento do pacto que declarava a Banda Oriental (Uruguaia) como Província Cisplatina, enviou, para bloquear Buenos Aires, uma esquadrilha comandada pelo Vice-Almirante Rodrigo Lobo. Em virtude da pressão exercida, o Governo de Buenos Aires declarou que ficaria inteiramente neutro nas questões entre o Brasil e os orientais. O Vice-Almirante desempenhou também importante papel ao desembarcar em Recife, tomando a cidade e assumindo o Governo da Capitania por ocasião da célebre Revolução Republicana de Pernambuco.</p>



<p>***********************************</p>



<p><strong>ALMIRANTE MARIATH &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Frederico Mariath, militar da Marinha Brasileira. Costa nos anais da história que, em abril, sob os comandos do Capitão-de-Mar-e-Guerra James Norton e do Capitão-de-Fragata Frederico Mariath, fêz toda a campanha do Rio da Prata, sobressaindo-se na defesa da Fragata Imperatriz (26 de abril) e nos combates dos bancos de Ortiz (3 de maio) e Lara-Quilmes (29 e 30 de junho), quando colocou fora de combate a fragata argentina 25 de Mayo.</p>



<p>*********************************</p>



<p><strong>ANCHIETA &#8211; RODOVIA</strong></p>



<p>Em homenagem a José de Anchieta, considerado como a grande figura da colonização brasileira, especialmente de São Paulo de Piratininga. O apóstolo do Brasil nasceu aos 19 de março de 1534 em Tenerife, Iilhas Canárias. No batismo, recebeu o nome de José, porque veio à luz na festa de São José. Foi estudar em Coimbra aos 14 anos de idade. Fez o curso superior de Humanidades e tornou-se excelente latinista. Entrou para a Companhia em 1551. Adoeceu seriamente no Noviciado e após os votos foi destinado ao Brasil, por sua fama de bom clima para doentes. De fato, aqui melhorou muito. Foi mestre em Piratininga, que se tornou mais tarde a cidade de São Paulo, e refém de pazes em Iperuí onde compôs o Poema da Virgem. Participou na fundação da cidade do Rio de Janeiro. Ordenado sacerdote, trabalhou dez anos na região de São Paulo, como superior, e depois outros dez anos provincial do Brasil. Anchieta é contado entre os primeiros que aprenderam a língua tupi. Os últimos anos passou numa aldeia de índios: Reritiba, hoje cidade de Anchieta. Lá veio a adoecer gravemente e a falecer no dia 9 de junho de 1597. Sua morte foi assistida por cinco de seus colegas, após ter recebido o sacramento dos enfermos. Seu corpo foi levado pelos índios, numa viagem de 80km para Vítória, onde foi sepultado. Foi grande escritor, historiador, poeta e teatrólogo. Beatificado solenemente por João Paulo II no dia 22 de junho de 1980.</p>



<p>*********************************</p>



<p><strong>ANTONIO MARCONDES &#8211; RUA</strong></p>



<p>O homenageado era filho do Visconde de Pindamonhangaba, o major Francisco Marcondes Homem de Melo e de Ana Francisca de Melo. Muito jovem foi enviado para estudar no seminário, na cidade mineira de Mariana. Concluídos os preparatórios, ingressa na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (São Paulo), onde se forma em 1858. Voltando para a terra natal, ingressa na política pelo Partido Liberal, elegendo-se vereador e logo presidindo a Câmara (1860-61). Prestando concurso, é nomeado professor de &#8220;História Universal&#8221; do Colégio Pedro Segundo, na capital do país. Ali leciona até 1864, quando é exonerado, a pedido, pois havia sido nomeado governador de São Paulo. Inicia então sua vida pública, interrompida com a Proclamação da República. Retorna, então, para o magistério, à cartografia e à literatura. Foi professor do Colégio Militar, no Rio e de Mitologia na Escola Nacional de Belas Artes, depois de História das Artes. Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (ingresso em 1859, dele sendo o presidente, posteriormente), do Instituto Histórico de São Paulo, do Instituto Geográfico Argentino, e da Academia Brasileira de Letras. Homem de Melo também dirigiu a Biblioteca Nacional &#8211; dentre inúmeras outras instituições. Homem de Melo não teve filhos, em dois casamentos. O primeiro, com sua prima Maria Joaquina Marcondes Ribas, da qual ficou viúvo, casando-se novamente com Julieta Unzer. Recebeu em vida os seguintes títuols: Comendador da Imperial Ordem da Rosa – 1867; Barão Homem de Melo – 1877; Major Honorário do Exército brasileiro. A sua vida pública foi intensa. O Barão Homem de Melo, além do cargo de vereador e do governo de São Paulo, presidiu ainda as províncias do Ceará (1865-1866), do Rio Grande do Sul (1867-1868) &#8211; quando organizou o III Exército, sob o comando do general Osório, para a luta na Guerra do Paraguai &#8211; e a da Bahia. Foi, ainda, deputado por São Paulo (1867-1868) &#8211; mandato que foi cassado pela dissolução da Assembléia, sendo entretanto restituído em 1878. Foi diretor do Banco do Brasil em dois períodos, e ainda Inspetor da Instrução do Rio de Janeiro, cargo cumulado ao de presidente da Cia. Estrada de Ferro Rio-S. Paulo (Estrada de Ferro D. Pedro II). Em 1880 integrou o Gabinete Saraiva. Barão Homem de Melo foi combativo abolicionista. Apesar de favorável à causa, não fez-se republicano &#8211; o que provocou seu afastamento da política, quando da mudança de regime.</p>



<p>*********************************</p>



<p><strong>ASSAD MOYSES SALIBA &#8211; RUA</strong></p>



<p>O homenageado sempre foi conhecido no Bairro do Ipiranga.</p>



<p>Nasceu no Líbano e veio para o Brasil em 1884, ingressando como Corretor de Cereais, e membro da colônia libanesa no trato das coisas da sociedade em geral.</p>



<p>Consta da história que, juntamente com o seu tio avô, ajudou a fundar a Sociedade Maronita do Brasil, de cunho filantrópico.</p>



<p>Colocou em prática várias atividades ao longo da sua vida, merecendo o reconhecimento da Bolsa de Cereais de São Paulo, onde acabou recebendo o título de emérito divulgador das coisas desse ramo.</p>



<p>Faleceu em 1954.</p>



<p>O seu nome, portanto, faz parte do elenco de ruas do Bairro Sacomã.</p>



<p>***********************************</p>



<p><strong>AUGUSTO MAY &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Carlos Augusto May, emérito jornalista, redator do pequeno jornal oposicionista, mas de grande importância, “Malagueta”.</p>



<p>A história assinala que, por apoiar o Padre Feijó e criticar José Bonifácio, foi espancado em sua casa certa noite por 4 desconhecidos.</p>



<p>*********************************</p>



<p><strong>ARAUJO GONDIN &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Antonio José de Araujo Gondin, pernambucano nascido em 1782.</p>



<p>O homenageado formou-se em Direito na famosa e idolatrada Escola de Direito de Coimbra, em Portugal.</p>



<p>Exerceu as funções de Juiz de Direito e de Ouvidor, respectivamente, nas cidades mineiras de Mariana e Vila Rica.</p>



<p>Também foi deputado e teve participação na elaboração da Constituinte Brasileira de 1823.</p>



<p>***********************************</p>



<p><strong>AURIVERDE &#8211; RUA</strong></p>



<p>O nome Auriverde, foi dado com a intenção de homenagear o nosso ouro, pela cor amarelo e o nosso verde, simbilizado da Bandeira Nacional.</p>



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<p><strong>BARÃO DE LORETO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Franklin Américo de Menezes Dória, depois Barão de Loreto.</p>



<p>O homenageado foi Advogado, emérito orador, magistrado respeitado, poeta e político monarquista brasileiro, nascido na ilha dos Frades, em Itaparica, Bahia,em 1836.</p>



<p>Foi Ministro da Guerra e interino de Estrangeiros, no primeiro ministério Saraiva, e do Império, no último gabinete da monarquia brasileira.</p>



<p>Era filho de José Inácio de Menezes Dória e de Águeda Clementina de Menezes Dória.</p>



<p>Formou-se em Direito na Faculdade de Direito de Recife, Pernambuco em 1859, dedicando-se, desde então, à profissão e à política.</p>



<p>Foi Promotor, Juíz de Direito e Chefe de Polícia em sua província.</p>



<p>Foi eleito deputado provincial na Bahia em 1863.</p>



<p>Foi nomeado governador do Piauí em 1864.</p>



<p>Foi governador do Maranhão em 1866 e governador de Pernambuco em 1880.</p>



<p>Eleito e reeleito para a Câmara Federal no período de 1872 a 1885), em mandatos alternados, tendo sido presidente da Câmara.</p>



<p>Tornou-se professor do Externato no Colégio Pedro II, após apresentar a tese para o concurso da cadeira de Retórica, Poética e Literatura Nacional em 1878: Da Poesia,caracteres essenciais; diferença da prosa; qualidade de poeta.</p>



<p>Integrou diversas associações culturais e filantrópicas e integrou o grupo de fundadores da Academia Brasileira de Letras em 1897, fundando a Cadeira número 25 que tem como patrono o poeta Junqueira Freire.</p>



<p>Foi ministro da Guerra no gabinete Saraiva, quando fundou a Biblioteca do Exército, que funciona até hoje, e Ministro do Império no último gabinete da Monarquia, do Visconde de Ouro Preto em 1889.</p>



<p>Conselheiro do Império, recebeu o título de Barão de Loreto em 1888 e colaborador tão fiel a Dom Pedro II, que o acompanhou voluntariamente em seu exílio na Europa.</p>



<p>De volta ao Brasil, dedicou-se à advocacia e à literatura e passou a trabalhar para o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro em 1896.</p>



<p>Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 1906.</p>



<p>Entre seus trabalhos jurídicos e literários mereceram destaque: Enlevos, poesia (1859); Estudo sobre Luís José Junqueira Freire (1869); Cântico comemorativo da Guerra do Paraguai, poesia (1870); Evangelina, tradução do poema de Longfellow (1874); Discursos sobre instrução, oratória (1877); Questões judiciais, direito (1881); Dois discursos (1884); Discurso e poesia em homenagem a Camões (1886); e, A instrução (1889).</p>



<p>**********************************</p>



<p><strong>BENTO RIBEIRO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Bento Manuel Ribeiro.</p>



<p>Nasceu em 1783, filho do tropeiro Manuel Ribeiro de Almeida, na histórica cidade dos tropeiros, Sorocaba, SP.</p>



<p>Com 7 anos foi para o Rio Grande do Sul como piá da estância do major Antônio Adolfo Charão (corruptela Scharam), em Rio Pardo.</p>



<p>O major Charão era dos Dragões do Rio Pardo e natural do Rio de janeiro, filho do médico alemão João Adolfo Scharam e casou com a filha do mineiro João Carneiro da Fontoura, então capitão dos Dragões de Rio Pardo, com ilustre descendência.</p>



<p>Assim, aos 18 anos, nas fileiras do citado regimento que ingressara como soldado raso em 1800, teve início a cintilante e muito movimentada carreira de Bento Manuel Ribeiro que durou 54 anos e que foi encerrada no posto de marechal do Exército Brasileiro.</p>



<p>Bento Manuel Ribeiro pelo lado materno descendia do bandeirante Anhanguera e do português João Ramalho e, pela linha paterna, de Pedro Taques.</p>



<p>Ligado à família Bueno, de Amador Bueno que fora proclamado rei de São Paulo. Pelos Bueno ligava-se por parentesco a Antônio Netto, ambos assim de boa cepa.</p>



<p>Bento Manuel Ribeiro casou em 1807, em Caçapava do Sul com Maria Mâncio da Conceição. Dess união, nasceram 11 filhos (5 mulheres e 6 homens).</p>



<p>Sua filha, Benevenuta, casou com o pernambucano, mais tarde general Victorino José Carneiro Monteiro e Barão de São Borja, do qual descendia o general Bento Manuel Ribeiro Carneiro Monteiro, destacado Chefe do Estado-Maior do Exército que criou a Missão Indigena da Escola Militar de Realengo, em 1919.</p>



<p>Prestou relevantes serviços militares, de soldado a marechal do Exército Imperial, à Integridade e Soberania do Brasil, colónia e independente, nas guerras do Sul de 1801, 1811-12, 1816 e 1821, 1825-28 e 1851-52, onde se firmou entre as maiores espadas de seu tempo.</p>



<p>Foi militar de raros méritos como estrategista, tático, profundo conhecedor do terreno e grande capacidade de nele orientar-se.</p>



<p>Possuiu grande capacidade de liderança em combate e de bem combinar Infantaria e Cavalaria, além de conhecimento apreciável da psicologia de seus homens e dos adversários.</p>



<p>Bento Manuel Ribeiro é um raro caso histórico de alguém que iniciando a vida como pião de estância e soldado miliciano por excepcionais méritos militares e pendores comerciais, tenha atingido o posto de marechal do Exército Imperial e general da República e acumulado enorme fortuna, cercada, inclusive, pela lenda gaúcha da Salamandra do Jarau, local da estância do bem-sucedido paulista de Sorocaba.</p>



<p>**********************************</p>



<p><strong>BOM PASTOR &#8211; RUA</strong></p>



<p>Homenagem a Congregação do Bom Pastor, que desenvolveu por mais de setenta anos, no bairro, um trabalho de assistência a crianças abandonadas e jovens desajustadas.</p>



<p>A Rua Bom Pastor é uma das mais importantes ruas do Bairro Ipiranga.</p>



<p>As primeiras irmãs chegaram à Congregação por volta de 1987. O estabelecimento era compartimento e recebia de um lado crianças órfãs e de outro jovens de 13 a 20 anos que apresentavam algum desvio moral.</p>



<p>As crianças vinham pelas mãos de seus familiares ou trazidas pelo juizado de menores.</p>



<p>Os assistidos, faziam o curso primário e, em seguida, eram conduzidos às tarefas domésticas para ajudar na manutenção do estabelecimento. fazendo bordados, lavando roupas dos estudantes dos colégios internos da região do Ipiranga.</p>



<p>Nos seus melhores dias, a Congregação chegou a acolher 300 crianças carentes menores.</p>



<p>*************************************</p>



<p><strong>BRIGADEIRO JORDÃO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Polidoro da Fonseca Quintanilha Jordão, o Visconde de Santa Teresa, nascido na cidade do Rio de Janeiro em 2 de novembro de 1792 e faleceu em 1879 na mesma cidade.</p>



<p>Foi um general e ministro brasileiro, importante militar das guerras dos Farrapos e do Paraguai.</p>



<p>Era filho do coronel João Florêncio Jordão.</p>



<p>Sua carreira política e militar foi voltada incessantemente ao serviço da Pátria, até que a luta heróica colocou em evidência os méritos assinalados do bravo e disciplinado militar a partir da ocasião em que foi solicitado pelo General Osório, comandante-chefe do Exército Brasileiro, na Guerra do Paraguai, a nomeação de um oficial de confiança que o pudesse substituir nos impedimentos. Foi então o General Polidoro nomeado pelo Governo, não somente para os impedimentos de Osório, mas também para substituir o Visconde de Porto Alegre no comando do 2° Corpo.</p>



<p>Tão logo chegou ao Paraguai, com o aumento dos padecimentos do General Osório, assumiu o comando do 1° Corpo, começando os seus trabalhos na Batalha de Curupaití, em que as forças sobre seu comando fizeram com o maior heroismo, a metralha do inimigo acorbertado por inacessiveis entricheiramentos.</p>



<p>Foi condecorado com a grã-cruz de São Bento de Aviz, com a dignitária do Ordem do Cruzeiro, com a comenda da Ordem da Rosa, com as medalhas do Mérito e Bravura Militar e a da Guerra do Paraguai.</p>



<p>Foi também por muitos anos o diretor da Escola Militar do Rio de Janeiro.</p>



<p>Seu nome também foi dado à antiga rua Berquó, no bairro de Botafogo, Rio de Jaeiro, em memória de seus serviços prestados à nação, em sessão da câmara municipal de 17 de fevereiro de 1870.</p>



<p>***********************************</p>



<p><strong>BRIGADEIRO SAMPAIO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Antônio de Sampaio que nasceu em 24 de maio de 1810, na fazenda Vitor, situada no Município de Tamboril, Estado do Ceará.</p>



<p>Trabalhou com o pai, que era ferreiro, agricultor e pecuarista.</p>



<p>A instrução primária foi feita em sua terra natal.</p>



<p>Na vida simples e dura do sertão, formou seu caráter e, aos vinte anos de idade, já se encontrava alistado no 22º Batalhão de Caçadores, em Fortaleza. Meses depois, já com as divisas de furriel, recebeu o batismo de fogo em combate nas ruas de Icó, no Ceará, no ano de 1832.</p>



<p>Participou das lutas de pacificação contra cabanos, balaios e praieiros, além das operações contra Oribe e Rosas.</p>



<p>Anos depois, comandou tropa na guerra contra Aguirre.</p>



<p>Chefiou também o Corpo Policial da Corte, cargo da mais alta importância na época.</p>



<p>Suas virtudes de chefe e líder, aliadas aos seus atos de bravura, o levaram ao generalato durante a Campanha do Uruguai.</p>



<p>Sua grande consagração viria no decorrer da Guerra da Tríplice Aliança, na batalha de Tuiuti, em 1866, quando a atuação da 3ª Divisão, “A Encouraçada”, sob seu comando, foi fundamental para a vitória das tropas aliadas. Nesse combate, Sampaio, ferido por três vezes no transcurso da contenda, foi evacuado em estado grave, vindo a falecer 43 dias depois.</p>



<p>O brigadeiro Antônio de Sampaio, que ascendeu na hierarquia militar pelo seu valor, destacou-se por bravura, heroísmo e dedicação à Pátria.</p>



<p>Sua escolha para Patrono da Arma de Infantaria foi o justo reconhecimento a esse brioso soldado, com a perpetuação de sua memória em todos os recantos do País onde a “arma do coturno e do fuzil” se faz presente, cumprindo sua missão.</p>



<p>**********************************</p>



<p><strong>CARNEIRO DE CAMPOS &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Francisco Carneiro de Campos era natural de Salvador, capitania da Bahia. Filho de José Carneiro de Campos e D. Custódia Maria do Sacramento, matriculou-se, em 1790, na Faculdade de Leis da Universidade de Coimbra, onde concluiu o curso, recebendo ograu de Bacharel.</p>



<p>Foi promovido pelo Príncipe D. João no lugar de Ouvidor da comarca de Porto Seguro e nomeado,em alvará de 17 de abril de 1809, Provedor da Fazenda dos Defuntos e Ausentes,Resíduos e Capelas da mesma comarca.</p>



<p>Em seguida foi nomeado Juiz do Crime da cidade da Bahia, ato que ficou sem efeito com a nomeação que obteve em decreto de 17 de dezembro de 1815, para o lugar de Juiz de Órfãos da mesma cidade, sendo-lhe concedida, em decreto de 3 de maio de 1819,a mercê de beca honorária.</p>



<p>Em 1821,obteve de D. João VI duas nomeações: Intendente do Ouro, em decreto de 22 de janeiro, e Desembargador da Relação da Bahia, em decreto de 16 de abril.</p>



<p>Os acontecimentos que se desenrolaram na província, nessa época, impediram que Carneiro de Campos tomasse posse desse último cargo, tendo D. Pedro I, em decreto de 5 de março de 1823, mandado que ele tivesse exercício na Casa da Suplicação.</p>



<p>Fez parte da Junta Provisória da Bahia, eleita em 21 de fevereiro de 1822, onde exerceu o cargo de Secretário.<br>Em decreto de 2 de abril de 1824, foi nomeado Desembargador da Casa da Suplicação,Desembargador de Agravos, graduado em decreto de 12 de outubro de 1827, e Desembargador de Agravos, em decreto de 18 de outubro de 1829, tudo na Casa da Suplicação.</p>



<p>Em decreto de 31 de janeiro de 1835, foi nomeado Ministro do Supremo Tribunal de Justiça na vaga ocorrida com o falecimento de Luiz Joaquim Duque-Estrada Furtado de Mendonça; tomou posse no dia 17 do mês seguinte.</p>



<p>Carneiro de Campos foi Deputado à Constituinte (1823) pela província da Bahia e nomeado Senador pela mesma província, em carta imperial de 19 de abril de 1826.<br>Foi Ministro de Estado da pasta dos Negócios Estrangeiros nos Gabinetes de 4 de outubro de 1830, 19 de março, 17 de abril e 16 de julho, tudo de 1831.</p>



<p>Foi agraciado com o hábito da Ordem de Cristo, em decreto de 15 de novembro de 1811,o oficialato da Ordem do Cruzeiro, em decreto de 2 de agosto de 1826, e o título do Conselho, em carta de 5 de novembro de 1829.</p>



<p>Faleceu em 8 de dezembro de 1842, sendo sepultado nas catacumbas da Igreja de São Francisco de Paula, na cidade do Rio de Janeiro.</p>



<p>********************************</p>



<p><strong>CIPRIANO BARATA &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Cipriano José Barata de Almeida (Salvador, 26 de setembro de 1762 — Natal, 7 de junho de 1838) foi um médico, político brasileiro, um dos principais partidários da Independência do Brasil.</p>



<p>Formado em Medicina e Filosofia pela Universidade de Coimbra, era um entusiasta dos ideais iluministas que ganhavam força nos meios acadêmicos da época. Inquieto e combativo,só usava roupas feitas com o tecido do Brasil.</p>



<p>Participou da Conjuração Baiana, organizando e orientando as camadas mais pobres da população. Há quem diga que ele escreveu o manifesto ao povo, que chamava à revolução, sendo por isso preso.</p>



<p>Participou também da Revolução Pernambucana de 1817.</p>



<p>Eleito deputado às Cortes em 1821 pela província da Bahia, adotou uma postura radicalmente nacionalista, o que enfureceu os deputados portugueses.</p>



<p>Retornando ao Brasil, fixou-se em Pernambuco, continuando a desenvolver intensa atividade política através do jornal Sentinela da Liberdade (Sentinela da Liberdade na Guarita de Pernambuco), de orientação liberal, que fundou, em abril de 1822, em Recife. Foi um dos que organizou a resistência baiana aos portugueses em 1822, que culminou com a vitória dos baianos e pernambucanos em 2 de julho de 1823.</p>



<p>Depois da Independência, foi eleito deputado à Assembléia Constituinte pela Bahia. Não tomou assento, sendo preso, assim como João Mendes Viana, redator do periódico Escudo da Liberdade do Brasil, acusados de inimigos do governo do Rio de Janeiro. Foi expulso da província e ficou preso sete anos.<br>Envolveu-se como um dos líderes da Confederação do Equador mas, ao contrário de outros líderes como Frei Caneca, cujas preocupações eram eminentemente políticas, propunha reformas sociais, defendendo a abolição da escravidão. Com a repressão imperial ao movimento, foi preso no Forte do Brum, sendo enviado para o Rio de Janeiro.</p>



<p>Começou a publicar no periódico A Sentinela da Liberdade. Por causa da mordacidade do jornal, e do envolvimento com outras insurreições no Primeiro Reinado, como a Confederação do Equador, foi preso durante mais de seis anos. Quando deixou o cárcere tinha mais de setenta anos.</p>



<p>Anos mais tarde abandonou a política, foi lecionar francês em Natal, onde veio a falecer.</p>



<p>***********************************</p>



<p><strong>CISPLATINA &#8211; RUA</strong></p>



<p>Província Cisplatina &#8211; Territórios constituídos pela Banda Oriental (Uruguai) incorporada ao Brasil a 31 de julho de 1.821 por votação do Congresso. Constituiu-se numa tentativa de D. João VI determinada pela tomada de Montividéo pelo General Lecor, intervindo na intervenção espanhola de D. Calota na América.</p>



<p>A Guerra da Cisplatina ou Campanha da Cisplatina foi um conflito ocorrido entre Brasil e Argentina no período de 1825 a 1828 pela posse da atual República Oriental do Uruguai.<br>O termo Cisplatina indica a região denominada Banda Oriental do Rio da Prata, que hoje constitui o Uruguai, e que desde os tempos do Tratado de Madri, vinha sendo disputada, primeiramente, por espanhóis e portugueses, e depois, por argentinos e brasileiros.</p>



<p>Território argentino até 1821, ele é incorporado ao Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves por Dom João VI com o nome de Província Cisplatina. A anexação é justificada pelos direitos hereditários que sua esposa, a Princesa Carlota Joaquina, teria sob a região. Após a conquista do território em 1816 pelo general português Carlos Frederico Lecor, comandante dos Voluntários do Príncipe Regente, é desenvolvida uma inteligente política de ocupação, com as Escolas Mútuas do Método Lancaster e o apoio das elites Orientais. Localizado na entrada do estuário do Rio da Prata, a Banda Oriental é estratégica, já que quem a controla tem grande domínio sobre a navegação em todo o rio.</p>



<p>O conflito</p>



<p>Com pretensões de anexar a Banda Oriental ou Cisplatina (antigos nomes do Uruguai), a Confederação das Províncias Unidas do Prata, a Confederação Argentina, incentiva os patriotas uruguaios, liderados por Juan Antonio Lavalleja, por meio de apoio político e suprimentos, a se levantarem contra a dominação brasileira na região.</p>



<p>O conflito se originou em 1825, quando líderes separatistas uruguaios, como Fructuoso Rivera e Lavalleja, proclamaram a independência da região. Lavalleja desembarcou na Cisplatina com sua tropa e com o apoio da população declarou a incorporação da Banda Oriental do Uruguai às Províncias Unidas do Rio da Prata, atual Argentina. A resposta do governo imperial do Brasil foi a declaração de guerra à Argentina.</p>



<p>Um exército argentino atravessou o rio da Prata, fazendo sua base em Durazno, e o movimento iniciou-se com a invasão do território brasileiro pelo general Carlos Maria de Alvear (1826). O visconde de Barbacena, comandando as tropas imperiais, chocou-se com os argentinos na batalha de Ituzaingó.</p>



<p>O imperador Dom Pedro I envia esquadra naval para bloquear o estuário do Rio da Prata, assim como os portos de Buenos Aires. A Argentina revida, atacando o litoral gaúcho. Contudo, a pressão naval brasileira consegue, com o tempo, estrangular o comércio argentino.</p>



<p>Dom Pedro I inicia a ofensiva terrestre a partir do final de 1826, por meio da reunião de tropas no sul do Brasil. Suas tropas são formadas, em sua maioria, por voluntários e por algumas unidades de mercenários europeus.</p>



<p>A dificuldade de D. Pedro I em reunir forças para o combate se deve em grande parte ao fato de seu governo estar enfrentando na mesma época várias rebeliões populares e levantes militares nas províncias do recém-independente Brasil (inclusive na capital Rio de Janeiro).</p>



<p>A falta de tropas atrasa em muito a capacidade de responder ao apoio de Buenos Aires ao levante no sul. Por volta de 1826 o apoio argentino não é mais somente político e logístico, já há convocação de tropas para lutar contra o império.<br>A guerra é marcada por diversos pequenos encontros e escaramuças de grupos armados de ambos os lados. Estes encontros em nada contribuíram para o impasse político e militar.</p>



<p>Somente as batalhas de Sarandi e Passo do Rosário foram encontros militares de maior vulto. Em ambos, o exército imperial foi derrotado. Contudo, graças a falta de recursos humanos e logísticos de Argentina e Uruguai para explorarem estas vitórias, elas foram de pouco proveito.</p>



<p>A guerra prosseguiu, por terra e mar, com vantagem para as forças imperiais, que derrotaram as forças republicanas na batalha decisiva de Monte Santiago (1827).</p>



<p>Na primeira metade do ano seguinte, dado o impasse em terra, o bloqueio naval brasileiro, os altos custos para os belingerantes da continuação da guerra, a pressão britânica para que um acordo fosse firmado, além da precariedade militar e política dos países beligerantes, a paz começou a ser negociada, com a mediação da França e da Grã-Bretanha. O Império do Brasil e a República das Províncias Unidas do Rio da Prata, por uma convenção preliminar de paz, assinada no Rio de Janeiro, renunciaram às suas conquistas e reconheceram como Estado independente a Banda Oriental do Uruguai, que passou a se chamar República Oriental do Uruguai.</p>



<p>A derrota</p>



<p>A perda da Cisplatina foi mais um motivo para o crescimento da insatisfação com o governo de Dom Pedro I. Na realidade, a guerra era impopular desde o início, pois para muitos brasileiros representava aumento de impostos para o financiamento de mais uma guerra.</p>



<p>Quando o Brasil assinou o acordo pela independência da região, muitos utilizaram isto como argumento para tornar ainda mais impopular o governo, alegando que o imperador havia depauperado os cofres públicos e sacrificado a população por uma causa perdida. Entretanto, a Guerra da Cisplatina não foi o motivo da abdicação do imperador em 1831. Ela se insere dentro de outros que concorreram para sua queda; entre eles, sem dúvida, seu estilo centralizador de governar foi o principal.</p>



<p>**********************************</p>



<p><strong>CLEMENTE PEREIRA &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a José Clemente Pereira, também conhecido como José Pequeno, (Trancoso, 17 de fevereiro de 1787 — Rio de Janeiro, 10 de março de 1854) foi um magistrado e político luso-brasileiro. Foi casado com a viscondessa da Piedade.</p>



<p>Foi deputado geral, ministro dos Estrangeiros, ministro da Justiça, ministro da Guerra, conselheiro de Estado, ministro da Fazenda e senador do Império do Brasil de 1842 a 1854.</p>



<p>Era filho de José Gonçalves e Maria Pereira. Estudou Direito na Universidade de Coimbra e mais tarde combateu os franceses em Portugal pois serviu no Exército Anglo-Lusitano que enfrentou os franceses sob a liderança do Duque de Wellington.</p>



<p>Em 1815 veio para o Brasil, onde estava a corte, nomeado juiz de fora da cidade de Niterói. Pouco tempo depois foi eleito para o Senado da Câmara e se e tornou um dos artífices da independência do Brasil. Aliou-se a Joaquim Gonçalves Ledo nas campanhas pela independência, sendo ameaçado e perseguido. Impediu que D. Pedro jurasse a Constituição Portuguesa e esteve à frente da grande manifestação popular do 9 de janeiro de 1822 que exigia a permanência do príncipe no Brasil e que resultou no Fico. O texto da declaração, conhecida como Dia do Fico, foi escrito por Gonçalves Ledo e entregue a D. Pedro por José Clemente Pereira.</p>



<p>A Independência do Brasil foi declarada em 12 de outubro de 1822 (a declaração da independência era de 7 de setembro de 8122) e D. Pedro I proclamado imperador. D. Pedro I era como indolente, mulherengo e tinha prolemas de epilepsia. Para subir ao poder apoiou-se nos maçons, inclusive pertencendo a um Loja Maçônica, na qual em quatro meses galgou todas as posições na hierarquia. Mas ao assumir o poder resolveu livrar-se dos que queriam uma monarquia mais democrática e poderiam ofuscar seu poder. Jose Clemente Pereira foi acusado de anarquista e demagogo e, logo após rápido julgamento, exilado. Com Joaquim Gonçalves Ledo aconteceu o mesmo.</p>



<p>Dois anos depois, em 1824, retornou ao Rio, foi eleito Intendente Geral, depois deputado e chegou a ser Comandante do Exército. Ocupou numerosos cargos públicos, no Primeiro Reinado nomeado Ministro do Império, ao mesmo tempo da Fazenda, da Justiça, dos Estrangeiros e da Guerra do 7º Gabinete de D. Pedro I.</p>



<p>Como ministro do Império, referendou importantes leis, inclusive a lei de criação do Supremo Tribunal de Justiça.</p>



<p>Em 1838 assumiu a Provedoria da Santa Casa de Misericórdia onde permaneceu até sua morte, sendo o responsável das transformações do espaço interno e a especialização de funções na Instituição. Uma primeira medida foi terminar com os sepultamentos que se faziam no interior ou no adro da igreja da irmandade. Com a aprovação da Real Academia de Medicina da Corte, o campo santo da irmandade foi transferido para a chamada Ponta do Calafate ou do Caju, e começou a funcionar em 2 de julho de 1839. José Clemente Pereira, a seguir, mexeu na estrutura interna do hospital, sem condições de higiene. Solicitou auxílio da Academia Imperial de Medicina e nomeou uma comissão de engenheiros. Enquanto começava a construção do novo hospital, o antigo era reformado, uma das primeiras medidas foi a criação de enfermarias separadas para as doenças contagiosas.</p>



<p>A Casa dos Expostos recebeu uma administração interna, os doentes foram separados dos sadios e foi instituída a alimentação artificial. Mais adiante ela foi para uma casa própria no próprio Largo da Misericórdia. O Recolhimento das Órfãs também teve melhorias e mais tarde foi distribuída pela cidade. Paralelamente, a situação dos loucos era tratada de maneira especial. Nessa questão, acredito que José Clemente Pereira tenha vislumbrado a redenção econômica da Santa Casa. Em 24 de agosto de 1841, foi lido o decreto de D. Pedro II autorizando a criação de um hospício para alienados. O imperador contribuiu com parte da verba e a população com o restante.</p>



<p>Foi ministro da Guerra e da Marinha no segundo gabinete. Colaborou na redação dos códigos Criminal (1827) e Comercial (1850). Conselheiro de Estado, foi ainda presidente do Tribunal do Comércio, juiz de fora e juiz de Fora, como advogado e magistrado.</p>



<p>Teve mandatos de deputado geral &#8211; 1826 a 1829; 1830 a 1833; 1838 a 1841 e foi senador &#8211; 1842 a 1854.</p>



<p>Deixou como obra o projeto do código comercial do império, sua Defesa oferecida aos representantes da nação em 10 de junho de 1831, o projeto do código criminal do império (Rio de Janeiro, 1827), a Representação ao Senhor D. Pedro I no dia de sua aclamação, em nome do povo do Rio de Janeiro (1822).</p>



<p>Recebeu do Imperador o título de desembargador e de dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro e da Imperial Ordem da Rosa</p>



<p>***********************************</p>



<p><strong>COMANDANTE TAYLOR &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a John Taylor.<br>Incumbido por D.Pedro I para garantir a posse de Pais Barreto no Governo de Pernambuco.</p>



<p>Comandando duas fragatas de guerra chegou a Recife, aguardando solução pacífica, sem derramamento de sangue.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Logradouros &#8211; Ruas e Avenidas com as letras de C a M</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 23:59:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informações Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relação e breve histórico de alguns logradouros iniciados com as Letras C a M, da Região do Ipiranga CÔNEGO JANUÁRIO &#8211; RUACORREIA SALGADO &#8211; RUACOSTA AGUIAR &#8211; RUACONSTITUINTE &#8211; RUACURSINO &#8211; AVENIDADEBRET &#8211; RUADIOGO DE MENDONÇA &#8211; RUADOIS DE JULHO &#8211; RUADOMINGOS MARTINS &#8211; RUADOM PEDRO I &#8211; AVENIDADONA LEOPOLDINA &#8211; RUAEMÍLIO PASCHOAL &#8211; RUAFALCÃO [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Relação e breve histórico de alguns logradouros iniciados com as Letras C a M, da Região do Ipiranga</strong></p>



<p><strong>CÔNEGO JANUÁRIO &#8211; RUA<br>CORREIA SALGADO &#8211; RUA<br>COSTA AGUIAR &#8211; RUA<br>CONSTITUINTE &#8211; RUA<br>CURSINO &#8211; AVENIDA<br>DEBRET &#8211; RUA<br>DIOGO DE MENDONÇA &#8211; RUA<br>DOIS DE JULHO &#8211; RUA<br>DOMINGOS MARTINS &#8211; RUA<br>DOM PEDRO I &#8211; AVENIDA<br>DONA LEOPOLDINA &#8211; RUA<br>EMÍLIO PASCHOAL &#8211; RUA<br>FALCÃO DE LACERDA &#8211; RUA<br>FICO &#8211; RUA<br>FREI BRAYNER &#8211; RUA<br>FREI SAMPAIO &#8211; RUA<br>GAMA LOBO &#8211; RUA<br>GENERAL LECOR &#8211; RUA<br>GONÇALVES LEDO &#8211; RUA<br>GREENFELD &#8211; RUA<br>GRITO &#8211; RUA<br>GUARACIABA MOURÃO TRINDADE &#8211; RUA<br>GUARDA DE HONRA &#8211; RUA<br>INDEPENDÊNCIA &#8211; RUA<br>ITAPARI &#8211; RUA<br>ITUANOS &#8211; RUA<br>JOSÉ AUGUSTO VELLOSO &#8211; PRAÇA<br>JUNTAS PROVISÓRIAS &#8211; AVENIDA<br>LABATUT &#8211; RUA<br>ESTRADA DAS LÁGRIMAS &#8211; RUA<br>LEAIS PAULISTANOS &#8211; RUA<br>JOSÉ JOAQUIM DE LIMA E SILVA &#8211; RUA<br>LINO COUTIHO &#8211; RUA<br>LORD COCHRANE &#8211; RUA<br>LOURIVAL SEBASTIÃO RAMOS &#8211; RUA<br>LUCAS OBES &#8211; RUA<br>MANIFESTO &#8211; RUA<br>MARCOS TEIXEIRA &#8211; RUA</strong></p>



<p>**************************************</p>



<p><strong>CÔNEGO JANUÁRIO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem ao Cônego Januário da Cunha Barbosa. Partidário da facção de Gonçalves ledo, Clemente Pereira e outros que acreditavam na possibilidade da ação libertadora da maçonaria.<br>Januário da Cunha Barbosa (Rio de Janeiro, 10 de julho de 1780 — Rio de Janeiro, 22 de fevereiro de 1846) foi um orador sacro, jornalista, poeta, biógrafo e político de muita importância no Primeiro Reinado.</p>



<p>Nomeado cônego da Capela Real em 1808, entrou para a Maçonaria onde foi eleito orador em 1822. Teve atuação destacada no processo da Independência.</p>



<p>Com o marechal Raimundo José da Cunha Matos, foi um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, oficialmente fundado em 21 de outubro de 1838, do qual se tornou Secretário Perpétuo.</p>



<p>Foi ainda diretor da Biblioteca Nacional.</p>



<p>**********************************</p>



<p><strong>CORREIA SALGADO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Benedicto Correia Salgado. Foi Praça da Guarnição Militar em Pindamonhangaba, tendo participado do ato da Proclamação da Independência como Guarda de Honra de D. Pedro I.</p>



<p>*************************************</p>



<p><strong>COSTA AGUIAR &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a José Ricardo de Costa Aguiar de Andrada.</p>



<p>Deputado pelo Brasil (bancada de São Paulo) às Cortes de Lisboa. Signatário juntamente com Antonio Carlos de Andrada da primeira declaração dos deputados brasileiros refugiados na Inglaterra.</p>



<p>JOSÉ RICARDO DA COSTA AGUIAR D’ANDRADA, filho de Francisco Xavier da Costa Aguiar e D. Bárbara Joaquina de Aguiar e Andrada, nasceu a 15 de outubro de 1787, na vila de Santos, capitania de São Paulo.</p>



<p>Havendo concluído o curso de Humanidades, seguiu para Portugal, matriculando-se na Universidade de Coimbra, onde foi graduado em Leis, recebendo o grau de Bacharel em 1810.</p>



<p>Quando estudante da mesma Universidade, fez parte, em 1810, do Corpo Acadêmico ali organizado para a defesa da restauração do reino.</p>



<p>Regressando ao Brasil em 1811, foi nomeado pelo Príncipe Regente D. João, em decreto de 17 de dezembro desse ano, Juiz de Fora da cidade do Pará, obtendo, em alvará régio de 17 de março de 1812, a nomeação de Provedor da Fazenda dos Defuntos e Ausentes, Resíduos e Capelas da mesma cidade.</p>



<p>Foi depois nomeado:</p>



<p>Ouvidor da comarca de Marajó, em decreto de 6 de fevereiro de 1818;</p>



<p>Desembargador da Relação da Bahia, tendo exercício na referida comarca, pela imediata resolução de 13 de setembro de 1819, tomada sobre consulta da Mesa do Desembargo do Paço, e carta régia de 13 de novembro de 1819;</p>



<p>Desembargador da Casa da Suplicação, em decreto de 17 de dezembro de 1823;</p>



<p>Ouvidor da comarca do Pará, em decreto de 17 de dezembro de 1823 (nomeação que ficou sem efeito pelo decreto de 6 de setembro de 1824, sendo determinado que Costa Aguiar entrasse em exercício na aludida Casa da Suplicação);<br>Ajudante do Procurador da Coroa, Soberania e Fazenda Nacional, em decreto de 2 de agosto de 1825;</p>



<p>Desembargador da Mesa do Desembargo do Paço, em decreto de 12 de outubro de 1826;</p>



<p>Desembargador de Agravos da Casa da Suplicação, continuando como Ajudante do Procurador da Coroa, em decreto de 12 de outubro de 1827;</p>



<p>Ministro do Supremo Tribunal de Justiça, em decreto de 19 de outubro de 1828, tomando posse desse lugar em 9 de janeiro do ano seguinte.</p>



<p>Costa Aguiar foi agraciado por D. Pedro I com o título do Conselho, em carta imperial de 17 de outubro de 1826, e o foro de Fidalgo Cavaleiro em 15 de outubro de 1827.</p>



<p>Foi Deputado, pela província de São Paulo, às Cortes Portuguesas (1821-1822), à Assembléia Constituinte (1823) e à Assembléia Geral Legislativa na 1ª legislatura (1826-1829).</p>



<p>Escreveu entre outros trabalhos os seguintes: Anais da província do Pará, Itinerário do Rio de Janeiro a Jerusalém, Gramática da língua turca e Gramática da língua árabe.</p>



<p>Em sua viagem ao Oriente, iniciada em 1842, gastou o tempo de dezenove meses e três dias até o regresso ao Rio de Janeiro.</p>



<p>O Conselheiro José Ricardo da Costa Aguiar d’Andrada faleceu na cidade do Rio de Janeiro, a 23 de junho de 1846, sendo sepultado nas catacumbas da Igreja de São Francisco de Paula.</p>



<p>D. Pedro II concedeu à sua viúva, D. Jesuina Rita Moreira de Aguiar, em decreto de 23 de julho de 1846, a pensão anual de um conto de réis.</p>



<p>***********************************</p>



<p><strong>CONSTITUINTE &#8211; RUA</strong></p>



<p>De grande significado histórico pois D. Pedro I a pedido do Conselho de Procuradores, convocou uma Assembléia Constituinte, em sinal de franca rebeldia às Cortes Portuguesas. Foi encarregado de preparar esse importantíssimo ato solene, José Bonifácio.</p>



<p>**************************************</p>



<p><strong>CURSINO &#8211; AVENIDA</strong></p>



<p>Até o fim dos anos 40 a atual Avenida Cursino chamava-se Rua Diogo Welshe.</p>



<p>Uma rua de terra batida que recebia muitos animais ao longo do extenso trajeto.Era comum verificar a passagem de bois, cavalos, carneiros etc.</p>



<p>Depois ficou mais conhecida como a Estrada do Cursino, devido ao sítio do Capitão André Cursino, localizado nesta área.</p>



<p>******************************************</p>



<p><strong>DEBRET &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Jean Baptiste Debret.<br>(Pintor e ilustrador francês)</p>



<p>Nasceu em 18/04/1768, Paris (França)<br>Faleceu em 11/06/1848, Paris (França)</p>



<p>Formado pela Academia de Belas Artes de Paris, Jean Baptiste Debret, foi um dos membros da Missão Artística Francesa ao Brasil, organizada a pedido do rei dom João 6º. Liderada por Joachim Lebreton, a missão era composta também pelo arquiteto Charles-Simon Pradier, e pelo paisagista Nicolas-Antonine Taunay e seu irmão, o escultor Auguste Marie Taunay.</p>



<p>Debret era primo de Jacques-Louis David (1748-1825), chefe da escola neoclássica francesa, com quem estudou. O estilo de David, marcado pela preocupação de formar um caráter nacional, está presente nas telas de Debret. Como pintor oficial do Império, ele desenhou a bandeira do Brasil com a cor verde e o losango amarelo que permaneceram na bandeira republicana.</p>



<p>Debret chegou ao Rio de Janeiro em Março de 1816 e ficou no Brasil até 1831. Ele decidira deixar a vida confortável em Paris por causa da derrota de Napoleão e a perda de seu único filho.</p>



<p>Seu trabalho retrata o cotidiano, o processo de independência do Brasil e os primeiros anos do governo de Pedro I. Uma de suas obras mais conhecidas é um quadro de dom João em tamanho real.</p>



<p>Além de pintar retratos da família real, como uma grande tela sobre a coroação de dom Pedro 1º., ele lecionou na Academia Imperial de Belas Artes do Rio de Janeiro. Em 1829 montou a primeira exposição de artes do Brasil, com os trabalhos dos alunos.</p>



<p>Após regressar à França, publicou entre 1834 e 1839, uma série de gravuras reunidas em três volumes. A preocupação documental do artista é evidente nas páginas da &#8220;Voyage Pitoresque et Historique au Brésil ou Séjour d&#8217;un Artiste Français au Brésil&#8221; (Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil ou Estadia dum Artista Francês no Brasil).</p>



<p>Com um colorido harmonioso, a obra tem um enfoque historiográfico e procura traçar um painel do Rio de Janeiro. Trata-se de um dos poucos registros dos usos e costumes do Brasil nos primeiros anos do século 18. Com sua bagagem neoclássica, Debret eternizou as cenas de uma sociedade barroca e injusta.</p>



<p>Sem o seu trabalho, não haveria imagens mostrando o sofrimento dos escravos ou como era a vida da população brasileira nas ruas e até mesmo em suas casas. Desenhista atento às questões sociais, o artista conferiu também dignidade aos índios que retratou.</p>



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<p><strong>DIOGO DE MENDONÇA &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Diogo de Mendonça Furtado.</p>



<p>Governador Geral do Brasil de 1621 a 1624 quando melhorou as deficientes fortificações da cidade de Salvador e criando as do porto as de São Felipe e São Tiago, porém na invasão holandesa em 1624 foi preso e remetido para a Holanda.</p>



<p>Dom Fadrique de Toledo Osório &#8211; Almirante da família dos Duque D&#8217;Alba nasceu em Madri em 1580 onde faleceu em 1634 chegou ma Bahia em 1625 comandando uma esquadra de setenta navios e mais de doze mil homens sendo esta a maior expedição militar enviada a América no século XVII por isto recebeu o título de Marques de Villanueva de Valdueza e se instalando no convento do Carmo comandou a Jornada dos Vassalos conseguiu a completa rendição dos holandeses em Salvador em Agosto de 1625 regressou a Espanha aonde o Rei Felipe III o vez retornar ao Brasil e devido a sua desobediência ao rei pelo fato de não regressar ao Brasil foi condenado a pagar uma multa e excluído do Conselho e teve suspenso os seus direitos por dez anos.</p>



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<p><strong>DOIS DE JULHO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a data comemorativa da capitulação das tropas portuguesas na Bahia.</p>



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<p><strong>DOMINGOS MARTINS &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Domingos José Martins.</p>



<p>Chefe da Revolução Pernambucana de 1817. Nascido em Cachoeiro do Itapemirim, radicou-se em Recife com firma exportadora e importadora, viajando constantemente para Londres.</p>



<p>Tornou-se naturalmente chefe do movimento revolucionário de tendência fortemente nacionalista para implantação da República em Pernambuco. Deposto o Governador Caetano Pinto de Miranda Montenegro. Domingos José Martins, tornou-se o representante do comércio no Governo revolucionário.</p>



<p>Dominados posteriormente pelas tropas imperiais, o Conde dos Arcos &#8211; Governador da Bahia, mandou executar a todos os conspiradores (43 pessoas entre as quais 3 eclesiásticos).</p>



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<p><strong>DOM PEDRO I &#8211; AVENIDA</strong></p>



<p>Em homenagem a Dom Pedro I &#8211; Imperador do Brasil e Rei de Portugal.</p>



<p>Nasceu em Lisboa no dia 12 de Outubro de 1798. Herdeiro da coroa portuguesa em 1801, era filho de D. João VI e de D. Carlota Joaquina. Veio para o Brasil quando contava apenas com 9 anos de idade. Isso ocorreu em 1808, quando houve a invasão de Portugal pelos franceses, e a família real veio para o Rio de Janeiro.</p>



<p>Em março de 1816, com a elevação de seu pai a rei de Portugal, recebeu o título de príncipe real e herdeiro do trono em virtude da morte do irmão mais velho, Antônio. No mesmo ano casou-se com Carolina Josefa Leopoldina, arquiduquesa da Áustria.</p>



<p>A família real retornou à Europa em 26 de abril de 1821, ficando D. Pedro como Príncipe Regente do Brasil. A corte de Lisboa despachou então um decreto exigindo que o Príncipe retornasse a Portugal. Essa decisão provocou um grande desagrado popular e D. Pedro resolveu permanecer no Brasil. Isso desagradou às Cortes Portuguesas, que em vingança suspenderam o pagamento de seus rendimentos. Mesmo assim resistiu, naquele que ficou conhecido como o &#8220;Dia do Fico&#8221; (09/01/1822).</p>



<p>Com a popularidade cada vez mais em alta, quando ia de Santos para a capital paulista, recebeu uma correspondência de Portugal, comunicando que fora rebaixado da condição de regente a mero delegado das cortes de Lisboa. Revoltado, ali mesmo,em 7 de setembro de 1822, junto ao riacho do Ipiranga, o herdeiro de D. João VI resolveu romper definitivamente contra a autoridade paterna e declarou a independência do Império do Brasil, rompendo os últimos vínculos entre Brasil e Portugal.</p>



<p>De volta ao Rio de Janeiro, foi proclamado, sagrado e coroado imperador e defensor perpétuo do Brasil. Impulsivo e contraditório, logo abandonou as próprias idéias liberais, dissolveu a Assembléia Constituinte, demitiu José Bonifácio e criou o Conselho de Estado que elaborou a constituição (1824). Em meio a dificuldades financeiras e várias e desgastantes rebeliões localizadas, instalou a Câmara e o Senado vitalício (1826). Porém, um fato provocou desconforto geral e o seu declínio político no Brasil. Com a morte de D. João VI, decidiu contrariar as restrições da constituição brasileira, que ele próprio aprovara, e assumir como herdeiro do trono português, o poder em Lisboa como Pedro IV, 27º rei de Portugal.</p>



<p>Foi a Portugal e, constitucionalmente não podendo ficar com as duas coroas, instalou no trono a filha primogênita, Maria da Glória &#8211; então com sete anos &#8211; como Maria II, e nomeou regente seu irmão, Dom Miguel. Contudo, sua indecisão entre o Brasil e Portugal contribuiu para minar a popularidade e, somando-se a isto o fracasso militar na Guerra da Cisplatina (1825-1827), os constantes atritos com a assembléia, o seu relacionamento extraconjugal (1822-1829) com Domitila de Castro Canto e Melo &#8211; a quem fez viscondessa e depois marquesa de Santos &#8211; o constante declínio de seu prestígio e a crise provocada pela dissolução do gabinete, após quase nove anos como Imperador do Brasil, abdicou do trono em favor de seu filho Pedro (1830) então com cinco anos de idade.</p>



<p>Voltando a Portugal, com o título de duque de Bragança, assumiu a liderança da luta para restituir à filha Maria da Glória o trono português, que havia sido usurpado pelo irmão, Dom Miguel, travando uma guerra civil que durou mais de dois anos. Inicialmente criou uma força expedicionária nos Açores (1832), invadiu Portugal, derrotou o irmão usurpador e restaurou o absolutismo.</p>



<p>No entanto, voltara tuberculoso da campanha e morreu no palácio de Queluz, na mesma sala onde nascera, com apenas 36 anos de idade, em 24 de setembro de 1834. Foi sepultado no panteão de São Vicente de Fora como simples general, e não como rei. No sesquicentenário da Independência do Brasil (1972), seus restos mortais foram trazidos para a cripta do monumento do Ipiranga, em São Paulo.</p>



<p>Curiosidade: O nome de batismo de Dom Pedro I é &#8220;Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon&#8221;.</p>



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<p><strong>DONA LEOPOLDINA &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Dona Maria Leooldina Josefa Carolina,<br>arquiduquesa de Áustria.</p>



<p>Nasceu em Viena de Áustria a 22 de Janeiro de 1797.</p>



<p>Faleceu no Rio de Janeiro a 11 de Dezembro do 1826, sendo segunda filha do imperador Francisco II.</p>



<p>Foi o 6.º marquês de Marialva, D. Pedro José Joaquim Vito de Meneses Coutinho, o embaixador encarregado por D. João VI de pedir em casamento a arquiduquesa para seu filho, o príncipe D. Pedro de Alcântara, que foi mais tarde D. Pedro IV de Portugal, e I do Brasil.</p>



<p>0 marquês também teve o encargo de por procuração representar o noivo nos esponsais que se realizaram em 23 de Maio de 1817.</p>



<p>A embaixada do marquês de Marialva foi uma das mais suntuosas que se haviam apresentado até então em Viena de Áustria. 0 nobre fidalgo tornou-se notável pelo fausto e luxo verdadeiramente extraordinários, em que gastou largamente os dinheiros da sua casa opulentíssima. Em seguida ao casamento, acompanhou a nova princesa do Brasil, a bordo de uma esquadra portuguesa que esperava em Leorne para a transportar ao Rio de Janeiro, onde chegou a 5 de Novembro.</p>



<p>A imperatriz D. Maria Leopoldina era uma gentil e simpática senhora, muito inteligente, instruída e bondosa.</p>



<p>Foi casada 9 anos, e teve 6 filhos:</p>



<p>1.º a rainha D. Maria II;<br>2.­º o príncipe da Beira D. João Carlos, que morreu sem ter completado ainda um ano de idade;<br>3.º a princesa D. Januária, que casou com o príncipe das Duas Sicílias, e conde de Áquila Luís Carlos de Bourbon;<br>4.º a princesa D. Paula Mariana, que faleceu com 10 anos incompletos;<br>5.º, a princesa D. Francisca, que casou com o príncipe de Joinville, Francisco de Orleães;<br>6.° o príncipe D. Pedro de Alcântara, que foi imperador D. Pedro II do Brasil.</p>



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<p><strong>EMÍLIO PASCHOAL &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem ao imigrante italiano falecido em 1970 que chegou ao Brasil em 15 de agosto de 1951, vindo a morar no Ipiranga após residir no Estado do Paraná.</p>



<p>No bairro do Ipiranga colaborou com a construção da Casa da Infância do Menino Jesus na Avenida Nazaré e com a construção do Edifício da Beneficência Portuguesa no bairro do Paraíso.</p>



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<p><strong>FALCÃO DE LACERDA &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem ao Coronel José de Barros Falcão de Lacerda, Comandante de armas de Recife por ocasião do Governo popular estabelecido na Província de Pernambuco presidido por Pais de Andrade.</p>



<p>Comandou as tropas que se deslocaram para Alagoas para combater Pais Barreto, Morgado do Cabo, nomeado pelo Imperador.</p>



<p>Julgando-se triunfante pois John Taylor, abandonara o porto de Recife, os sediciosos proclamaram a célebre “Confederação do Equador”, que abrangia 6 províncias independentes e confederadas.</p>



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<p><strong>FICO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem às palavras de D. Pedro &#8221; &#8220;Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico&#8221;.</p>



<p>José Bonifácio de Andrada e Silva, como membro do governo provisório de São Paulo, escreveu uma carta a D. Pedro criticando aquela decisão das cortes de Lisboa, carta divulgada pelo jornal Gazeta do Rio de Janeiro, em 8 de janeiro de 1822.</p>



<p>O Rio de Janeiro iniciou uma coleta de assinaturas, estendendo-a até Minas Gerais e São Paulo que já haviam aderido à causa de emancipação brasileira. As mais de oito mil assinaturas conseguidas foram entregues a D. Pedro por José Clemente Pereira, presidente do Senado da Câmara do Rio de Janeiro, pedindo que ele ficasse. No dia 9 de janeiro de 1822, D. Pedro escolheu desobedecer às ordens das cortes portuguesas e ficar no Brasil, usando estas palavras: &#8220;Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico&#8221;.</p>



<p>Como crêem os historiadores, a decisão de D. Pedro de permanecer no Brasil intensificou o clima reinante que rumava para a independência.</p>



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<p><strong>FREI BRAYNER &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a José Maria Brayner, revolucionário da Confederação do Equador.</p>



<p>Foi Secretário de Frei Caneca, tendo lutado na Bahia em 1817 e 1824.</p>



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<p><strong>FREI SAMPAIO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Frei Francisco de Santa Thereza de Jesus Sampaio.</p>



<p>Nasceu no Rio de janeiro em 1778.</p>



<p>Especialista em Teologia, foi Guardião encarregado da província pela sua ordem religiosa. Grande orador sacro.</p>



<p>Batalhador incansável da Independência Brasileira.</p>



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<p><strong>GAMA LOBO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Ovídio da Gama Lobo.</p>



<p>Destacado magistrado e jornalista brasileiro, sempre empenhado nas lides nacionalistas.</p>



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<p><strong>GENERAL LECOR &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Carlos Francisco Lecor.</p>



<p>Enviado por D. João VI como comandante de um exército de 5.000 soldados portugueses para proteção das fronteiras cisplatinas junto ao Uruguai. Lecor marchou diretamente para Montevidéu já bloqueada pela esquadra portuguesa, entrando pacificamente na cidade após a retirada das tropas de Artigas e Rivera.</p>



<p>A ocupação do Uruguai, exigiu 4 anos de guerrilhas e combates sangrentos terminando em janeiro de 1820 na batalha de Tacuarembó, quando Artigas vencido, solicitou asilo na Paraguai.</p>



<p>Lecor tornou-se mais tarde Barão de Laguna.</p>



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<p><strong>GONÇALVES LEDO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Joaquim Gonçalves Ledo.</p>



<p>Um dos chefes da Maçonaria que exigia do Governo a convocação de uma Constituinte. Para fortificar a posição almejada, nomeou D. Pedro I com Grão mestre da Loja do Grão Oriente em lugar de José Bonifácio. Teve papel preponderante na reunião que o Conselho de Estado, presidido por Dona Leopoldina (na ausência do Mário D. Pedro que se achava em viagem) realizou a 2 de setembro de 1822, durante a qual decidiu-se enviar a D. Pedro o apelo para que a Independência fosse proclamada, em virtude das notícias recém chegadas de Portugal.</p>



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<p><strong>GREENFELD &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a John Greenfeld, Capitão-Tenente da Armada Imperial, enviado por Lord Cockrane para impor ao Pará, último reduto de reação portuguesa à Independência Brasileira.</p>



<p>Graças a ação desse bravo oficial de Marinha, a Junta do Governo do Pará reuniu-se enquanto o povo gritava vivas ao Imperador e à Independência.</p>



<p>Nessa ocasião o Brasil tornava-se um país unido e independente sem nenhuma dissensão de Norte ao Sul.</p>



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<p><strong>GRITO &#8211; RUA</strong></p>



<p>A célebre frase pronunciada por D. Pedro às margens do riacho Ipiranga foi imortalizada na letra do Hino Nacional que diz:</p>



<p>“Ouviram do Ipiranga as margens plácidaS, de um povo heróico, o brado retumbante”.</p>



<p>Ainda hoje como patrimônio histórico de real valor poderemos observar na Colina do Ipiranga a “Casa do Grito”, tombada pelo Estado e conservada como um dos marcos de grande significação da Emancipação Nacional.</p>



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<p><strong>GUARACIABA MOURÃO TRINDADE &#8211; RUA</strong></p>



<p>Nasceu em 17/08/1937.</p>



<p>faleceu em 21/12/1996.</p>



<p>Trabalhou ativamente pela comunidade de Vila Guemrcindo.</p>



<p>A rua tem início na Rua Dom Antonio Alvarenga e término na Av. Ricardo Jafet.</p>



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<p><strong>GUARDA DE HONRA &#8211; RUA</strong></p>



<p>homenagem à Guarda de Honra do séquito do Príncipe regente DOM Pedro, composto por cerca de 30 cavalarianos &#8211; os Dragões da Independência &#8211; por ocasião da tarde na qual foi Proclamada a Emancipação Brasileira.</p>



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<p><strong>INDEPENDÊNCIA &#8211; RUA</strong></p>



<p>De significado óbvio, a palavra Independência refere-se ao fato histórico que determinou a Emancipação do Brasil.</p>



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<p><strong>ITAPARI &#8211; RUA</strong></p>



<p>Palavra de origem tupi guarani que significa: &#8220;Cercado de Pedras&#8221;.</p>



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<p><strong>ITUANOS &#8211; RUA</strong></p>



<p>Homenagem aos representantes da Junta Eleitoral da Província, escolhidos para representar Itú.</p>



<p>A 19 de maio de 1821, foram escolhidos Nicolau de Campos Vergueiro, Rafael Tobias de Aguiar, Diogo Antonio Feijó, Francisco de Paula Souza, Antonio Pais de Barros e José de Almeida Leme.</p>



<p>Estes ituanos discordavam dos demais membros (18 membros ao todo) da Junta Eleitoral da Província de São Paulo; discordavam em manter à frente do Governo da Província como presidente, João Carlos Oyenhausen, elemento conservador nomeado por DOM João VI.</p>



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<p><strong>JOSÉ AUGUSTO VELLOSO &#8211; PRAÇA</strong></p>



<p>Nasceu em 01/04/1916.</p>



<p>faleceu em 09/10/1995.</p>



<p>Foi um batalhador dos assuntos comunitários, por sua Vila Gumercindo, até os últimos dias de sua vida.</p>



<p>A praça situa-se na Av. Ricardo Jafet, esquina com a Rua Vigário Albernaz.</p>



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<p><strong>JUNTAS PROVISÓRIAS &#8211; AVENIDA</strong></p>



<p>As Juntas Provisórias exerceram papel preponderante no encaminhamento das reivindicações emancipadoras dos brasileiros revolucionários.</p>



<p>O nome da avenida é em homangem àqueles homens da Assembléia Revolucionária que se reuniam para administrar as Províncias de acordo com as Cortes de Lisboa, pois se reconhecia acima da autoridade de Dom João VI.</p>



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<p><strong>LABATUT &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Pierre Labatut, dito Pedro Labatut, que foi um general francês que combateu no Brasil na Guerra de Independência.</p>



<p>Serviu na Europa, na Guerra Peninsular. Esteve depois na Colômbia ao lado de Simon Bolívar, com quem não se entendeu bem. Foi para as Antilhas e depois para a Guiana Francesa.</p>



<p>Veio para o Brasil, onde, no Rio de Janeiro, foi admitido ao serviço do Príncipe Regente D. Pedro (futuro D. Pedro I) a 3 de julho de 1822 no posto de brigadeiro.</p>



<p>Organizou o chamado Exército Pacificador, nome provavelmente sugerido pelo ministro do Reino e dos Negócios Estrangeiros, José Bonifácio de Andrada e Silva.</p>



<p>Seguiu com suas tropas para a Bahia, na esquadra comandada pelo Chefe de Divisão Rodrigo de Lamare, composta por uma fragata, duas corvetas e dois brigues, com a missão de enfrentar o general português Madeira de Melo, ali entrincheirado e em desafio ao Regente.</p>



<p>Em razão de sérios desentendimentos com Lima e Silva, foi deposto e preso.</p>



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<p><strong>ESTRADA DAS LÁGRIMAS &#8211; RUA</strong></p>



<p>Havia uma árvore em determinado ponto do Bairro Ipiranga em que as pessoas se despediam dos parentes que iam embora de São Paulo por mar.</p>



<p>Como muita gente chorava na hora da despedida, ela ficou conhecida como Árvore das Lágrimas.</p>



<p>Daí veio o nome da rua.Hoje, ela é patrimôno histórico da cidade de São Paulo.</p>



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<p><strong>LEAIS PAULISTANOS &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem aos moradores de São Paulo que demonstravam a Dom Pedro I,por ocasião da declaração da Independência, sua absoluta lealdade à atitude tomada.</p>



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<p><strong>JOSÉ JOAQUIM DE LIMA E SILVA &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a José Joaquim de Lima e Silva.</p>



<p>Feito visconde, vinha de ilustre família de militares cariocas, filho do Marechal-de-Campo e Comendador da Ordem de Aviz, José Joaquim de Lima e Silva e Joana Maria da Fonseca Costa e neto do Sargento-Mor de Infantaria João da Silva da Fonseca Lima e de Isabel Maria Josefa Brandão Ivo &#8211; que, segundo dizem, era descendente de um irmão do glorioso Santo Ivo, canonizado pelo Papa Clemente VII no ano de 1348, membro de uma das primeiras famílias da Bretanha, em França. Era portanto, irmão de Francisco de Lima e Silva e tio do futuro Duque de Caxias, Luís Alves de Lima e Silva.</p>



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<p><strong>LINO COUTIHO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem aos revolucionário José Lino Coutinho, companheiro de bancada de Cipriano Barata e Agostinho Gomes.</p>



<p>Lutou para a Independência do Brasil.</p>



<p>José Lino Coutinho sempre foi um emancipalista, combativo e obstinado em seus ideais de liberdade.</p>



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<p><strong>LORD COCHRANE &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Alexandre Thomaz Cochrane, ou simplesmente Lord Cochrane.</p>



<p>Foi o comandante da recém-criada esquadra brasileira durante as lutas pela independência, nas quais a pequena marinha brasileira teve que enfrentar os navios portugueses que navegam pelas costa do novo país americano.</p>



<p>Cochrane nasceu no povoado escocês de Annsfield, condado de Lanark em dezembro de 1775. Era o filho primogênito de um oficial da marinha britânica, Archibald Cochrane, Conde de Dundonald. Entrou para a marinha por volta de 1789, tendo inicialmente uma ascenção rápida na carreira: em 1794 é promovido a guarda-marinha e a 2º tenente em 1796. Participa de várias operações contra as esquadras espanhola e francesa no Mediterrâneo, onde, por volta de 1800, aprisiona vários navios inimigos.</p>



<p>Em combate contra o Conde de Linois é capturado e levado preso para a França em 1801. Volta à Grã-Bretanha em uma troca de prisioneiros, retornando às atividades navais.</p>



<p>Na vida política, Cochrane colheu mais derrotas que vitórias graças a seu caráter afoito e pouco inclinado à concessões. Não demorou muito para voltar a vida no mar, onde novas vitórias surgiram, chegando ao posto de capitão de fragata em 1809.</p>



<p>Após novas decepções, resolve integrar a marinha chilena então em guerra contra os espanhóis. Em agosto de 1818 ruma para o Chile, onde assume a patente de vice-almirante. Findo o conflito com a Espanha em 1821, retira-se para Valparaizo, de onde é convidado em 1823 para assumar a esquadra brasileira em formação contra os portugueses.</p>



<p>Contando com 7 navios e algumas poucas embarcações menores enfrenta os navios portugueses comandados pelo chefe de divisão João Felix Pereira de Campos , enquanto em terra o brigadeiro Madeira de Mello é fustigado por tropas do recém-criado exército brasileiro.</p>



<p>No dia 4 de maio de 1823, em frente a Itapuã, Cochrane consegue sua maior vitória ao cortar a linha da esquadra inimiga e colocá-la em fuga em meio a um motim ocorrido em sua frota por parte de marinheiros portugueses excitantes em abrir fogo contra navios de seu país. Após a conquista da independência, continuou a prestar serviços ao Brasil nos anos seguintes até seu retorno a Grã-bretanha, onde alcançou o vice-almirantado em 1841, Falece em 1860, aos 85 anos.</p>



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<p><strong>LOURIVAL SEBASTIÃO RAMOS &#8211; RUA</strong></p>



<p>Nasceu em 20/01/1898.</p>



<p>faleceu em 01/11/1980.</p>



<p>Foi um dos fundadores da Sociedade Amigos de Vila Gumercindo.</p>



<p>Trabalhador incabsável e em pról da sua comunidade, foi um dos responsáveis por grandes conquistas da Vila Gumercindo.</p>



<p>A rua etm início na Rua Pedrália e termina na Rua Assungui.</p>



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<p><strong>LUCAS OBES &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Lucas José Obes &#8211; Uruguaio que se insurgiu contra o domínio Argentino da Banda Oriental.</p>



<p>Colaborou decisivamente com vários grupos de revolucionários para sacudir o jogo do dominador.</p>



<p>Fez parte do Conselho de Estado de 1.823, representando a Província Cisplatina.</p>



<p>Em 1831, o governo uruguaio encarregara Lucas Obes de ir ao Rio para negociar com a Regência Permanente um tratado de limites.</p>



<p>O Governo Imperial considerou, porém, inoportuno o momento, tanto pela situação agitada do Prata quanto pela necessidade, a seu ver, de consultar, antes, o Governo argentino signatário da Convenção Preliminar de 1828.</p>



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<p><strong>MANIFESTO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Relembra o manifesto que os deputados brasileiros fizeram, nas cortes portuguesas, por serem insultados e desacatados ante a opinião contrária da metrópole em relação à independência do Brasil.</p>



<p>Depois disso, saíram de Lisboa em 22 de outubro de 1822.</p>



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<p><strong>MARCOS TEIXEIRA &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem ao Bispo de Salvador aprisionado juntamente com Diogo de Mendonça Furtado por ocasião da invasão holandesa na Bahia.</p>
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		<title>Logradouros &#8211; Ruas e Avenidas com as letras de M a Z</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 23:58:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informações Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relação e breve histórico de alguns logradouros iniciados com as Letras M a X,da Região do Ipiranga MARQUÊS DE MARICÁ &#8211; RUAMARQUESA DE SANTOS &#8211; RUAMATIAS DE ALBUQUERQUE &#8211; RUAMICHEL SALIBA &#8211; AVENIDAMOYSÉS SALIBA &#8211; PRAÇA1822 &#8211; RUAMONTE ALVERNE &#8211; RUANAZARÉ &#8211; AVENIDAOLIVEIRA ALVES &#8211; RUAPADRE ROMA &#8211; RUAPATRIOTAS &#8211; RUAPAULO BREGARO &#8211; RUAPEREIRA COUTINHO [&#8230;]</p>
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<p><strong>Relação e breve histórico de alguns logradouros iniciados com as Letras M a X,da Região do Ipiranga</strong></p>



<p><strong>MARQUÊS DE MARICÁ &#8211; RUA<br>MARQUESA DE SANTOS &#8211; RUA<br>MATIAS DE ALBUQUERQUE &#8211; RUA<br>MICHEL SALIBA &#8211; AVENIDA<br>MOYSÉS SALIBA &#8211; PRAÇA<br>1822 &#8211; RUA<br>MONTE ALVERNE &#8211; RUA<br>NAZARÉ &#8211; AVENIDA<br>OLIVEIRA ALVES &#8211; RUA<br>PADRE ROMA &#8211; RUA<br>PATRIOTAS &#8211; RUA<br>PAULO BREGARO &#8211; RUA<br>PEREIRA COUTINHO &#8211; RUA<br>SILVA BUENO &#8211; RUA<br>SIQUEIRA BULCÃO &#8211; RUA<br>SOROCABANOS &#8211; RUA<br>TEREZA CRISTINA &#8211; AVENIDA<br>VASCONCELLOS DRUMOND &#8211; RUA<br>VERGUEIRO &#8211; ESTRADA<br>XAVIER CURADO &#8211; RUA<br>XAVIER DE ALMEIDA &#8211; RUA</strong></p>



<p>*************************************</p>



<p><strong>MARQUÊS DE MARICÁ &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Mariano José Pereira da Fonseca, o Marquês de Maricá, (Rio de Janeiro, 18 de maio de 1773 — 16 de setembro de 1848).</p>



<p>Foi um escritor, filósofo e político brasileiro. Foi ministro da Fazenda, conselheiro de Estado e senador do Império do Brasil de 1826 a 1848.</p>



<p>Filho do comerciante Domingos Pereira da Fonseca, este natural de Portugal e de Teresa Maria de Jesus, natural do Rio de Janeiro, Mariano casou-se com Maria Barbosa Rosa do Sacramento a 30 de junho de 1800.</p>



<p>Doutor em Filosofia e consagrado em matemática pela Universidade de Coimbra em 1793, ocupou o cargo de Ministro da Fazenda no 3º Gabinete de 1823, depois foi nomeado Senador pela Província do Rio de Janeiro em 1826.</p>



<p>Por seus conhecimentos e modo de fazer política, tornou-se Conselheiro de Estado Efetivo em 1823 e Grande do Império, tendo participado da elaboração da Constituição do Império. Detinha a Grã-Cruz da Imperial Ordem de Cruzeiro.</p>



<p>Como escritor, escreveu diversas obras, a mais conhecida sendo Máximas, Pensamentos e Reflexões, composta de quatro volumes com um total de 3169 artigos, publicada entre os anos de 1837, 1839 e 1841.</p>



<p>************************</p>



<p><strong>MARQUESA DE SANTOS &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Domitília de Castro e Canto Melo (São Paulo, 27 de dezembro de 1797 — São Paulo, 3 de novembro de 1867)</p>



<p>Foi viscondessa com honras de Santos em 1825 elevada em 1826 a marquesa de Santos. Célebre amante de Dom Pedro I, imperador do Brasil.</p>



<p>Origem</p>



<p>Filha do João de Castro Canto e Melo, coronel, e Escolástica Bonifácia de Oliveira Toledo Ribas, de boa família paulista, nascida em São Paulo por volta de 1761, que era neta do Coronel Carlos José Ribas, tetraneta de D. Simão de Toledo Piza, patriarca da família em São Paulo.</p>



<p>O brigadeiro João de Castro Canto e Melo nascera na Ilha Terceira, nos Açores, em 1740 e morreria no Rio de Janeiro em 1826. Era filho de João Batista de Canto e Melo e de Isabel Ricketts, e descendia de Pedro Anes do Canto, da Ilha Terceira. Passou a Portugal, assentando praça de cadete aos 15 anos em 1 de janeiro de 1768, nomeado Porta Bandeira em 17 de outubro de 1773. Tinha 21 quando, em 1774, foi para o Rio de Janeiro e meses depois para São Paulo. Foi transferido para o Regimento de Linha de Infantaria de Santos, promovido a alferes em 1775 e a tenente no mesmo ano, a Ajudante em 1778; era Capitão em 1798, major no mesmo ano, em 1815 tenente-coronel. Mais tarde, depois dos amores da filha com o imperador, foi feito Gentil-Homem da Imperial Câmara e Visconde de Castro em 12 de outubro de 1825.</p>



<p>Eram irmãos de Domitila:</p>



<p>1.João de Castro Canto e Melo, marechal-de-campo e gentil-homem da Imperial Câmara, que seria segundo bisconde de Castro em 1827.</p>



<p>2.José de Castro Canto e Melo, batizado em São Paulo em 17 de outubro de 1787, brigadeiro do exército. Soldado aos cinco anos, em 1 de julho de 1792, porta-estandarte em 1801, alferes em 1807, Tenente efetivo em 1815, Comandante do esquadrão de cavalaria da Legião de São Paulo e no combate de Itupuraí, campanha de 1816. Capitão em 1818. Sargento-mor do Regimento de Cavalaria de 2ª Linha da Vila de Curitiba, então Província de São Paulo, em1824. Coronel do Estado-Maior do Exército em 1827.Teve licença para tratar da saúde em 1829. Brigadeiro reformado do Exercito. Gentil Homem da Imperial Câmara, dela demitido em 1842. Era cavaleiro da Ordem de São Bento de Avis, 1824 e foi promovido a comendador na mesma ordem em 1827. Oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro em 1827.</p>



<p>3.Maria Benedita de Castro Canto e Melo, batizada em 18 de dezembro de 1792, que morreu em 5 de março de 1857. Casada com Boaventura Delfim Pereira, tornando-se baronesa de Sorocaba. Deixou descendência ilegitima com Pedro I, o amante de sua irmã.</p>



<p>Primeiro casamento</p>



<p>Aos dezesseis anos de idade, em 13 de janeiro de 1813, Domitila casou-se com um oficial do segundo esquadrão do Corpo dos Dragões da cidade de Vila Rica, o alferes Felício Pinto Coelho de Mendonça (1789–1833), citado por diversos historiadores como um homem violento, que a espancava e violentava, e de quem se divorciou em 1824. Divorciaram-se em 21 de maio de 1824.</p>



<p>Já em 1817 escreve ela um requerimento dramático ao Rei D. João VI:</p>



<p>&#8220;Senhor, D. Domitila de Castro Canto e Melo, filha do tenente coronel João de Castro Canto e Melo e sua mulher dona Escolastica Bonifacia de Toledo, moradores nesta província de São Paulo, que seus pais a fizeram casar com o tenente Felicio Pinto Coelho, do Regimento de Cavalaria de Minas Gerais, o qual, recolhendo-se para a sua capitania por ficar sem efeito a expedição do Sul a que tinha vindo a esta, a suplicante acompanhou o dito seu marido; mas este chegando à sua casa e pátria, pondo em execução o seu péssimo gênio e depravados costumes, tentando até contra a vida da suplicante, viu-se esta nas circunstâncias de sair de sua casa e procurar a companhia e abrigo de sua avó, dona Ana Maria de Toledo, residente em São Paulo&#8221;.</p>



<p>E escrevendo a seus pais à cidade se São Paulo, estes a mandaram buscar, onde a suplicante até hoje reside; mas passados alguns meses, apareceu naquela cidade o marido da suplicante e com protestos de amizade e reforma de costumes, persuadiu a seus pais que a convenceram de se tornar a unir ao dito seu marido, no que a suplicante conveio, não porque a suplicante deixasse de conhecer a péssima condição do suplicado, mas sim para que seus pais e o publico fossem testemunhas dos seus depravados costumes. E obtendo de Vossa ajestade a graça de passar daquele corpo de cavalaria para o de Caçadores desta cidade e província, parecia que executaria as suas promessas; no entanto, sofria a auplicante os fatos e sevicias caseiras, até que as publicas a justificassem. Então seus pais e o publico conheceram que a suplicante não tinha uma camisa que este lhe desse, nem para seus filhos, e se conseguia era depois de grandes desordens; ele andava pelos negociantes comprando Fazenda, afetando que era para vestir a suplicante e seus filhos, porém dava-lhes outro destino.</p>



<p>Não há uma pessoa nesta cidade a quem não pedisse dinheiro, porém mal dela se não fosse o amparo dos pais da suplicante. Ele procurava amizades que pudesse desfrutar e logo que assim não acontecia, tratava debaixo de pretexto de honra, culpando a suplicante a fim de encobrir a sua conduta, chegando a ponto de pedir a seus proprios camaradas trastes emprestados e vendê-los; ficou sem uniformes, tudo consumiu, e até fingindo procurações falsas tentou arrancar dinheiros da Pagadoria das Tropas, e com firmas falsas da suplicante mandou dar consumo nos bens que tinha em Vila Rica, que lhe tocaram por falecimento de sua mãe, que não podiam ser vendidos sem outorga da suplicante, deixando-a sem coisa alguma. Tudo acabou com más companhias pelas casas de jogo, chegando até a levar os seus filhos pequenos para casas indecentes, de que foi avisada por algumas pessoas de bem desta cidade. E sendo esta a conduta publica do suplicado, este é motivo que se anima a macular a conduta da suplicante, na presença de Vossa Majhestade lhe mandasse entregar seus filhos por ser perigosa a educação deles em poder da suplicante. Também tratam de seus netos, e que são aqueles mesmos que criaram e educaram as suas filhas e as fizeram casar, sendo dentre elas a suplicante a desgraçada pelo péssimo acerto que tem; educaram seus filhos, os quais todos hoje estão servindo a Vossa Majestade na campanha do Sul com honra e inteireza, de que tem sido remunerados por Vossa Majestade. E à vista do exposto, ainda que o pai da suplicante tenha mais posses e seja abastado em bens, não se segue que a riqueza seja consequência de uma boa educação; por isso a suplicante pede a Vossa Majestade com toda a submissão se digne atendê-la, mandando que seus filhos sejam conservados na companhia da suplicante, debaixo da tutela de seus pais e avós, e que o suplicado seu marido seja obrigado a dar-lhes os alimentos, visto não ser entregue à suplicante a sua menção, conforme determinam as leis, ao que a suplicante não perdeu o direito, o que tudo espera da piedade de Vossa Majestade como pai.&#8221;</p>



<p>Do casamento nasceram três filhos, Francisca, Felício e João (morto com poucos meses, pois, durante sua gravidez, Domitila foi espancada e esfaqueada pelo marido &#8211; em 1819).</p>



<p>O caso de amor com D. Pedro I</p>



<p>Em 1822, Domitília conheceu Dom Pedro de Alcântara (1798–1834) dias antes da proclamação da Independência do Brasil, em 29 de agosto de 1822. O Príncipe-Regente estaria voltando de uma visita à Santos , quando recebeu, às margens do rio Ipiranga, em São Paulo, duas correspondências (duas missivas da imperatriz Leolpoldina e uma de José Bonifácio) que o informava sobre as decisões da corte portuguesa, em que Pedro deixava de ser Regente para apenas receber e acatar as ordens vindas de Lisboa. Indignado por essa &#8220;ingerência sobre seus atos como governante&#8221;, e influenciado por auxiliares que defendiam a ruptura com as Cortes, especialmente por José Bonifácio de Andrada e Silva, decidiu pela separação do reino de Portugal e Algarves.</p>



<p>Pedro era conhecido como «mulherengo». Em 9 de maio de 1826 seriam legitimados passaportes para a Europa de uma francesa, Adèle Bonpland, em companhia de uma filha e de um criado índio: fora amante do Príncipe. Outra francesa foi Mme. (Clemence) Saisset, cujo marido tinha loja na Rua do Ouvidor. A Baronesa de Sorocaba, irmã de Domitila, pertenceria à lista.</p>



<p>Em 1823 o imperador a instalou na Rua Barão de Ubá, hoje bairro do Estácio, que foi a primeira residência de Domitila no Rio de Janeiro. Posteriormente em 1826 recebeu de presente a &#8220;Casa Amarela&#8221;, como ficou conhecida sua mansão, no número 293 da atual avenida D. Pedro II, perto da Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão &#8211; onde hoje funciona o Museu do Primeiro Reinado. Comprou a casa do Dr. Teodoro Ferreira de Aguiar e mandou contratar uma reforma em estilo neoclássico com o arquiteto Pedro José Pézerat. As pinturas murais internas são obra de Francisco Pedro do Amaral, os baixos-relevos internos e externos por Marc Ferrez e Zephérine Ferrez. Mais tarde a casa foi comprada pelo barão de Mauá, e por volta de 1900 pelo médico Abel Parente, protagonista de um dos maiores escândalos do Rio, em 1910. Passou a ser museu do Primeiro Reinado no final dos anos 1980. Domitila mudou-se em 1826 e ali viveu até 1829.</p>



<p>Domitila foi em 12 de outubro de 1825 feita Viscondessa de Santos, em 12 de outubro de 1826 elevada a primeira Marquesa de Santos. Seus pais foram agraciados com benesses imperiais, seu irmão Francisco feito ajudante de campo do Imperador. Constava que seus ciúmes tinham encurtado a vida da Imperatriz Leopoldina, que sua ambição era ver o Imperador legitimar seus filhos, tornando-os príncipes de sangue e assim em pé de igualdade com os filhos legitimos.</p>



<p>Dom Pedro e Domitília romperam em 1829, quando segundo o comentário da época (pois nada se comprovou) ela tentou balear a sua própria irmã Maria Benedita (baronesa de Sorocaba), ao descobrir seu relacionamento com o Imperador &#8211; que teve como fruto: Rodrigo Delfim. Porém, o maior motivo para a separação foi devido as segundas núpcias de D.Pedro com Amélia de Lechtenberg. Ele procurava desde 1827 uma noiva nobre de sangue e seu relacionamento com Domitila e os sofrimentos causados a Leopoldina por este, eram vistos com horror pelas cortes européias e várias princesas recusaram-se a casar-se com Pedro. Uma das cláusulas do contrato nupcial de Amélia e Pedro dizia que ele deveria afastar-se para sempre de Domitila e baní-la do império.</p>



<p>Posteridade ilegítima de D. Pedro I</p>



<p>Nasceram-lhes cinco filhos:</p>



<p>um menino natimorto (1823);</p>



<p>Isabel Maria de Alcântara Brasileira (1824–1898), duquesa de Goiás;</p>



<p>Pedro de Alcântara Brasileiro (1825–1826), falecido antes de completar um ano;</p>



<p>Maria Isabel de Alcântara Brasileira (1827), duquesa do Ceará, que faleceu com meses de idade; e</p>



<p>Maria Isabel II de Alcântara Brasileira (1830–1896).</p>



<p>Os títulos</p>



<p>Em 1824 recebeu o título de baronesa de Santos; em 1825, foi elevada a viscondessa de Santos; e, em 1826, a Marquesa de Santos.</p>



<p>O relacionamento</p>



<p>Consta de livros da história do Brasil a descrição: «Pedro I ficou perdidamente apaixonado pelos seus encantos, pois era uma linda luso-brasileira ´sensual de seios fartos e quadris volumosos, chamada carinhosamente pelo Imperador do Brasil de ´´Titília, a bela&#8230;´».</p>



<p>O amor ardente do casal, descrito em obras diversas do Brasil, abalou profundamente o prestígio de D. Pedro I na corte e as interferências políticas de Domitila prejudicaram seu governo. A História do Primeiro Reinado mostra que, graças a gestos impulsivos, demitiu e perseguiu vários ministros, tomou decisões temerárias, cometeu erros difíceis de perdoar.</p>



<p>Em junho de 1829, quando estava já acertado o casamento de D. Pedro I com princesa de Leuchtenberg, Amélia de Beauharnais, o embaixador da Áustria no Rio de Janeiro, Mareschal, escreveu a Viena: &#8220;O Imperador D. Pedro acabou por se convencer de que a presença da Senhora de Santos seria sempre inoportuna e que uma simples mudança de residência não satisfaria ninguém; ele insistiu na venda de suas propriedades, o que segundo soube já foi providenciado e na sua partida para São Paulo em oito ou dez dias&#8221;. O Imperador acabou comprando os prédios de São Cristóvão por 240 contos (240 apólices da Divida Pública (da Caixa d Amortização) de 1 conto de réis, devolvendo a Domitila &#8220;em bilhetes de São Paulo&#8221; 14 contos de réis, dois contos pelo camarote com que a tinha presenteado, mesada de um conto de réis por mês posto à sua ordem, &#8220;ao par ou em bilhetes&#8221;. Falando do palacete, diz Mareschal: &#8220;Servirá à jovem Rainha e sua corte&#8221;. Tratava-se de D. Maria da Glória, futura D. Maria II rainha de Portugal. Por isso ficaria depois conhecido como Palacete da Rainha, já que efetivamente D. Maria da Glória ali se instalou, embora por curto período.</p>



<p>O segundo casamento</p>



<p>A Marquesa conheceu o Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar (1794–1857), com quem se uniu em 1833, tendo casado em segundas núpcias em 14 de junho de 1842.</p>



<p>Nasceram-lhes quatro filhos:</p>



<p>Rafael Tobias de Aguiar Jr.,<br>João Tobias de Aguiar e Castro,<br>Antônio Francisco de Aguiar e Castro e<br>Brasílico de Aguiar e Castro.</p>



<p>A velhice da Marquesa</p>



<p>Em sua velhice, a Marquesa de Santos tornou-se uma senhora devota e caridosa, procurando socorrer os desamparados, protegendo os miseráveis e famintos, cuidando de doentes e de estudantes da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco no centro da cidade de São Paulo.</p>



<p>A casa da Marquesa tornou-se o centro da sociedade paulistana, animada com bailes de máscaras e saraus literários.</p>



<p>Domitília de Castro e Canto Melo, a Marquesa de Santos (cidade onde nunca residiu), faleceu de enterocolite, sendo sepultada no Cemitério da Consolação, cujas terras foram por ela doadas.</p>



<p>******************************</p>



<p><strong>MATIAS DE ALBUQUERQUE &#8211; RUA</strong></p>



<p>Matias de Albuquerque, 1° Conde de Alegrete, nasceu na Vila de Olinda, sede da Capitania de Pernambuco, no Estado do Brasil, da qual seu irmão era donatário, na última década século XVI.</p>



<p>Exercendo o governo de Pernambuco, quando da invasão holandesa da capital do Brasil, Salvador (1624), foi designado interinamente pela Câmara (refugiada na Vila da Vitória, na Capitania do Espírito Santo) para o cargo de Governador-Geral dos Estados do Brasil, diante da captura e deportação do seu antecessor, D. Diogo de Mendonça Furtado (1621-1624).</p>



<p>Assim que foi informado da nomeação, pretendeu partir imediatamente em socorro da capital ocupada. Atendendo a conselhos, permaneceu em Olinda, de onde enviou expressivos reforços para a guerrilha sediada no arraial do rio Vermelho e no Recôncavo.</p>



<p>Em fins de 1626 transmitiu o cargo ao seu sucessor, Diogo Luís de Oliveira (1626-1635). Chamado à Corte, diante dos rumores da preparação de uma grande expedição neerlandesa para invadir o nordeste do Brasil, foi nomeado Visitador e fortificador das capitanias do norte, retornando em fins de 1629 ao Brasil com os pouquíssimos recursos que lhe foram disponibilizados para o encargo.</p>



<p>Assim mesmo, enfrentou em fevereiro de 1630 a segunda das invasões holandesas do Brasil em Olinda e Recife, sendo forçado a recuar diante da superioridade dos atacantes. Incendiou os armazéns do porto de Recife, impedindo o saque do açúcar pela Companhia das Índias Ocidentais. Reorganizou a defesa luso-espanhola a partir do arraial (velho) do Bom Jesus, a meia-distância entre Olinda e Recife, confinando os agressores ao perímetro urbano daquela povoação e vila até 1634.</p>



<p>Após o cerco e destruição do Arraial do Bom Jesus, foi forçado a recuar com suas forças para a Capitania da Bahia. De passagem por Alagoas, reconquistou temporáriamente Porto Calvo, capturando na ocasião Domingos Fernandes Calabar, que julgou e sentenciou à morte por traição.</p>



<p>Intimado a retornar a Portugal, foi responsabilizado pela perda de Pernambuco e detido no Castelo de São Jorge. Libertado com a Restauração da independência em 1640, foi designado para o Alentejo, onde complementou as defesas da Praça-forte de Olivença, da de Elvas e da de Campo Maior. Ao vencer a batalha do Montijo contra os espanhóis (1644) confirmou os seus méritos de militar (general), sendo recompensado com o título de 1º Conde de Alegrete.</p>



<p>Faleceu em Lisboa no ano de 1647.</p>



<p>***********************************</p>



<p><strong>MICHEL SALIBA &#8211; AVENIDA</strong></p>



<p>Nascido aos 11 de julho de 1926.</p>



<p>Foi professor de Contabilidade, e, em especial como Calígrafo, sendo considerado um dos melhores do Estado de São Paulo.</p>



<p>Além de grande mesmtre, deu o melhor de si como dirigente do Clube Atlético Ypiranga, e a inúmeros clubes do bairro.</p>



<p>Faleceu em 08 de dezembro de 1.995.</p>



<p>***********************************</p>



<p><strong>MOYSÉS SALIBA &#8211; PRAÇA</strong></p>



<p>Nascido aos 02 de novembro de 1926, foi um exemplo de vida.</p>



<p>Aos 9 anos de idade, vítima de uma Epilepsia, tornou-se um forte, enfrentando a adversidade com invulgar amor.</p>



<p>Fundou ao longo de sua vida inúmeras entidades desportivas, incentivando aos jovens para a prática do esporte em geral.</p>



<p>Moysés Saiba, foi admirado pelo seu estoicismo, lutou como um bravo, e jamais desistiu de seus ideais.</p>



<p>Faleceu em 1997.</p>



<p>*************************************</p>



<p><strong>1822 &#8211; RUA</strong></p>



<p>Nome dado ao logradouro em homenagem aao Ano da Independência do Brasil.</p>



<p>**************************************</p>



<p><strong>MONTE ALVERNE &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem ao Frei Francisco do Monte Alverne, nascido Francisco José de Carvalho, (Rio de Janeiro, 9 de agosto de 1784 — Niterói, 2 de dezembro de 1858).</p>



<p>Foi um frade franciscano e teólogo brasileiro, reconhecido orador e pregador oficial do Império do Brasil.</p>



<p>Proferiu inúmeros e primorosos sermões reunidos em 4 volumes.</p>



<p>***********************************</p>



<p><strong>NAZARÉ &#8211; AVENIDA</strong></p>



<p>O maior corredor cultural do Bairro Ipiranga.</p>



<p>A avenida Nazaré é uma continuação da Praça do Monumento, local onde está localizado o Parque da Independência e o próprio Museu Paulista.</p>



<p>Nessa avenida, concentram três escolas superiores, o Museu de Zoologia e o Arquivo da Cúria Diocesana. Provavelmente, com essa concentração privilegiada de informações, faz com que a avenida Nazaré seja uma das mais ricas em tradição e cultura.</p>



<p>Além da arquitetura neoclássica dos prédios centenários, a avenida caracteriza-se pela vocação em bem cuidar dos seres humanos, com ênfase no famoso Instituto Padre Chico, dedicado aos deficientes visuais.</p>



<p>Versão 1</p>



<p>Originalmente a avenida chamava-se rua Asylo de Orphams. Segundo o Historiador Luis Soares de Camargo, em seu site&nbsp;<a href="http://www.dicionarioderuas.com.br/">www.dicionarioderuas.com.br</a>, História das Ruas de São Paulo, a troca do nome foi em homenagem ao forte Nazaré, no Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, local em que o Brasil resistiu ao cerco holandês até julho de 1635, data em que os militares brasileiros se entregaram.</p>



<p>Versão 2</p>



<p>&#8220;A Av. Nazareth só tem esse nome porque o Conde Vicente de Azevedo perdeu uma filha e uma das suas únicas solicitações, aos governantes da época, era que a principal avenida que cortasse a região levasse o nome dela. A Av. Nazareth não possui nenhuma ligação com a história de Pernambuco. Pelo que sei, O Conde Vicente de Azevedo possuía um grande terreno que fazia fronteira com as terras dos Klabin, Jafet e Samarone que ia, caso não me engane, da Av. Ricardo Jafet até a Bom Pastor ou Silva Bueno e terminavam no Sacoman. Ele doou tudo as instituições de ensino e a igreja seus descendentes herdaram a nobreza de caráter e a responsabilidade de administrarem suas obras. Tive contato com descendentes diretos do Conde que me apresentaram a Funsai e o museu Vicente de Azevedo. Pessoa que na minha opinião teve grande importância na história deste bairro. Hoje se o Ipiranga é um centro de referencia em educação, muito se deve ao Conde, que aqui as instituiu. Graças a ele, seguiu-se inúmeras obras assistenciais e educacionais, as quais funda, incentiva ou viabiliza, dotando-as de expressivo patrimônio, que lhes assegurará uma longa existência. Surgiram, no Ipiranga, entre 1895 e 1938, e permanecem atuantes: O Orfanato (depois Instituto) Cristóvão Colombo; Educandário da Sagrada Família; Instituto Padre Chico; Seminário Central do Ipiranga, da Arquidiocese de São Paulo; Colégio São Francisco Xavier; Instituto Maria Imaculada; Clínica Infantil do Ipiranga / Hospital e Maternidade Dom Antonio de Alvarenga, hoje Associação Beneficente Nossa Senhora de Nazaré (ABENSENA).&#8221;</p>



<p>Pesquisadora Marisa Ferri</p>



<p>Versão 3</p>



<p>Avenida Nazaré &#8211; Frei Joaquim de Nossa Senhora de Nazaré, a quem foi prestada a homenagem de assim ser nomeada esta avenida.</p>



<p>Sacerdote português, eleito bispo de Maranhão em 1820, Frei Nazaré foi um opositor ferrenho contra a nossa independência, fato pelo qual, foi transferido para a Diocese de Coimbra em 1824.</p>



<p>Mais tarde, lá em Portugal, aderiu ao golpe de estado de D. Miguel em 1828, como um absolutista fanático.</p>



<p>Mas sabemos de sua passagem por aqui e temos certeza de que foi um vulto defensor dos princípios fundamentais, embasadores do nosso espírito de frsternidade e igualdade, pois em qualquer parte do mundo sempre estaremos sob a égide do nosso Supremo Arquiteto.</p>



<p>Frei Joaquim de Nossa Senhora de Nazaré nos leva a dois pontos outros:</p>



<p>1 – ao encontro de Nazaré ao norte da Palestina. Certamente esse onomástico adicionado, além de os lembrar as tradições orais pelas quais sabemos ser essa a terra dos olivais, do azeite e do vinho, aporta-nos também o nome de Maria, a Virgem de Nazaré, assim bem co o a presença de Jesus, pregador primeiro da fé.</p>



<p>2 – A cidade de Nazaré, na Bahia, grande produtora de manganês, de borracha, madeira, fumo, farinha de mandioca, cana de açúcar e outras riquezas que fortalecem nossa econmia.</p>



<p>O nome de Frei Joaquim também, nos leva às páginas bíblicas: era o pai de Maria e avô de Jesus.</p>



<p>Um nome não é simplesmente um nome. É uma espécie de marca que personaliza cada indivíduo que aqui na terra vem para exercer os desígnios do nosso Supremo Mestre.</p>



<p>Do livro “Ipiranga suas ruas – nossa história” de Luiz Antonio Grieco.</p>



<p>*****************************</p>



<p><strong>OLIVEIRA ALVES &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Joaquim de Oliveira Alves, Marechal de campo.</p>



<p>Juntamente com Xavier Curado liderava as tropas fiéis a Dom Pedro, quando este se negou a cumprir as determinações das Cortes de Lisboa.</p>



<p>****************************************</p>



<p><strong>PADRE ROMA &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a José Inácio Ribeiro de Abreu e Lima, conhecido como Padre Roma, (Recife, 1768 — 1817).</p>



<p>Foi um dos chefes da revolução de 1817.</p>



<p>Foi preso e condenado à morte ao desembarcar de sua jangada quando fora na Bahia para apoiar a &#8220;Segunda era da pernambucana&#8221; &#8211; Revolução de Pernanmbuco.</p>



<p>Foi executado em processo sumário por ordem do Conde dos Arcos.</p>



<p>O Padre Roma é pai de José Inácio de Abreu e Lima (1794-1869), conhecido como &#8220;General Abreu e Lima&#8221;.</p>



<p>*********************************</p>



<p><strong>PATRIOTAS &#8211; RUA</strong></p>



<p>Nome dado ao logradouro em homenagem a todos aqueles que prestaram serviços à Pátria Brasileira, em todos os tempos.</p>



<p>***********************************</p>



<p><strong>PAULO BREGARO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Paulo Emílio Bregaro, o correio da Independência.</p>



<p>Foi ele juntamente com o Capitão Antonio Cordeiro que levou a Dom Pedro, as notícias da Corte, determinantes imediatas da Declaração da Independência.</p>



<p>******************************</p>



<p><strong>PEREIRA COUTINHO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a LUIS PEREIRA DA NÓBREGA DE SOUZA COUTINHO.</p>



<p>Nasceu em Angra dos Reis (antiga capitania do Rio de Janeiro), Província do Rio de Janeiro, na segunda metade do século 18 e faleceu a 21 de dezembro de 1826.</p>



<p>Abraçou a carreira das Armas, foi tenente-general do Exército e chegou a Brigadeiro.</p>



<p>Prestou relevantes serviços à causa da Independência do Brasil.</p>



<p>Pertenceu ao &#8220;Clube Patriótico&#8221;, formado por José Joaquim da Rocha, Joaquim Gonçalves Lêdo e Padre Januário; cooperou com ardor e dedicação pessoal para a declaração do princípe regente D. Pedro de Alcântara de &#8220;ficar no Brasil&#8221; (Dia do Fico &#8211; 9 de janeiro de 1822) com oposição às ordens do governo português, sendo por isso insultado pela &#8220;Divisão Auxiliadora&#8221;, ao comando do Governador das Armas da Corte e Província do Rio de Janeiro, tenente-general Jorge de Avilez Zuzarte de Sousa Tavares.</p>



<p>Empregou os mais enérgicos esforços para preparar resistência àquela divisão, reunindo no Campo de Santana os soldados do Brasil, os patriotas e outros elementos de defesa nas noites incertas de 11 e 12 de janeiro de 1822.</p>



<p>Com sua coragem e determinação sufocou a reação das tropas portuguesas acantonadas na Província do Rio de Janeiro que estavam de prontidão, constante e hostil, em frente ao Palácio Real. Isoladas, o tenente-general Jorge de Avilez demite-se do governo das armas, e com receio de um ataque das tropas brasileiras recuam para a região da Praia Grande, em Niterói, onde se fortificaram e de onde são expulsas do Brasil. A divisão portuguesa embarca em fevereiro e chega a Lisboa em maio.</p>



<p>Foi, sob todos os aspectos, um benemérito da independência brasileira, um notável político e verdadeiro patriota. Assumiu, no primeiro gabinete ministerial (Ministério dos Andrada &#8211; 16/1/1822 a 17/7/1823), a Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra em substituição ao oficial-general do Exército, Joaquim de Oliveira Álvares, de 27 de junho a 28 de outubro de 1822.</p>



<p>Incompatibilizou-se com o &#8220;Patriarca&#8221; por ter ligações e afinidades, com parcialidade, com Joaquim Gonçalves Lêdo e José Clemente (grupo da Maçonaria).</p>



<p>Foi por isso envolvido e incluído na devassa pela denúncia de conspiração contra o governo e, com isso, juntamente com outros beneméritos da independência, deportado para a França como um dos conspiradores.</p>



<p>De regresso ao Brasil, em 1824, conservou-se alheio a quaisquer agitações políticas; mas, sem embargo de seu retraimento, a Província do Rio de Janeiro lhe fez justiça, elegendo-o deputado para a 1ª Legislatura da Assembléia Geral Legislativa do Império do Brasil &#8211; 1826 a 1829 -, e a Câmara dos Deputados elegendo-o seu primeiro presidente. Apresentou seu diploma a 29 de abril de 1826 e tomou posse a 1º de maio de 1826.</p>



<p>Foi o primeiro presidente da Câmara dos Deputados, no período de 08 de maio a 21 de dezembro de 1826, quando veio, infelizmente, a falecer, sendo substituído nas outras sessões legislativas pelo suplente, deputado Bernardo Carneiro Pinto de Almeida.</p>



<p>**********************</p>



<p><strong>SILVA BUENO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Antonio Miguel da Silva Bueno &#8211; Deputado brasileiro indicado e eleito pelo Governo Provisório da Província na ocasião em que D. João VI, forçado pela rebelião lusa (Revolução do Porto), concordara em elaborar e jurar uma Constituição para o Reino Unido, Brasil e Algarves.</p>



<p>Chegando a Lisboa em 11 de fevereiro de 1.822, juntamente com os deputados denominados Ituanos (Campos Vergueiro, Tobias de Aguiar, Diogo Feijó, Paula Souza, Pais de Barros e Almeida Leme), foi obrigado juntamente com seus companheiros a fugir de Lisboa para a Inglaterra em virtude do clima hostil e de violência estabelecido contra os brasileiros ao chegar a Corte Portuguesa a notícia de que Pedro &#8211; Príncipe Regente, convocara uma Constituinte Brasileira separando-se de Portugal.</p>



<p>*************************************</p>



<p><strong>SIQUEIRA BULCÃO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Inácio de Siqueira Bulcão &#8211; Chamado o “Patriarca da Liberdade Baiana”.</p>



<p>Prestou relevantes serviços à causa da Independência por ocasião das manifestações ocorridas na Bahia.</p>



<p>***********************************</p>



<p><strong>SOROCABANOS &#8211; RUA</strong></p>



<p>Nome dado ao logradouro em homenagem aos rebeldes de Sorocaba, comandados por Rafael Tobias de Aguiar, desejosos de abolir a autoridade absoluta do Imperador Dom Pedro I.</p>



<p>Esta revolução Liberal, teve imediato apoio de Diogo Feijó, já nos fins de sua vida.</p>



<p>Os rebeldes foram vencidos pelo Duque de Caxias, refugiando-se Tobias de Aguiar no Rio Grande do Sul.</p>



<p>Feijó não fugiu, sendo preso e faleceu logo após.</p>



<p>*************************************</p>



<p><strong>TEREZA CRISTINA &#8211; AVENIDA</strong></p>



<p>Em homenagem a Dona Teresa Cristina Maria de Bourbon-Sicílias e Bragança (Nápoles, 14 de Março de 1822 — Porto, 28 de Dezembro de 1889), terceira e última Imperatriz do Brasil.</p>



<p>Foi a esposa do imperador Pedro II, com quem casou-se em 4 de setembro de 1842.</p>



<p>Filha do rei Francisco I do Reino das Duas Sicílias, seu enlace foi motivo de decepção para o marido. Há quem afirme que, ao conhecer a esposa, com quem casara por procuração, D. Pedro teria cogitado em pedir a anulação do matrimônio por conta de seus minguados atributos físicos: era baixa, manca e feia. Alguns cronistas relatam que o casamento só teria se consumado um ano depois e que o imperador só não remeteu a esposa de volta à sua terra natal graças à intervenção de D. Mariana Carlota de Verna Magalhães, Condessa de Belmonte e ama do jovem monarca.</p>



<p>Apesar destes percalços iniciais, o casamento duraria 46 anos. D. Teresa era dotada de raro senso de cordialidade. Discreta, caridosa e inteligente, conquistou a estima do marido graças ao interesse comum em assuntos culturais. Na frota que a trouxe ao Brasil fez embarcar artistas, músicos, professores, botânicos e outros estudiosos. Aos poucos, enriqueceria a vida cultural e científica brasileira, mandando vir de sua terra as primeiras preciosidades artísticas recuperadas de Herculano e Pompéia, enviadas por seu irmão, Fernando II. Boa cantora e boa musicista, alegrava o palácio com saraus constantes. Dedicada e submissa, foi uma mãe dedicada às duas filhas que vingaram.</p>



<p>Pedro II foi um marido leal, embora tenha sido infiel em várias ocasiões, especialmente por conta de seu longo romance com Luísa Margarida de Portugal e Barros, Condessa de Barral e Pedra Branca.</p>



<p>D. Teresa faleceu em condições dramáticas, vítima de uma síncope cardíaca poucos dias depois do golpe militar de 15 de novembro de 1889. Durante toda a viagem marítima que conduziu a Família Imperial Brasileira rumo ao exílio, D. Teresa esteve em estado de choque, entorpecida pelo tratamento rude que os republicanos dedicaram à dinastia deposta. Ao embaixador da Áustria presente no embarque, perguntou: &#8220;Que fizemos para sermos tratados como criminosos?&#8221; No desembarque em Portugal retirou-se para um hotel simples, na cidade do Porto, onde sentiu-se mal. Um médico chamado às pressas nada pôde fazer. Suas últimas palavras teriam sido: &#8220;Brasil, terra abençoada que nunca mais verei&#8221;. Foi sepultada no Panteão de São Vicente de Fora, de onde seus restos foram trasladados para o Mausoléu Imperial da Catedral de Petrópolis.</p>



<p>Em sua homenagem foram batizados os municípios brasileiros de Teresina (Piauí), Teresópolis (Rio de Janeiro), Cristina (Minas Gerais) e Santo Amaro da Imperatriz (Santa Catarina)..</p>



<p>Ao doar sua coleção iconográfica para a Biblioteca Nacional do Brasil, D. Pedro II fez uma única exigência: que a coleção ganhasse o nome de sua esposa A coleção é hoje tombada pela Unesco como patrimônio mundial.</p>



<p>Descendência</p>



<p>D. Teresa Cristina foi mãe dos príncipes Dom Afonso (1845 &#8211; 1847),<br>Dona Isabel (1846 &#8211; 1921),<br>Dona Leopoldina (1847 &#8211; 1871) e<br>Dom Pedro (1848 &#8211; 1850).</p>



<p>***********************************</p>



<p><strong>VASCONCELLOS DRUMOND &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Antonio de Menezes Vasconcellos Drumond Jornalista e diplomata brasileiro.</p>



<p>Foi sempre um ardoroso defensor da causa da Independência do Brasil.</p>



<p>Prestou relevantes serviços na área de Pernambuco, tendo sido desterrado durante 6 anos.</p>



<p>***************************************</p>



<p><strong>VERGUEIRO &#8211; ESTRADA</strong></p>



<p>Em homenagem a Nicolau Pereira de Campos Vergueiro, mais conhecido como Senador Vergueiro, (Vale da Porca, 20 de dezembro de 1778 — Rio de Janeiro, 18 de setembro de 1859) foi um importante fazendeiro de café e político luso-brasileiro.</p>



<p>Nascido no concelho de Macedo de Cavaleiros (algumas fontes divergem), na região de Trás-os-Montes (Portugal), formou-se na Universidade de Coimbra em 1801. Vergueiro mudou-se para o Brasil em 1803, no ano seguinte (1804), casou-se com Maria Angélica de Vasconcelos e assumiu a função de advogado no fórum de São Paulo, cargo que exerceu até 1815.</p>



<p>Em 1813, nomeado vereador da Câmara Municipal de São Paulo. Foi juiz das Sesmarias até 1816, quando mudou-se para Piracicaba, fundando engenhos em sociedade com o brigadeiro Luís Antônio de Sousa.</p>



<p>Em 1821, às vésperas da Independência do Brasil, tornou-se membro do governo provisório da província de São Paulo. Exerceu outros cargos nas províncias de São Paulo e de Minas Gerais. Participante da Constituinte de 1823 como representante da província de São Paulo, como os irmãos Antônio Carlos Ribeiro de Andrada e José Bonifácio de Andrada e Silva, foi preso após sua dissolução.</p>



<p>Era senador e, com a abdicação de Pedro I integrou a Regência Trina provisória (1831) durante a menoridade de seu filho D. Pedro II. Integrou o Gabinete de 13 de setembro (1832), assumindo a pasta do Império (até 23 de maio de 1833) e a da Fazenda (até 14 de dezembro de 1832). Ocupou a pasta da Justiça no Gabinete de 22 de maio, organizado por Manuel Alves Branco, segundo visconde de Caravelas, e, interinamente, a do Império.</p>



<p>Foi senador durantes dez legislaturas consecutivas. Como parlamentar, sempre defendeu posições liberais e anti-escravistas. Na década de 1840 e na década de 1850 foi pioneiro na introdução de imigrantes europeus em suas fazendas paulistas de café em Campinas e Limeira.</p>



<p>Seu filho, Nicolau José de Campos Vergueiro, recebeu do Imperador o título de barão e, posteriormente, visconde de Vergueiro.</p>



<p>**********************************</p>



<p><strong>XAVIER CURADO &#8211; RUA</strong></p>



<p>Em homenagem a Joaquim Xavier Curado &#8211; Destacado militar brasileiro que desempenhou delicadas e perigosas missões no Rio da Prata.</p>



<p>Comandou forças nativistas no Rio de Janeiro ao ser proclamada a Independência Brasileira.</p>



<p>Encarregado pelo General Lecor para invadir o norte do Uruguai a frente de 2000 homens no episódio da Guerra Cisplatina.</p>



<p>*************************************</p>



<p><strong>XAVIER DE ALMEIDA &#8211; RUA</strong></p>



<p>Cândido Xavier Almeida e Sousa (1748-1831),nasceu na capitania de São Paulo.</p>



<p>General Brasileiro.</p>



<p>Descobrido dos campos de Guarapuava em 8 de setembro de 1770.</p>



<p>Foi responsavel pela expansão do territorio brasileiro até o Paraguai, onde as fronteiras entre Brasil e Paraguai.</p>
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		<title>Linhas e Ônibus e Transportes</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 23:57:21 +0000</pubDate>
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		<title>Transportes &#8211; Expresso Tiradentes</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/transportes-expresso-tiradentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 23:52:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informações Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é o Expresso Tiradentes? O Expresso Tiradentes é um corredor exclusivo de ônibus com 31,8 km de extensão que, quando concluído, ligará o Parque D. Pedro II à Cidade Tiradentes, zona Leste da cidade. O primeiro trecho de 8 km, inaugurado em 09/03/2007 pela Prefeitura de São Paulo, liga o Terminal Sacomã à [&#8230;]</p>
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<p><strong>O que é o Expresso Tiradentes?</strong></p>



<p>O Expresso Tiradentes é um corredor exclusivo de ônibus com 31,8 km de extensão que, quando concluído, ligará o Parque D. Pedro II à Cidade Tiradentes, zona Leste da cidade.</p>



<p>O primeiro trecho de 8 km, inaugurado em 09/03/2007 pela Prefeitura de São Paulo, liga o Terminal Sacomã à Estação Mercado, no Parque D. Pedro II, centro de São Paulo.</p>



<p>Ônibus modernos circulam a cada três minutos, em via elevada que segue o mesmo trajeto das Avenidas das Juntas Provisórias e do Estado.</p>



<p>Qual a vantagem para o usuário das linhas metropolitanas?</p>



<p>Integração: os usuários vindos do ABC terão direito a utilizar qualquer linha da SPTrans que estiver integrada ao Terminal Sacomã, ou que passa próximo do Terminal, sem pagar outra tarifa.</p>



<p>Economia: o Bilhete Único cadastrado da SPTrans propicia o direito de integração gratuita com outras linhas municipais no período de duas horas, no sentido Capital &#8211; ABC.</p>



<p>Novas opções de destino: os usuários poderão chegar em várias regiões da cidade: Glicério, Parque D. Pedro II, Metrô Vila Mariana, Metrô Vergueiro, Metrô São Judas, Metrô Conceição, Metrô Santa Cruz, Praça da República, Terminal Santo Amaro, CEASA, Pompéia, Terminal Rodoviário Tietê, Penha, Correio, Moema, Parque Zoológico e distritos do Sacomã.</p>



<p>Conforto e rapidez no transporte:a operação de linhas expressas e semi-expressas diminuiram o tempo de viagem do Sacomã ao Parque D. Pedro II de 40 para 20 minutos.</p>



<p>_____________________________________________________________</p>



<p><strong>Terminal Sacomã &#8211; Expresso Tiradentes &gt; Como utilizar Sentido ABC -Capital Voltar</strong></p>



<p><strong>Providencie o Bilhete Único cadastrado, pois a integração é feita somente com este cartão. Para obtê-lo vá a um dos postos da SPTrans e se cadastre também no site&nbsp;<a href="http://www.sptrans.com.br/">www.sptrans.com.br</a>para ter o benefício mais rápido (48 horas).</strong></p>



<p>Sentido ABC &#8211; Capital</p>



<p>Ao desembarcar no Terminal Sacomã, vá até as catracas, no piso superior, que dão acesso às plataformas das linhas municipais ou ao Expresso Tiradentes. Encoste seu Bilhete Único cadastrado no validador para ter acesso a uma das áreas de integração.</p>



<p>_________________________________________________________________</p>



<p>Terminal Sacomã &#8211; Expresso Tiradentes &gt; Como uilizar Sentido Capital &#8211; ABC Voltar</p>



<p>Providencie o Bilhete Único cadastrado, pois a integração será feita somente com este cartão. Para obtê-lo vá a um dos postos da SPTrans e se cadastre também no site&nbsp;<a href="http://www.sptrans.com.br/">www.sptrans.com.br</a>para ter o benefício mais rápido (48 horas).</p>



<p>Sentido Capital &#8211; ABC</p>



<p>Pague a tarifa de R$ 2,30 ao cobrador da linha municipal com o Bilhete Único ou em dinheiro.</p>



<p>Somente com o Bilhete Único você terá direito, NA VOLTA, a três viagens nas linhas municipais, no período de duas horas, sem pagar outra tarifa.</p>



<p>No Terminal Sacomã, aproxime o Bilhete Único de um dos validadores que dá acesso às plataformas 5 e 6, no piso térreo, para embarcar nas linhas metropolitanas da EMTU/SP.</p>



<p>_______________________________________________________________</p>



<p>Terminal Sacomã &#8211; Expresso Tiradentes &gt; Como utilizar nas linhas metropolitanas Voltar</p>



<p>Nas linhas metropolitanas, você poderá pagar a tarifa com o Bilhete Ônibus Metropolitano – BOM, vale transporte em papel ou dinheiro. É importante ter o BOM para facilitar sua viagem.</p>



<p>Para quem tem o BOM Vale-Transporte, há duas maneiras para embarcar nas linhas metropolitanas:</p>



<p>COM o Cartão BOM: aproxime-o de um dos validadores nas plataformas 5 e 6 para sua identificação como usuário integrado. Ao embarcar no ônibus e passar pela catraca, será descontada apenas a diferença entre a tarifa municipal e a metropolitana.</p>



<p>SEM o Cartão BOM: pague ao cobrador a diferença entre as tarifas municipal e metropolitana, em dinheiro ou vale-transporte, ANTES DO ÔNIBUS SAIR DO TERMINAL SACOMÃ. O mesmo vale para os estudantes.</p>



<p>Diferenças a serem pagas ao embarcar nas linhas metropolitanas</p>



<p>LINHAS</p>



<p>Complemento de tarifa,<br>no sentido Capital – ABC</p>



<p>Complemento de tarifa,<br>no sentido Capital – ABC ESTUDANTE</p>



<p>008 – 123 – 123EX1 &#8211; 268 R$ 0,20 R$ 0,10<br>018 – 018EX1 – 018EX2 &#8211; 018EX3 – 018DV1 R$ 0,50 R$ 0,25<br>006 – 006EX1 – 212 – 236 R$ 0,70 R$ 0,35<br>004 – 152 – 152EX1 – 153 – 154 &#8211; 154EX1 – 431<br>R$ 1,00<br>R$ 0,50</p>



<p>066 – 066EX1 – 158 – 158EX1 – 160 &#8211; 160EX2<br>R$ 1,30<br>R$ 0,65</p>



<p>063 – 063EX1 &#8211; 161<br>R$ 1,40<br>R$ 0,70</p>



<p>Exemplo: R$ 2,30 (tarifa municipal); R$ 3,00 (tarifa metropolitana ). Assim R$ 3,00 – R$ 2,30 = R$ 0,70. Neste caso, na volta (sentido Capital – ABC) a diferença para pagar a tarifa na linha metropolitana é de R$ R$ 0,70.</p>



<p>_____________________________________________________________</p>



<p>Terminal Sacomã &#8211; Expresso Tiradentes &gt; Embarque ou desembarque Voltar</p>



<p>Nas linhas metropolitanas, você poderá pagar a tarifa com o Bilhete Ônibus Metropolitano – BOM, vale transporte em papel ou dinheiro. É importante ter o BOM para facilitar sua viagem.</p>



<p>Há duas maneiras para embarcar nas linhas metropolitanas:</p>



<p>Desembarque ou Embarque no Terminal Sacomã</p>



<p>Se você desembarcar no Terminal Sacomã e não quiser utilizar as linhas municipais, passe pela catraca mecânica, localizada no piso superior, à frente da escada rolante, para sair do Terminal.</p>



<p>Se quiser entrar no Terminal Sacomã para utilizar uma linha metropolitana, seu Bilhete Único deverá estar carregado com valor mínimo de R$ 2,30. Aproxime-o do validador na linha de bloqueio que dá acesso às plataformas 5 e 6.</p>



<p>_______________________________________________________________</p>



<p>Terminal Sacomã &#8211; Expresso Tiradentes &gt; Integração Voltar</p>



<p>Linhas Municipais Integradas no Terminal Sacomã</p>



<p>LINHA DENOMINAÇÃO PLATAFORMA</p>



<p>476A Terminal Santo Amaro &#8211; Ipiranga Imediações<br>477A CEASA &#8211; Sacomã Imediações<br>478P Pompéia &#8211; Sacomã Imediações<br>5020/10 Hospital Heliópolis &#8211; Terminal Sacomã 2<br>5021/10 Água Funda &#8211; Terminal Sacomã 2<br>5029/10 Jardim Patente &#8211; Terminal Sacomã 2<br>5030/10 Jardim Maria Estela &#8211; Terminal Sacomã 1<br>5032/10 Vila Arapuá &#8211; Terminal Sacomã 4<br>5032/21 Vila Arapuã &#8211; Terminal Sacomã 3<br>5033/10 Vila Brasilina &#8211; Terminal Sacomã 2<br>5034/10 Vila Livieiro &#8211; Terminal Sacomã 1<br>5034/31 Vila Livieiro &#8211; Terminal Sacomã 1<br>5035/10 Terminal Sacomã &#8211; Vila Arapuá 4<br>5036/10 Jardim Celeste &#8211; Terminal Sacomã 2<br>5038/10 Parque Bristol &#8211; Terminal Sacomã 1<br>5039/10 Terminal Sacomã &#8211; Zoológico 1<br>5101/10 Terminal Sacomã &#8211; Parque Dom Pedro II (noturna) 2<br>5102/10 Terminal Sacomã &#8211; Terminal Amaral Gurgel (noturna) 1<br>5103/10 Terminal Sacomã – Moema 4<br>5103/21 Terminal Sacomã &#8211; Metrô Santa Cruz 3<br>5104/10 Terminal Sacomã – Praça da República 3<br>5105/10 Terminal Sacomã – Terminal Mercado Municipal Plat. Elevada<br>5107/10 Terminal Sacomã – Terminal Correio 4<br>513L/10 Terminal Sacomã – Penha 1<br>514T/10 Terminal Sacomã &#8211; Jardim Itápolis 2<br>5703 Metrô Imigrantes &#8211; Clube Atlético Ipiranga Imediações<br>5705/10 Terminal Sacomã &#8211; Metrô Vila Mariana 1<br>5705/31 Terminal Sacomã &#8211; Metrô Vergueiro 1<br>571T/10 Terminal Sacomã &#8211; Terminal Rodoviário Tietê 1<br>574J Metrô São Judas &#8211; Terminal Vila Carrão Imediações<br>575C Metrô Conceição &#8211; Vila Matias Imediações</p>



<p>Total de linhas: 31</p>



<p>________________________________________________________________</p>



<p>Terminal Sacomã &#8211; Expresso Tiradentes &gt; Integração Voltar</p>



<p>Linhas Metropolitanas de Ônibus para Estação Imigrantes</p>



<p>LINHA DENOMINAÇÃO<br>493 Santo André (Príncipe de Gales) – São Paulo (Metrô Imigrantes) &#8211; Circular<br>494 SCS (Terminal Rodoviário Nicolau Delic) – São Paulo(Metrô Imigrantes) &#8211; Circular<br>Total de linhas: 2</p>



<p>Linhas Metropolitanas Integradas no Terminal Sacomã</p>



<p>LINHA DENOMINAÇÃO<br>004 SBC (Pq. Alvarenga) &#8211; SP (Glicério) via SBC (Jd. Laura)<br>006 SBC (Jd.Nazareth) – SP (Glicério) via SBC (Paulicéia)<br>008 SCS (Nova Gerti) &#8211; SP (Pq. D. Pedro II)<br>018 Santo André (Príncipe de Gales) – SP (Pq. D. Pedro II)<br>018DV1 Santo André (Príncipe de Gales) – SP (Pq. D. Pedro II), via Fundação Santo André<br>063 Ribeirão Pires (Ouro Fino Paulista)- SP (Glicério), via Rib.Pires(Jd.Santa Luzia)<br>063EX1 Rio Grande da Serra (Santa Tereza) &#8211; SP (Glicério)<br>066 Santo André (Jd. Las Vegas) – SP (Metrô Luz), via.Santo.André (Jd. Alvorada)<br>123 SCS (Terminal Rodoviário Nicolau Delic Mod.2) – SP (Pq. D. Pedro II) via.SP(S.J.Clímaco)<br>152 SBC (Jd.Brasilândia) – SP (Glicério), via.Rodovia.Anchieta e Vila.Euro<br>152EX1 SBC (Jd.Brasilândia) – SP (Glicério), via.Rodovia.Anchieta<br>153 SBC (Conj.Terra Nova II) – SP (Glicério), via SBC ( Av. Sen.Vergueiro)<br>154 SBC (Jd.Nazareth) – SP (Glicério) via SBC (Rudge Ramos)<br>158 Mauá (Jd. Zaíra) &#8211; SP (Glicério)<br>158EX1 Mauá (Jd. Zaíra) &#8211; SP (Glicério)<br>160 Mauá (Jd.Adelina) – SP (Glicério), via Mauá (Itapark)<br>160EX2 Mauá (Jd.Adelina) – SP (Glicério), via Mauá (Itapark)<br>212 SP (Eldorado) – SP (Glicério), via.Diadema (Serraria e Jd. Campanário)<br>236 Diadema (T.M. Piraporinha) – SP (Glicério), via.Nogueira/Jd.Canhema<br>268 SCS (Terminal Rodoviário Nicolau Delic) – SP Merô Santa Cruz, via São João Clímaco<br>431 SBC (Jd.Las Palmas) – SP (Glicério)</p>



<p>Total de linhas: 21<br>_____________________________________________________________</p>



<p>Terminal Sacomã &#8211; Expresso Tiradentes &gt; Gratuidades &#8211; Idosos Voltar</p>



<p>Cartão BOM Sênior</p>



<p>Nas linhas metropolitanas, as pessoas com idade igual ou superior a 65 anos não pagam a tarifa, com a apresentação de documento oficial com foto ou do Cartão BOM Sênior.</p>



<p>A vantagem de utilizar o BOM Sênior é que o idoso pode passar pela catraca e utilizar os lugares na parte traseira do ônibus.</p>



<p>Para obter o Cartão BOM Sênior o interessado deve procurar um dos postos cadastrados e apresentar comprovante de residência com CEP, CPF e RG.</p>



<p>A retirada do cartão deverá ser feita no mesmo local do cadastramento, oito dias após o registro.</p>



<p>Confira os postos de atendimento aos idosos.</p>



<p>Bilhete Único Especial</p>



<p>Nas linhas municipais, as mulheres com idade igual ou acima de 60 anos e os homens com idade igual ou superior a 65 anos não pagam a tarifa, apresentando documento de identidade com foto ou o Bilhete Único Especial.</p>



<p>Assim, as mulheres com idade entre 60 e 64 anos, ao embarcar na linha metropolitana, no Terminal Sacomã, deverão pagar a diferença entre a tarifa municipal e a metropolitana.</p>



<p>_______________________________________________________________</p>



<p>Terminal Sacomã &#8211; Expresso Tiradentes &gt; Gratuidades &#8211; Pessoas com Deficiência Voltar</p>



<p>Pessoas com deficiência</p>



<p>Para não pagar a tarifa nas linhas metropolitanas a pessoa com deficiência deve providenciar o Cartão BOM Especial na EMTU/SP.</p>



<p>Para não pagar a tarifa nas linhas municipais, integradas no Expresso Tiradentes, a pessoa com deficiência deve providenciar o Bilhete Único de Passageiros Especiais na SPTrans</p>



<p>_____________________________________________________________</p>



<p>Terminal Sacomã &#8211; Expresso Tiradentes &gt; Gratuidades &#8211; Estudantes Voltar</p>



<p>Estudantes</p>



<p>Para garantir o desconto de 50% na tarifa das linhas metropolitanas, o aluno deve providenciar o Cartão BOM Escolar, por meio da escola ou faculdade que deverá estar cadastrada na EMTU/SP.</p>



<p><strong>Para garantir o desconto de 50% na tarifa das linhas municipais, o estudante deve providenciar o Bilhete Único Estudante. A escola ou faculdade deve estar cadastrada na SPTrans.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Jornais e Revistas da Região</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/jornais-e-revistas-da-regiao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 23:51:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informações Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8211; Gazeta do Ipiranga &#8211; Publicação Interrompida&#8211; Ipiranga News&#8211; O Patriota</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p> <strong><a href="http://www.gazetadoipiranga.com.br/index.asp">&#8211; Gazeta do Ipiranga</a></strong> &#8211; Publicação Interrompida<br><strong><a href="http://www.ipiranganews.inf.br/ipirangaonline.htm">&#8211; Ipiranga News</a></strong><br><strong><a href="http://www.patriota.com.br/">&#8211; O Patriota</a></strong> </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ruas de Lazer</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/ruas-de-lazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 23:50:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informações Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rua Ainda, 69 &#8211; CEP &#8211; 04224-000Rua Antonio do Lago, 97 &#8211; CEP &#8211; 04256-040Rua Arroio Grande, 212 &#8211; CEP &#8211; 04253-050Rua Aviador de Barros, 280 &#8211; CEP &#8211; 04162-070Rua Carneiro Maia &#8211; CEP &#8211; 04155-050Rua Domingos Giorgetti, 638 &#8211; CEP &#8211; 04162-060Rua Profa. Edméia Attab, 232 &#8211; CEP &#8211; 04256-180Rua Eduardo Valim, 12 &#8211; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Rua Ainda, 69 &#8211; CEP &#8211; 04224-000<br>Rua Antonio do Lago, 97 &#8211; CEP &#8211; 04256-040<br>Rua Arroio Grande, 212 &#8211; CEP &#8211; 04253-050<br>Rua Aviador de Barros, 280 &#8211; CEP &#8211; 04162-070<br>Rua Carneiro Maia &#8211; CEP &#8211; 04155-050<br>Rua Domingos Giorgetti, 638 &#8211; CEP &#8211; 04162-060<br>Rua Profa. Edméia Attab, 232 &#8211; CEP &#8211; 04256-180<br>Rua Eduardo Valim, 12 &#8211; CEP &#8211; 04173-060<br>Rua Ermínia Chimenti, 201 cs02 &#8211; CEP &#8211; 04257-230<br>Rua Evolução, 27 &#8211; CEP &#8211; 04163-000<br>Rua Gervásio Campos, 200 &#8211; CEP &#8211; 04191-170<br>Rua Lauro Penteado, Engº<br>Rua Miguel Firmino Oliveira, 278 &#8211; CEP &#8211; 01551-030<br>Rua Lúcia, 85 &#8211; CEP &#8211; 04280-070<br>Rua Menino do Engenho, 218 &#8211; CEP &#8211; 04194-350<br>Rua da Mina, 38 &#8211; CEP &#8211; 04849-538<br>Rua do Parque, 44 &#8211; CEP &#8211; 04279-080<br>RuaPaulo Barbosa, 244 &#8211; CEP &#8211; 04201-080<br>Praça Sylas Baltazar Araújo &#8211; CEP &#8211; 04257-010<br>Rua Rafael Ficondo, 289 &#8211; CEP &#8211; 04161-070 </p>
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		<title>Patrimônio histórico do Ipiranga &#8211; tombados</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/patrimonio-historico-do-ipiranga-tombados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 23:49:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informações Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Berço da Independência do Brasil, o Ipiranga já pode ser considerado um Museu a céu aberto. Referencia histórica da Cidade de São Paulo, o bairro agora conta 12 construções centenária tombadas pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) desde o dia 8 de maio de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Berço da Independência do Brasil, o Ipiranga já pode ser considerado um Museu a céu aberto. Referencia histórica da Cidade de São Paulo, o bairro agora conta 12 construções centenária tombadas pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) desde o dia 8 de maio de 2.007. A decisão reconhece o valor histórico, arquitetônico, paisagístico e urbanístico dos imóveis, que fizeram parte da herança do Conde José Vicente de Azevedo (1.859 / 1.944). Ele chegou a capital aos 16 anos e trouxe um sonho: amparar as crianças desvalidas.</p>



<p>Nos últimos anos do Império adquiriu uma grande gleba de terras na Colina do Ipiranga, sítio histórico da Independência. Em análise desde 1.993, os imóveis fazem parte da herança do Conde que, no começo do século passado, tinha entre seus bens 45 alqueires de terras no Ipiranga. Numa parte de seus domínios, ele construiu casas beneficentes, que atendiam a órfãos, doentes e cegos. É o caso do Instituto Padre Chico que em 18 de fevereiro de 1.928, recebeu a doação de um terrno feita pelo Conde Dr. José Vicente de Azevedo no Ipiranga , onde já existia um Pavilhão com o nome de Dom Antonio de Alvarenga. Em 27 de maio de 1.928foi lançada a primeira pedra do novo estabelecimento e em 4 de novembro de 1.929 lançou-se a primeira pedra da Igreja de Santana, oferecida por Dona Ana do Amaral Borges, onde guarda religiosamente os despojos mortais de Monsenhor Francisco de Paula Rodrigues – “Padre Chico”.</p>



<p>A direção do Instituto de Cegos “Padre Chico” foi entregue às filhas de caridade de São Vicente de Paula desde a sua fundação. A entidade proporciona hoje aos seus assistidos o verdadeiro amparo social e a assistência cristã, constituindo uma das mais belas e significativas obras de benemerência e filantropia da Capital.</p>



<p>Outros exemplos são o Instituto Cristóvão Colombo, de 1.895, só para meninos. Ali estudaram filhos de imigrantes italianos, de onde saíram advogados, médicos e comerciantes que ajudaram posteriormente a construir o bairro e o Internato e Semi-Internato Nossa Senhora Auxiliadora, edificação projetada pelo escritório Ramos de Azevedo.</p>



<p>Foram tombados, também, o Educandário Sagrada Família, o Instituto Maria Imaculada, o Colégio São Francisco Xavier, a Clínica Infantil do Ipiranga, o Seminário João XXIII, o Antigo Noviciado Nossa Senhora das Graças, o Antigo Grupo Escolar São José, o Antigo Juvenato Santíssimo Sacramento-UNESP e o Seminário Central do Ipiranga.</p>



<p>Segundo o bisneto do Conde Carlos Eduardo Francischini essas instituições não teriam existido se o Conde, para tanto, não tivesse contribuído pelo menos com o terreno. Para algumas, contribuiu com muito mais. “Acredito que todos os descendentes do Conde José Vicente de Azevedo que, assim como eu, conhecem a sua história sentiram boa dose de emoção diante da notícia do tombamento, pelo Patrimonio Histórico, das construções que abrigam as obras relacionadas na Resolução do COMPRESP. A primeira de suas filhas, Maria Angelina, teve como sua primeira filha a minha mãe, Maria Thereza. Portanto, sou seu bisneto. As mencionadas obras já haviam sido denominadas por alguém como “Os 12 Tabernáculos do Ipiranga”, porque foram erguidas, todas para maior glória de Deus.</p>



<p>Já o vice-reitor administrativo da UNIFAI Prof. Osmar Garcia Stolagli, disse que é importante que transformações ocorram para melhoria do nosso bairro, sejam nos sistemas de transportes coletivos, em edificações, áreas de ensino e na necessária prestação de serviços em geral. “Tais fatosorgulham os ipiranguistas de nascimento e de coração. Porém jamais poderemos deixar de lado nossos laços históricos, tradições e tudo mais que os antepassados nos legaram. Assim é que, nos alegram as notícias de que o CONPRESP definiu os processos de tombamento de diversos edifícios de instituições que marcam positivamente setores da região, principalmente no entorno da Avenida Nazaré. Convém lembrar também que essas intervenções, por vezes, causam problemas para as entidades impossibilitadas de expansão ou de não poderem arcar com investimentos de manutenção de suas propriedades, sem qualquer ajuda dos órgãos governamentais”, declara.</p>



<p>Confira a relação dos imóveis tombados:</p>



<p>Instituto Padre Chico – Companhia das Irmãs Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo – R. Moreira de Godoy, 456/572 (desde 1.928, quando o próprio padre Chico recebeu as terras do Conde, fez-se ali uma casa de auxílio a pessoas cegas. A construção do começo do século tem iluminadas galerias a que os arquitetos chama de arco pleno, que cercam um pátio interno bastante arborizado.);</p>



<p>Educandário Sagrada Família – Congregação das Irmãzinhas de Imaculada Conceição – Av. Nazaré, 470 com R. Barão de Loreto, 182 (a construção, de 1.895, teve projeto arquitetônico doado por Ramos de Azevedo. Em um dos prédios de tendência neoclássica funciona a 2ª. Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição e, no outro, um educandário. Os dois são interligados por uma Capela , onde esta sepultado o corpo de Madre Paulina (1865/1942). Ela morou naquele terreno, no Pequeno Abrigo para Filhos de Imigrantes e Escravos, de 1.918 até o dia de sua morte. A Capela da Sagrada Família, nome dado pela própria Santa Paulina (canonizada em Roma, em maio de 2.002), pode ser visitada de 3ª. à domingo das 9h às 19h.).</p>



<p>&#8211; Internato Nossa Senhora Auxiliadora – Congregação das Filhas de Nossa Senhora do Sagrado Coração – R.Dom Luís de Lasagna, 300 e Av. Nazaré, 810 (outro projeto de Ramos de Azevedo, de 1.896. Queixos despencam diante do imponente portão de ferro ornamentado do final do século 19. Mais glamour visual: linhas neoclássicas, jardim de rosas, canteiros geométricos versalheses).</p>



<p>&#8211; Antigo Noviciado Nossa Senhora das Graças Irmãs Salesianas – R.Dr.Clóvis Bueno de Azevedo, 130 e R. Dom Luis de Lasanha, 176 (o tempo para diante dessa construção de 1.924 do padre salesiano e engenheiro Domingos Despiano. No tombamento, a referencia é ao piso de ladrilho hidráulico original, que forma um mosaico multicor e aos vitrais nas alamedas internas).</p>



<p>Antigo Grupo Escolar São José – Avenida Nazaré, 900 com R. Moreira de Godói, 226 (originalmente, o projeto de Ramos de Azevedo de 1.891 não incluía grades. A construção de alvenaria de tijolos pintados de amarelo permitia que as crianças corressem para a rua depois das aulas).</p>



<p>Instituto Cristóvão Colombo– Congressão Missionários São Carlos – R.Dr. Mario Vicente, 1108 (não espere se deparar com uma construção diante do número dessa rua. Passe o portal e siga sem medo pela viela de pedra. Pequenas travessinhas, repletas de casotas geminadas surgirão no caminho. No centro, está o Instituto Cristóvão Colombo, que em 1.995 iniciou atividade como orfanato. A fachada é composta por uma Igreja de linhas marcantes que mesclam os estilos neoclássico e art déco. Na década de 60, ela ganhou um anexo em linhas retas e azulejos coloridos. Mistura maluca? Há mais de frente para a Igreja, está o Seminário João XXIII, onde está a ordem dos Padres Carlistas. O tombamento nessa região faz menção às arvores do bosque em frente à construção. Ou seja, a imensa mangueira centenária está livre da especulação imobiliária).</p>



<p>&#8211; Seminário João XXIII – Congregação dos Missionários de São Carlos – R. Dr. Mario Vicente, 1108 (vide texto acima).</p>



<p>&#8211; Clinica Infantil do Ipiranga – Ordem dos Ministros dos Enfermos Camilianos – Av.Nazaré, 1361 (agraciado por uma das doações do conde, o pediatra Augusto Gomes de Mattos (1899/1978) transformou a clínica em referencia para o tratamento pediátrico na década de 40. Quem passar pela construção de 1.931, deve observar outras jóias os vitrais do russo Conrado Sorgenicht Filho, o mesmo responsável pelos do Teatro Municipal, e os azulejos de Antonio Paim Vieira, que fez os azulejos azuis da Nossa Senhora do Brasil).</p>



<p>Seminário Central do Ipiranga – Universidade Católica – Arquivo Metropolitano Arquidiocesana – Av.Nazaré, 1361 (dos arquivos do Conde consta que a construção de 1.943 é de Alexandre Albuquerque, que trabalhou no escritório de Ramos de Azevedo e foi responsável pela reurbanização da região de .Santa Ifigênia. São suntuosos os arcos e a rosácea na entrada da Igreja da Paróquia da Imaculada Conceição em estilo neoclássico. Como antes do período republicano a Igreja fazia a função de cartório, ali está grande parte dos registros civis da época).</p>



<p>&#8211; Antigo Juvenato Santíssimo Sacramento – R.Dom Luís Lasanha, 400 com Av.Nazaré, s/n° (ladeado por árvores, entre elas uma araucária, o edifício eclético de Ramos de Azevedo de 1.929, é hoje ocupado pela Unesp. A capela alinhada ao lote tem arcos ogivais dignos de aula de arquitetura. O desenho é característico das abóbadas góticas.).</p>



<p>&#8211; Colégio São Francisco Xavier &#8211; Rua Moreira e Costa, 531 (o colégio foi construído em 1.925 e recebia imigrantes japoneses. Destaque para platibandas simples, mureta que tem função de esconder o telhado, entremeado por pináculos (pontos mais altos)).</p>



<p>&#8211; Instituto Maria Imaculada &#8211; Av. Nazaré, 711 (construção assimétrica da década de 30. A igreja abriga um painel de cerâmica com a pintura da imagem de Maria Imaculada, que vale ser conhecido)</p>



<p>Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) tombou em 2005.</p>



<p>&#8211; A família Jafet ao imigrar do Líbano, em 1.887, criaram a Tecelagem e Estamparia Ypiranga. Suas industrias chegaram a empregar cerca de 4,5 mil operários. Em 1.923 , inauguraram, no número 798 da R.Bom Pastor, a suntuosa residência de Basílio Jafet, uma mescla de estilos oriental, clássico e barroco, que ficou conhecida como Palácio dos Cedros – referencia ao jardim que circunda a mansão, ornamentado pela vegetação típica de seu país. Mármores de Carrara foram trazidos da Itália para montar as escadarias. Há pisos machetados, pedras talhadas, mosaicos e uma profusão de colunas, brasões e anjos barrocos; enquanto pinturas, apliquese esculturas estão distribuídos por seus quatro andares, que abrigam 50 cômodos. Segundo o arquiteto e urbanista Benedito Lima de Toledo, 72, “o quadrilátero dos Jafet é o auge da ostentação do ecletismo”. O que apesar da suntuosidade, não significa exatamente bom gosto.</p>



<p>(artigo escrita pela jornalista Karla Peralto para o jornal Gazeta do Ipiranga – edição n° 2492 &#8211; página 4 – caderno A de 25/05/2007)</p>



<p>(texto em itálico extraído da Revista da Folha de 20 de maio de 2.007 – ano 16 edição 768)</p>



<p>Fonte: Upiranga</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Feiras Livres localizadas na região do Ipiranga</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/feiras-livres-localizadas-na-regiao-do-ipiranga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 23:49:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informações Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>NOME DA FEIRA / ENDEREÇO / BAIRRO / REFERÊNCIA DOMINGO IPIRANGARUA AGOSTINHO GOMESIPIRANGARUA DOS PATRIOTAS VILA SÃO JOSÉRUA OLIVEIRA MELOVILA SÃO JOSETV DA RUA DR. MARIO VICENTE JARDIM PREVIDÊNCIAAV. INHAIBAMOINHO VELHORUA VERGUEIRO CASTELO BRANCORUA ASSUNGUIVILA GUMERCINDORUA SANTA CRUZ 1065-0 JARDIM DA SAÚDE PRAÇA BRÁS GONÇALVES JARDIM DA SAÚDE FINAL AV BOSQUE DA SAÚDE1066-9 VILA CRISTÁLIA [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>NOME DA FEIRA / ENDEREÇO / BAIRRO / REFERÊNCIA</p>



<p>DOMINGO</p>



<p>IPIRANGA<br>RUA AGOSTINHO GOMES<br>IPIRANGA<br>RUA DOS PATRIOTAS</p>



<p>VILA SÃO JOSÉ<br>RUA OLIVEIRA MELO<br>VILA SÃO JOSE<br>TV DA RUA DR. MARIO VICENTE</p>



<p>JARDIM PREVIDÊNCIA<br>AV. INHAIBA<br>MOINHO VELHO<br>RUA VERGUEIRO</p>



<p>CASTELO BRANCO<br>RUA ASSUNGUI<br>VILA GUMERCINDO<br>RUA SANTA CRUZ</p>



<p>1065-0 JARDIM DA SAÚDE PRAÇA BRÁS GONÇALVES JARDIM DA SAÚDE FINAL AV BOSQUE DA SAÚDE<br>1066-9 VILA CRISTÁLIA RUA ANTONIO LAMAS VILA CRISTÁLIA ESTRADA DAS LÁGRIMAS<br>1107-0 VILA INDEPENDÊNCIA RUA CAVALEIRO FRONTINI VILA INDEPENDÊNCIA RUA ANNY<br>1186-0 SIMBA SAFARI RUA ALBERTO FONTANA JARDIM CELESTE PORT 045/94<br>1204-1 CONJ. RESIDENCIAL HELIÓPOLIS RUA FREI BRAYNER SACOMÃ<br>1243-2 PARQUE BRISTOL RUA PROF ARNALDO JOÃO SEMERARO PARQUE BRISTOL AV FRANCESCO DEL COSSA<br>1245-9 VILA BRASILINA RUA TOLSTOI VILA BRASILINNA</p>



<p>TERÇA</p>



<p>ALTO DO IPIRANGA<br>RUA XAVIER DE ALMEIDA<br>ALTO DO IPIRANGA<br>INSTITUTO DE CEGOS PADRE CHI</p>



<p>VILA DAS MERCÊS<br>RUA AMÍLCAR VELOSO PEDERNEIRAS<br>VILA DAS MERCÊS<br>AV PADRE ARLINDO VIEIRA</p>



<p>ÁGUA FUNDA<br>RUA MÁRIO SCHIOPA<br>ÁGUA FUNDA<br>SIDERÚRGICA ALIPERTI</p>



<p>PORONGABA<br>RUA MATIAS TEIXEIRA<br>BOSQUE DA SAÚDE<br>TV RUA ITABORAÍ</p>



<p>SANTA EULÁLIA<br>RUA SÃO SILVINO<br>VILA SANTA EULÁLIA<br>COMEÇA AV. RICARDO JAFET</p>



<p>VILA ARAPUÃ<br>RUA RIZZIERI NEGRINI<br>VILA ARAPUÃ<br>COLOMBO FLORENCE C ANT HERDE</p>



<p>QUARTA</p>



<p>VILA MONUMENTO<br>RUA GUINLE<br>VILA MONUMENTO<br>TRAVESSA RUA MARIANO PROCOPI</p>



<p>CERRAÇÃO<br>RUA LINO GUEDES<br>MOINHO VELHO<br>ALTURA DA VERGUEIRO 7450</p>



<p>SÃO JOÃO CLÍMACO<br>RUA JAPARATUBA<br>SÃO JOÃO CLÍMACO<br>ESTRADA DAS LÁGRIMAS 1600<br>4053-3 SANTA ANGELA RUA EVOLUÇÃO VILA MORAES IGREJA SANTA ANGELA</p>



<p>SUSSUARAMA<br>RUA CINCO DE JULHO<br>VILA NAIR<br>FIM DA AV NAZARÉ</p>



<p>VILA VERA<br>AV. CORONEL JOSÉ PIRES DE ANDRADE<br>VILA VERA<br>RUA VERGUEIRO 9000</p>



<p>JARDIM LEAR<br>RUA JOSÉ ANTONIO VALADARES<br>JARDIM LEAR<br>ANTIGA AV SÃO PAULO</p>



<p>QUINTA</p>



<p>IPIRANGA<br>RUA DOUTOR MÁRIO VICENTE<br>IPIRANGA<br>TV RUA SALVADOR SIMÕES</p>



<p>SACOMÃ<br>RUA LINO COUTINHO<br>SACOMÃ<br>TV RUA LORD CROCKRANE</p>



<p>AURI VERDE<br>RUA CAMPANTE<br>VILA CARIOCA<br>ENTRE AS RUAS AMADIS E AÍDA</p>



<p>JAGUARI<br>PRAÇA BRÁS GONÇALVES<br>JARDIM DA SAÚDE FINAL<br>BOSQUE SAÚDE</p>



<p>MARIA ESTELA<br>PRAÇA DOUTOR CURADO FLEURY<br>JARDIM MARIA ESTELA<br>TV AV MARIA ESTELA</p>



<p>SANTA CRUZ<br>RUA JOSÉ COCCIUFFO<br>ALTO DO IPIRANGA<br>RUA SANTA CRUZ</p>



<p>DURIVES<br>RUA DO MUTIRÃO<br>SACOMÃ</p>



<p>SEXTA</p>



<p>TEREZA CRISTINA<br>RUA COSTA AGUIAR<br>IPIRANGA<br>FIXADA</p>



<p>RUA ANGATURAMA<br>VILA DAS MERCÊS</p>



<p>VILA GUMERCINDO<br>RUA DOM ANTONIO ALVARENGA<br>VILA GUMERCINDO<br>PRÓXIMO VIADUTO SANTA CRUZ</p>



<p>VILA DOS QUARENTA<br>RUA ANGATURAMA<br>VILA DAS MERCÊS<br>TV RUA MARQUÊS DE LAGE</p>



<p>VILA BANDEIRANTES<br>RUA PROFESSOR RAUL PEDERNEIRAS VILA CONDE DO PINHAL<br>TV VIA ANCHIETA</p>



<p>JARDIM PATENTE<br>AV. PATENTE<br>JARDIM PATENTE<br>TV ES DAS LÁGRIMAS ALTURA 35</p>



<p>VILA OLIVIERI<br>RUA CLÁUDIO FERREIRA MANOEL<br>VILA OLIVIERI<br>RUA CARLA LIVIERO</p>



<p>PARQUE BRISTOL<br>AV. JOSÉ CAETANO DA ROCHA<br>PARQUE BRISTOL<br>TV RUA PADRE ARLINDO VIEIRA</p>



<p>HELIÓPOLIS<br>RUA A<br>IPIRANGA<br>HELIÓPOLIS</p>



<p>SÁBADO</p>



<p>SACOMÃ<br>RUA AMÉRICO SAMARONE<br>SACOMÃ<br>TV RUA REGINO ARAGÃO</p>



<p>VILA MORAES<br>RUA DIVINÓPOLIS<br>VILA MORAES<br>TV AV CURSINO</p>



<p>RUA ENGEMHEIRO JOSÉ BUENO BICALHO<br>VILA DAS MERCÊS</p>



<p>VILA NAIR<br>RUA DONA LEOPOLDINA<br>VILA NAIR<br>ÚLTIMA TRAVESSA DA AV NAZARÉ</p>



<p>VILA CARIOCA<br>RUA ALBINO DE MORAES<br>VILA CARIOCA<br>AV JUNTAS PROVISÓRIAS</p>



<p>JARDIM BOTUCATU<br>RUA DOUTOR EUGÊNIO EGAS<br>JARDIM CLÍMAX<br>PRAÇA EDUARDO COSTA MANSO</p>



<p>JARDIM TROPICAL<br>RUA ENGENHEIRO<br>JOSÉ BUENO BICALHO<br>JARDIM TROPICAL IGREJA N S DOS MERCÊS</p>



<p>SÃO SAVÉRIO<br>RUA CANÇÃO DO EXÍLIO<br>SACOMÃ<br>JARDIM MARIA ESTELA<br>PRAÇA PROFESSOR JAIME POGGI<br>JARDIM MARIA ESTELA</p>
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		<title>27 Setembro &#8211; Aniversário do Bairro</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/27-setembro-aniversario-do-bairro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 23:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informações Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não só na época em que comemora-se o o seu aniversário, mas venha sempre visitar e conhecer melhor o bairro do Ipiranga.&#8211; Santuário de Santa Edwiges- Planetário Mundo Estelar- Parque da Independência- Paróquia São José do Ipiranga- Palacete Rosa- Museu Vicente de Azevedo- Museu Paulista- Museu do Automóvel- Museu de Zoologia- Monumento à Independência- Mercado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p> Não só na época em que comemora-se o o seu aniversário, mas venha sempre visitar e conhecer melhor o bairro do Ipiranga.<br>&#8211; Santuário de Santa Edwiges- Planetário Mundo Estelar- Parque da Independência- Paróquia São José do Ipiranga- Palacete Rosa- Museu Vicente de Azevedo- Museu Paulista- Museu do Automóvel- Museu de Zoologia- Monumento à Independência- Mercado Municipal do Ipiranga- Memorial Santa Paulina- Marco Quilométrico- Marco do Centenário da Independência- Jardins Franceses- Igreja de São José do Ipiranga- Feirarte Ipiranga- Casa do Grito- Capela Imperial- Caminho do Mar- Árvore das Lágrimas- Aquário de São Paulo<br>Quantos lugares maravilhosos esse bairro têm para conhecer e comemorar na sua data maior:<br>Outro aspecto muito importante a ser considerado são os processos criminais antigos. O Brasil possuía dois sistemas de Justiça: civil e a eclesiástica. Por exemplo, concubinato, sacrilégio e as consideradas feitiçarias eram considerados crimes eclesiásticos.<br>Um fator importante a se considerar é que , antes do período republicano, a Igreja fazia às vezes dos cartórios, ou seja, era responsável pelos registros civis, pois no chamado regime de padroado era um departamento do Estado e os padres eram funcionários públicos.<br>Obs.: dados aproximados.• Filmes cinematográficos e fitas VHS.• Plantas e projetos arquitetônicos (cerca de 3.000);• Jornais católicos encadernados (1899 a 2002);• Fotografias, cerca de 26.000, desde 1871;• Partituras Musicais (século XVIII e XIX);• Novecentos pastas de documentação avulsa de paróquias do Estado de São Paulo, Sul de Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul;• Duzentos e cinqüenta mil processos manuscritos de 1640 a 1920, destacando: abjurações e profissões de fé, autos cíveis, crimes, divórcio, esponsais, habilitação de genere et moribus (ordenações presbiterais), oratórios particulares, processos de casamento e dispensas matrimoniais, processo de padres estrangeiros, e testamentos;• Milhões de informações localizadas em livros manuscritos de entidades diversas (associações, bispos, cúria metropolitana, irmandades, paróquias, seminários, entre outras) (1686 a 1950);• Trezentos mil registros de óbitos (1686 a 1889);• Quatro milhões de registros de casamentos (1632 a 2002);• Oito milhões de registros de batizados (1640 a 2002);O prédio da avenida Nazaré, 993 , funciona como um verdadeiro cartório central da Igreja em São Paulo; o acervo é impressionante:<br>Antes do Ipiranga, o arquivo criado em 1918 por Dom Duarte Leopoldo e Silva , Primeiro Arcebispo Metropolitano de São Paulo, em 01 de abril de 1918. Até o início da década de 70, estava alocado na rua Santa Tereza, no centro da cidade. Posteriormente, com o início das obras do Metrô, temporariamente foi transferido para a praça Clóvis Beviláqua. Finalmente, em 1984 foi totalmente transferido para o Ipiranga.<br>Em plena avenida Nazaré, mais de dois quilômetros de registros guardados em dois prédios,originários do Arquivo da Cúria Metropolitana de São Paulo, preservam a história da Igreja Católica da cidade; esse acervo incomensurável proporciona a oportunidade rara do eventual pesquisador conhecer as origens familiares, no Brasil ou no exterior. <br>UM DOS MAIORES CENTROS DE INFORMAÇÃO RELIGIOSA E HISTÓRICA DE SÃO PAULO<br>Posteriormente, o órgão estadual de preservação do patrimônio histórico, denomina &#8220;Parque da Independência&#8221;ao conjunto que engloba o Museu, Casa do Grito, Monumento, Jardins Franceses, alamedas e demais áreas verdes.<br>O conjunto de espetáculo de água e fontes (hoje em reformas) foi construído entre os anos de 1906 a 1909. Em 1970, por ocasião do sesquicentenário da Independência, instalou-se equipamento aquático de imagem e som.<br>No ano de 1922, houve uma ampliação desse projeto em aproximadamente 1.500 metros quadrados de jardins, atingindo o início da avenida D. Pedro I; na década de 30, os jardins sofrem outras intervenções, sendo a principal, o chamado rebaixamento da área em frente à fachada principal do prédio.Os jardins originais em torno do Museu Paulista, alocados entre 1908 e 1909, foram projetados pelo paisagista belga Arsenius Puttemans e reproduzem características paisagísticas inspiradas nos jardins barrocos franceses, como os de Versailles. <br>JARDINS FRANCESES DO PARQUE DA INDEPENDÊNCIA<br>Consta que o acervo do Museu teve o seu início com uma reduzida coleção particular do Major Sertório que instituiu a Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo. <br>Poucos sabem, porém, um dos maiores orgulhos dos moradores do bairro do Ipiranga é possuir um Museu Zoológico, que aplicando um pouco de humor, faria Noé enrubescer de vergonha. Com um acervo fabuloso, mais de sete milhões de espécimes, bem ao lado do Museu Paulista ou do Ipiranga, como é popularmente conhecido, na avenida Nazaré, localiza-se a maior referência científica da América Latina referente ao processo evolutivo dos animais. <br>A &#8220;ARCA&#8221; DO IPIRANGA<br>Consta dos anais, que a troca do nome foi em homenagem ao forte Nazaré, no Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, local em que o Brasil resistiu ao cerco holandês até julho de 1635, data em que os militares brasileiros se entregaram.<br>Originalmente a avenida chamava-se rua Asylo de Orphams; pelo decreto retro mencionado, o nome passou a ser avenida Nazareth, com outras vinte ruas do bairro ganhando outros nomes.Um fato bastante curioso, em que pese a tradição da igreja católica nas imediações, a avenida Nazaré recebeu este nome por um motivo nada a ver com fundamentos religiosos. Mediante um decreto publicado em 9 de agosto de 1916, uma quarta feira, o então prefeito Washington Luis P. de Sousa, deu nome para uma série de ruas do bairro com denominações em dobro, em contra partida com outros locais da cidade.<br>Além da arquitetura neoclássica dos prédios centenários, a avenida caracteriza-se pela vocação em bem cuidar dos seres humanos, com ênfase no famoso Instituto Padre Chico, dedicado aos deficientes visuais.<br>A avenida Nazaré é uma continuação da Praça do Monumento, local em que esta o Parque da Independência e o próprio Museu Paulista; nela se concentram três escolas superiores, o Museu de Zoologia e o Arquivo da Cúria Diocesana. Provavelmente, com essa concentração privilegiada de informações, faz com que a avenida Nazaré seja uma das mais ricas em tradição e cultura.O maior corredor cultural do bairro e, com certeza, um dos mais importantes de São Paulo tem nome: avenida Nazaré.A avenida Nazaré guarda patrimônio histórico, religioso e social<br>Brilhou no céu da Pátria nesse instante. E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,De um povo heróico o brado retumbante,Ouviram do Ipiranga às margens plácidasIMúsica: Francisco Manuel da Silva Autor: Joaquim Osório Duque EstradaHino Nacional Brasileiro<br>Quem não ouviu, cantou, se emocionou com o Hino Nacional brasileiro, cuja primeira estrofe leva o nome da região a toda a nação?<br>O principal fato histórico ocorrido no bairro do Ipiranga foi a Proclamação da Independência do Brasil, em 7 de Setembro de 1822, por Dom Pedro I, às margens do Ribeirão Ipiranga. <br>O bairro do Ipiranga, pelas circunstancias, com certeza é um dos mais populares e conhecidos do Brasil.<br>O Portal do Ipiranga, na época do evento, divulga toda a sua programação e acompanha de perto os acontecimentos para levar ao conhecimentos dos seus visitantes e usuários. <br>Na oportunidade, vários eventos oficiais e privados são programados, para lembrar a data com muita euforia, pois, o bairro, foi o berço da nossa independência e isso deve ser comemorado em dobro. O bairro do Ipiranga comemora o seu aniversário de fundação no mês de setembro. </p>
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