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	<title>Arquivos Lembranças - Portal do Ipiranga</title>
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	<description>História, diversão, comércio e juito mais</description>
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	<title>Arquivos Lembranças - Portal do Ipiranga</title>
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		<title>Orlando Fernandes &#8211; &#8220;Landinho Cortês&#8221;</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/orlando-fernandes-landinho-cortes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 01:24:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lembranças]]></category>
		<category><![CDATA[Personalidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Músico vive de ilusão!O meu amigo Orlando Fernandes, mais conhecido por “Landinho Cortês” residiu muitos anos no bairro da Vila Carioca, ele estudou e se formou professor de música no “Conservatório Carlos Gomes”, entidade com instalações no bairro Liberdade, e freqüentava também a A. A. B. &#8211; Associação dos Acordeonistas do Brasil, entidade que mantinha [&#8230;]</p>
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<p>Músico vive de ilusão!<br>O meu amigo Orlando Fernandes, mais conhecido por “Landinho Cortês” residiu muitos anos no bairro da Vila Carioca, ele estudou e se formou professor de música no “Conservatório Carlos Gomes”, entidade com instalações no bairro Liberdade, e freqüentava também a A. A. B. &#8211; Associação dos Acordeonistas do Brasil, entidade que mantinha intercâmbio nacional e internacional, e com isso agregava novas técnicas de execução instrumental.<br>No dia 24 dezembro de 1958 participou de um concurso no Teatro Municipal de São Paulo, promovido pelas Lojas Pirani – Pianos Hering e Radio Gazeta. Quem recebeu o premio de melhor executante foi à acordeonista Armida Valeri, e Orlando Fernandes o premio – extra de melhor aluno.<br>Para ficar registrado o evento cultural &#8211; artístico a Radio Gazeta gravou direto do Teatro Municipal de São Paulo um acetato 78* rotações, gravado por via telefone.<br>Daí enveredou pelo meio artístico tendo acompanhado vários artistas, famosos da época, tais como “Roberto Vidal” que gravou a música “Negue”, Ângela Maria e outros mais.<br>Por um acaso fui visitar uns parentes na minha cidade natal, Porto Ferreira e acabo encontrando o “Landinho Cortes” sentado num banco da praça. Daí muita conversa rolou, e recordava os tempos em que morou no Ipiranga. Dizia que se lembrava de ter praticado natação no famoso “Tanque da Pólvora”, local freqüentado também pelos esportistas do C.A.Y.-..Clube Athlético Ypiranga, que tinha nas proximidades o também famoso “Castelo do Samarone”, que também conheci na década dos anos 50.<br>Perguntei para o Landinho, como é que você veio parar em Porto Ferreira? É uma longa história disse ele. Cansei de viver na capital, minha mãe Antonia Cortes tem parentes aqui em Porto Ferreira e por aqui vou ficar até morrer.<br>Mas falando de música você tem aquele disco de acetato que foi gravado pela Rádio Gazeta. Disse tenho sim, está guardado dentro de uma velha caixa de madeira, mas não é um baú, risos&#8230; Tudo bem me empresta que quero ouvir como ficou. Falou. Você tem uma vitrola para rodar 78 rotações, eu disse não, mas empresto uma. Enfim ouvi o tal disco de acetado na casa de um amigo, apesar de toda chiadeira o disco estava em ótimo estado.<br>Falou também que em Porto Ferreira estava trabalhando como professor de música e tinha vários alunos um deles por nome de Rogério Bonani, ia patrocinar a gravação de um Cd, sem acompanhamento, apenas eu (ele) tocando acordeão. É uma ótima idéia, assim fica o seu registro musical para a eternidade. Disse o amigo Landinho. O Tangerynus nada de eternidade eu quero viver muitos anos ainda. Encerramos a conversa nos despedimos e nunca mais vi o Landinho.<br>Voltei para São Paulo e soube por intermédio de um amigo que o “Landinho Cortês” faleceu no mês de outubro de 2005, sendo seu corpo transladado para o cemitério de São Caetano do Sul. Enfim soube também que não gravou o Cd que falava com tanta emoção. Disse ele que musico vive de ilusões.</p>



<p>1/1/2011 08:19:21<br>Tangerynus</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cascatinha &#038; Inhana</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/cascatinha-inhana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 01:23:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lembranças]]></category>
		<category><![CDATA[Personalidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>:: Visitando Cascatinha &#38; Inhana : Ipiranga, 1958. Aos doze anos de idade eu trabalhava numa banca de cereais, banca essa instalada no Box 33 do Mercado Municipal do Ipiranga, Rua Silva Bueno, Sacomã. Num certo dia fui levar uma encomenda na Rua Lord Cochrane, Sacomã/Ipiranga. Como estava chovendo, portava eu um guarda chuva que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>:: Visitando Cascatinha &amp; Inhana :</p>



<p>Ipiranga, 1958. Aos doze anos de idade eu trabalhava numa banca de cereais, banca essa instalada no Box 33 do Mercado Municipal do Ipiranga, Rua Silva Bueno, Sacomã. Num certo dia fui levar uma encomenda na Rua Lord Cochrane, Sacomã/Ipiranga. Como estava chovendo, portava eu um guarda chuva que pertencia ao dono da banca de cereais. Saí do mercado com a encomenda e fui andando pela Rua Silva por Bueno alguns quarteirões. Logo estava na referida rua, entrando nesta travessa fui procurando o número da residência, olhei o número anotado no papel outra vez até que encontrei a residência do então cliente.<br>Campainha não tinha, bati palmas e logo avistei o morador que estava lá no fundo do quintal tratando de passarinhos. Ele me conhecia, afinal ele também tinha uma banca de frutas no mesmo mercado, e foi dizendo “vai entrando sem medo, pois aqui não tem cachorro”&#8230; Após cumprimentá-lo fui lhe entregando os devidos pacotes da encomenda, ele em seguida conferiu item por item, tudo certo, de acordo com o seu pedido.<br>Estando tudo certo, iniciamos uma conversa qualquer, e daí me disse que estava preocupado com o seu vizinho que morava ao lado, pois o mesmo estava mal de saúde. Nesta conversa ele me disse que ia guardar a encomenda e já ia visitar o seu amigo. Perguntei-lhe qual era o nome do senhor, era Cascatinha. Perguntei de novo&#8230; Cascatinha da Inhana? Sim respondeu, é ele mesmo. Eu perguntei a ele se podia ir junto. Ele, tudo bem, vamos lá.<br>No caminho fui dizendo ao senhor que eu já os tinha visto por diversas vezes, isto quando eles se apresentaram no Circo Pavilhão Françoise (pronuncia Françoá), circo esse que pertencia à família da dupla Tonico &amp; Tonico, que tinha se instalado na Rua Vemag com Rua Lício de Miranda, Vila Carioca, também os vi andando de mãos dadas pelas ruas do Sacomã, mas vê-los de pertinho e conversar com eles, isso nunca.<br>Entramos pelo portão adentro e fomos caminhando até os fundos do quintal, e lá estava a senhora “Inhana”, que numa gentileza foi dizendo “podem entrar, eu acabei de passar um café no bule, está quentinho, e tem mais, esse café fui eu que torrei no velho moedor”, e foi mostrando o tal moedor.<br>Tomei uma xícara de café, entre um gole e outro fomos conversando. Em seguida fui até o quarto indicado por ela onde estava “Cascatinha”, que estava deitado na cama, mas com boa aparência. Ele não me conhecia, apenas fui lá cumprimentá-lo, pois não queria incomodá-lo, ele apenas falou que logo voltaria a exercer suas atividades artísticas, tinha algumas apresentações a cumprir, e o problema não era grave. Fui me despedindo, desejando que se recuperasse. Ele agradeceu pela visita.<br>Indo para a cozinha, novamente iniciei a conversa com a Inhana, e esqueci de que estava em horário de serviço, lembrei-me disso, e fui me despedindo da Inhana, peguei um guarda chuva e fui de volta para o mercado, preocupado pela demora, sabendo que ia levar uma bronca do patrão. E assim foi. Acabando de chegar ao mercado, o patrão disse-me cobras e lagartos, e o pior de tudo é que eu tinha trocado o guarda chuva novo por um velho. Toca-me voltar à casa da Inhana buscar o guarda chuva certo. Enfim, mesmo com toda bronca achei que valeu a pena, pois conheci pessoalmente a dupla “Cascatinha &amp; Inhana”.</p>
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		<item>
		<title>Falando de carnaval &#8211; Imperador do Ipiranga</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/falando-de-carnaval-imperador-do-ipiranga-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 14:35:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lembranças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Tangerynus Antes de construírem o Parque Anhembi, os desfiles das escolas de sambas eram realizados nas mais importantes avenidas da capital de São Paulo, tais como, a Avenida São João, depois Avenida Tiradentes. Nunca fui muito fã de assistir eventos de grande monta, isto porque passei por maus bocados quando alguns jogadores da seleção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por Tangerynus</p>



<p>Antes de construírem o Parque Anhembi, os desfiles das escolas de sambas eram realizados nas mais importantes avenidas da capital de São Paulo, tais como, a Avenida São João, depois Avenida Tiradentes.</p>



<p>Nunca fui muito fã de assistir eventos de grande monta, isto porque passei por maus bocados quando alguns jogadores da seleção brasileira vieram desfilar em São Paulo após sagrarem-se campeões do mundo em 1962.</p>



<p>Era meu caminho de rotina quando saia do escritório e dei de cara com uma enorme quantidade de pessoas querendo homenagear os atletas. Por uns instantes fiquei na Praça da Sé aguardando a chegada deles, cordão de isolamento nos dois lados, era um empurra, empurra, alguém pisou no pé sem querer de alguém, iniciou um tumulto, socos e pontapés pra todo lado, enfim virei um canudo e escapei de ser linchado.</p>



<p>Em 1954 tiver o grande prazer de assistir as comemorações do IV Centenário, sendo um evento cívico a população é mais precavida, aliás, mais tranquila apesar da aglomeração, e não fiquei sabendo se teve algum problema, qualquer tumulto ou coisa parecida.</p>



<p>Mas falando de carnaval, a convite de uns amigos fomos assistir ao desfile na Avenida São João. Uma enorme arquibancada de madeira foi instalada nesta avenida, como não tinha lugar para sentar, resolvemos andar pela calçada sentido centro-bairro.</p>



<p>Chegamos perto minhocão, local onde alguns carros alegóricos estavam estacionados, aguardando o momento de subir a Avenida São João. Uma escola findava a sua apresentação, em seguida outra já estava preparada para o desfile.</p>



<p>O carro alegórico era empurrado pelos carnavalescos, sentido bairro-cidade, sendo uma subida/ladeira, o pessoal suava a camisa.</p>



<p>Alguém teve a brilhante ideia de criar o Parque Anhembi a situação melhorou para as escolas de sambas e também para quem gosta de assistir festividades do Rei Momo.</p>



<p>Falando de carnaval acabei lembrando da minha prima-irmã Célia Regina, que depois de alguns fui visitá-la na Vila Mariana em 1996. Filha única dos tios Brás e Deolinda Tangerino, nasceu em 7 de setembro de 1958, viveu muitos anos na Vila Carioca. Casou, geraram duas lindas meninas, a Naty e a Bety. Era muito ativa, vivia feliz e gostava muito de desfilar na escola de samba do bairro, que tinha como diretor o Dr. Laerte Torpocov.</p>



<p>Neste dia almoçamos e tivemos uma longa conversa, e num determinado momento ela disse que era muito feliz, acabara de realizar um passeio na Disneylândia &#8211; EUA, queria viver muitos anos, mas quando chegasse a hora de viajar pro céu, gostaria que fosse no dia de carnaval. Não entendi essa afirmação, afinal ela gozava de boa saúde, enfim&#8230;</p>



<p>Recordo que ela desfilava na Soc. Escola de Samba Imperador do Ipiranga, quando ouvia a “bateria” saia deslizando pela Avenida Tiradentes, sentia uma grande emoção, o som da batucada entrava pelo seu corpo, parecia que estava ligada numa tomada de eletricidade.</p>



<p>Resumindo, e assim foi. No dia 20 de fevereiro de 1996 recebo uma ligação telefônica comunicando que ela tinha falecido.</p>



<p>As festividades carnavalescas estão chegando, quem sabe, ela lá no céu já esteja se preparando para o próximo desfile.</p>
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		<item>
		<title>Primeiro terno de calça comprida&#8230;</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/primeiro-terno-de-calca-comprida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 14:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lembranças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Tangerynus Estava frequentando a escola primária localizada na Rua das Municipalidades, e em razão de ter tirado boas notas, o meu tio Valentim Tangerino, presenteou-me, fez um terno preto com calça comprida. O tio Valentim costurava calças para o mais famoso alfaiate do Sacomã, conhecido por “Pedrão Alfaiate”, a sua alfaiataria ficava na Rua [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por Tangerynus</p>



<p>Estava frequentando a escola primária localizada na Rua das Municipalidades, e em razão de ter tirado boas notas, o meu tio Valentim Tangerino, presenteou-me, fez um terno preto com calça comprida. O tio Valentim costurava calças para o mais famoso alfaiate do Sacomã, conhecido por “Pedrão Alfaiate”, a sua alfaiataria ficava na Rua Comandante Taylor bem próximo da Rua do Manifesto.</p>



<p>A estreia, aliás, digo, o primeiro dia que usei o terno preto de calça comprida, ficou na memória, e agora vou contar a história.</p>



<p>Na época eu residia na Rua Albino de Moraes (Vila Carioca-Ipiranga-SP), lá vou descendo a Rua Antônio Frederico, rumo a escola. Me sentia um doutor, apesar de ser uma criança, enfim vestir terno a gente ficava todo garboso.</p>



<p>Resumindo, eram 10hs30, pedi para a professora. Professora preciso ir no banheiro, mas não sei a razão, ela não permitiu. A barriga roncava&#8230; Repeti: Professora preciso ir no banheiro, mas não permitiu. A barriga roncava&#8230;</p>



<p>As 11 horas alguém tocou a campainha, assinalando que era hora de ir pra casa, aula encerrada. A barriga roncava, eu me segurava como podia.</p>



<p>Quando chegava na Rua Aída, já próximo da “Laminação”, me borrei todo, até chegar em casa faltavam 4 quadras, e o jeito foi ir pra casa, andando bem devagar. E ao chegar no portão já fui gozado, riram de mim pelo terno, e pelo odor exalado, e não tinha como negar o fato em si.</p>



<p>Isso aconteceu porque, o amigo do vizinho ao lado de casa chegou de Pernambuco com um caminhão carregado de cocos, daí toda vizinhança ganhou de presente uma boa quantidade, e eu como nunca tinha saboreado esse produto, exagerei na dose, comi demais.</p>
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		<title>Acróstico</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/acrostico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 14:34:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lembranças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Tangerynus&#160;ACRÓSTICOJEAN GABRIEL VILLIN (Amiens – França) 28-5-1906 + 5-10-1979 (Porto Ferreira &#8211; SP)Jean Gabriel VillinExcelente ilustrador das obras literária do seuAmigo José Bento “Monteiro Lobato”, escritor brasileiro.Na verdade Jean foi convidado para trabalhar na Fábrica de Louças.&#160;Gostou de Porto Ferreira, e ganhou notoriedade, sendoAmigos de todos e aqui fincou pé.Boa gente, o tempo passou, [&#8230;]</p>
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Por Tangerynus&nbsp;ACRÓSTICOJEAN GABRIEL VILLIN</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://independenciaoumorte.com.br/images/upload/jean%205.jpg" alt=""/></figure>



<p>(Amiens – França) 28-5-1906 + 5-10-1979 (Porto Ferreira &#8211; SP)Jean Gabriel VillinExcelente ilustrador das obras literária do seuAmigo José Bento “Monteiro Lobato”, escritor brasileiro.Na verdade Jean foi convidado para trabalhar na Fábrica de Louças.&nbsp;Gostou de Porto Ferreira, e ganhou notoriedade, sendoAmigos de todos e aqui fincou pé.Boa gente, o tempo passou, aposentou-seRecebeu o título de “Cidadão Ferreirense”Importante dizer que foi o criador do “Marco Zero”, Foi realizada umaExposição de suas obras no saguão do (Paço Municipal)Lendas brasileiras era a sua especialidade. Jean Gabriel</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://independenciaoumorte.com.br/images/upload/jean%201b.jpg" alt=""/></figure>



<p>Villin aposentou-se em 1964, fixando residência em Porto FerreiraIlustrou a obra de Monteiro Lobato “O Sacy” (1932). Conhecido como o maisLobatiano dos ilustradores por seu trabalho “Sítio do Pica-Pau Amarelo”Lola Carlos Mainardi doou recorte de jornal ao Museu. DoImaginário popular, a figura do Sacy saiu da pena do desenhista, eNas terras brasileiras ele se consagrou eternizando suas obras de arte.&nbsp;Texto extraídoNOTICIAS EM QUADRINHOSMuseu Histórico e Pedagógico “Prof. Flávio da Silva Oliveira”Ao ensejo das comemorações Ao ensejo das comemorações da Semana de MonteiroLobato, realizada na cidade de Taubaté (SP), nos dias 11 a 18 de abril de 1971, organizadapelo nosso amigo Newton Nebel Santos, publicamos, abaixo, o artigo escrito por JeanGabriel Villin, autor de inúmeros desenhos dos livros do escritor ora homenageado. Villin,amigo de Lobato, vivendo ainda gloriosamente numa cidade do interior paulista, escreveu aspalavras abaixo especialmente para esta seção, a pedido de Newton Nebel. Emociona-nossaber que Villin ainda vive que tem 13 netos e adotou o nosso País com sua segunda pátria.Eu e Monteiro Lobato</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://independenciaoumorte.com.br/images/upload/3%20jgv-001b.jpg" alt=""/></figure>



<p>Comecei a ilustrar alguns livros de monteiro lobato lá pelos anos de 1929-1930, se amemória não me falha. Monteiro Lobato estava em Nova Iorque, e J. U. Campos também(estudando desenho). O ilustre escritor gostou do brasileirismo de minhas ilustrações. Tivediversos contatos com Monteiro Lobato; a primeira vez em sua residência na Aclimação, afim de combinar as ilustrações de seu livro “Reinações de Narizinho”, se não me engano. Elepossuía uma grande sensibilidade artística e, embora deixasse o ilustrador à vontade, sabiaperfeitamente o que convinha para seus livros. Após diversos contatos puramenteprofissionais, vi Monteiro Lobato pela última vez quando, saindo da prisão, ele me procurouem minha residência a fim de saber o endereço de um amigo comum: Leo Vaza meu vizinho.A prisão era devido a polemica que manteve com sua verve e mordacidade costumeira arespeito do petróleo brasileiro.Depois ele entrou na política de onde sairia rapidamente para logo morrer em seguida.Entrei para a publicidade definitivamente, pois a ilustração até hoje não écompensadora.Agora, aposentado definitivamente, só pinto e desenho por prazer ou por servir aosoutros.Talvez existam algumas ilustrações minhas na Companhia Editora Nacional: elaspertencem ao Presidente da Cia., Octales Marcondes. Não possuo nenhuma.Sinceramente, minha produção artística não me envaidece; é uma modesta maishonesta contribuição ao meu País de adotação. Tenho mais orgulho dos meus 13 netos enetas que, com certeza, saberão contribuir como honestos brasileiros para o progresso doBrasil.Aqui, em Porto Ferreira, estou às ordens, na terra onde Thales escreveu seu livroSaudades, no meio das flores e dos beija-flores. “Há sempre uma cama limpa e um pratocheio.”As três fotografias (réplicas) das obras do ilustre francês &#8211; ferreirense Jean Gabriel Villinrecebi do ilustre cidadão francês Sr. Charles Bailarat, que é parente da família, por e-mail.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://independenciaoumorte.com.br/images/upload/jean%20na%20ilha%20dos%20patos.jpg" alt=""/></figure>
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		<title>Eu não sou &#8220;boy&#8221;, sou motorista da Gurgel</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/eu-nao-sou-boy-sou-motorista-da-gurgel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 14:33:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lembranças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Tangerynus Em 1972 recebia eu da Auto Escola a então sonhada C.N.H. – Carteira Nacional de Habilitação, apesar de que já tinha certa experiência em dirigir veículos antigos, tais como Gordini, Dalphine, DKW e o famoso Chevrolet 51, vivia praticando balizas nos campos de futebol varzeano existentes pelo bairro. Com a carta novinha em [&#8230;]</p>
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<p>Por Tangerynus</p>



<p>Em 1972 recebia eu da Auto Escola a então sonhada C.N.H. – Carteira Nacional de Habilitação, apesar de que já tinha certa experiência em dirigir veículos antigos, tais como Gordini, Dalphine, DKW e o famoso Chevrolet 51, vivia praticando balizas nos campos de futebol varzeano existentes pelo bairro.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://independenciaoumorte.com.br/images/upload/gurgel.jpg" alt=""/></figure>



<p>Com a carta novinha em folha, peguei emprestado do meu primo o Chevrolet 51, de cor preta, fizemos uma vaquinha entre os 6 colegas e lá fomos nós para a represa Billings, região de Diadema.</p>



<p>Pilotando o velho carrão, me sentia como se fosse o político famoso da época dos anos de 1950, o senhor Adhemar de Barros, que foi prefeito e governador do estado de São Paulo.</p>



<p>O então candidato Adhemar esteve fazendo um comício na Avenida Carioca bem em frente do “Bar do Spolon”, após encerrar o comício sua caravana seguiu pela Rua Lício de Miranda, muitas pessoas acompanharam correndo do lado e atrás, enfim, próximo do veículo, com o objetivo de cumprimentá-lo, consegui o meu intento.</p>



<p>O veículo que transportava o político famoso era um Chevrolet 51, de cor preta, uma coisa puxa outra&#8230; Mas eu quero falar é outra coisa, falar de profissões.</p>



<p>Após encerrar o curso de compositor manual no Senai &#8211; Artes Gráficas (Theobaldo de Nigris &#8211; Cambuci), meu pai me questionou dizendo: eu sei que você gosta de trabalhar no ramo gráfico, mas aproveita a sua juventude e aprende outra profissão. Enfim, acatei tal sugestão, naquele momento optei lhe dizendo: vou trabalhar de motorista, pois assim vou conhecer o Brasil inteiro.</p>



<p>Na época trabalhava numa editora de revista, livros e afins, até que ganhava razoavelmente, mas queria ganhar mais e como não fui atendido, pedi a conta, mesmo gostando do que fazia.</p>



<p>Meses depois de sair da editora consegui um emprego de motorista na Gurgel Veículos Ltda., Avenida do Cursino – Jardim da Saúde. Exercendo a nova profissão, me sentia livre, rodava ora com uma Kombi tipo caminhonete, ora com um Buggy, aí me sentia um boy. Rodava pela capital de São Paulo, de norte a sul, de leste a oeste, isto de segunda a sexta-feira, coletando peças automotivas, de vez em quando viajava pra Rio Claro &#8211; SP.</p>



<p>Os amigos me viam com o Buggy e também diziam que eu era boy, talvez porque antes de entrar na referida empresa eu tinha um Aero Willys já bem velhinho. Quem sabe se compara ser boy com os atuais mauricinhos?</p>



<p>Em 1975, a montadora Gurgel Veículos Ltda. se destacava no mercado nacional e também no internacional, na produção de veículos opcionais, sendo que muitos veículos, jipinhos tipo militar foram exportados para alguns países da África.</p>



<p>Novo projeto de veículo a ser construído, fui designado para ir até a “Trorion” retirar 15 ou 20 quilos de espuma rígida para modelar um protótipo. Adentrei nas dependências da referida empresa, fui atendido rapidamente e em seguida tive que ajeitar o produto em cima do teto, amarrei com uma corda, assim feito, rumei para Avenida do Cursino.</p>



<p>Isso foi no mês de dezembro de 1975, mais ou menos às 16 horas, garoava muito na região e ao passar em frente do cemitério de Piraporinha &#8211; São Bernardo do Campo -, no cruzamento, acabei colidindo com um ônibus de passageiros, ônibus de transporte urbano.</p>



<p>Na sequência da colisão, o ônibus bateu num poste de iluminação pública e quase que entrou em um bar que ficava na esquina, daí, em razão de ter um transformador no poste de alta-tensão, acho que de 6.000 volts (?) se iniciou uma sequência de explosões multicoloridas, todo bairro ficou sem energia elétrica, foi um Deus nos acuda. No momento da colisão fiquei atordoado, perdi os sentidos, achei que tinha ido pro além, segundos depois, estava tendo um acesso de riso. Não sei dizer porque aconteceu esse acesso de riso, talvez em razão de estar vivinho da silva, como diz um ditado popular. Bati de frente na roda dianteira (lado esquerdo) e quando abri os olhos estava dentro do Buggy, na roda traseira, devo ter rodopiado com o veículo no paralelepípedo molhado.</p>



<p>Aglomeração de pessoas próxima ao acidente, alguém chamou a polícia e logo chegou uma viatura-fusca com dois soldados da Força Pública, atual PM, para fazer o B.O.</p>



<p>Nesse ínterim o guarda do cemitério se prontificou dizendo que podia deixar o Buggy estacionado em frente que ele tomava conta, mas falando no meu ouvido: você me paga 50 paus&#8230; Tudo bem. O guarda do cemitério também achava que eu era boy por estar pilotando o Buggy da Gurgel.</p>



<p>Já eram 23 horas e lá vamos nós na viatura-fusquinha para o 1º DP de São Bernardo do Campo. O motorista do ônibus do lado esquerdo e eu do lado direito, uns quarteirões à frente, o motorista de ônibus pegou no sono, eu permaneci acordado de Piraporinha até o 1º DP, a curiosidade é que os soldados entoavam uma música, até que parecia uma boa dupla sertaneja, eles iam cantando: Índia, teus cabelos&#8230;</p>



<p>Chegando no DP, um dos soldados com a prancheta na mão pergunta para o parceiro, como devo escrever? Colidiu ou colidiram-se? Enfim, ambos tinham dúvidas sobre como elaborar o B.O., percebi pelo rubor de suas faces que eles tinham cometido uma gafe. Quando ouvi tal pergunta, ironizei sem querer querendo, e disse: “a língua portuguesa já foi usada como código de guerra, qualquer deslize ninguém vai se importar com isso”.</p>



<p>O soldado não gostou da ironia e me lascou na cara dizendo. O seu (meu) endereço é frio, não existe, você é um boy. Respondi calmamente que não era boy, era motorista da Gurgel. Nisso entra no diálogo um agente civil (investigador): existe sim, eu sou vizinho do rapaz. Os praças ficaram mais perdidos que “cego em tiroteio”. Fui chegar em casa à 1 hora da madrugada.</p>



<p>No outro dia fui retirar o Buggy que deixei estacionado em frente ao cemitério, quem estava no posto era outra pessoa, daí, logo deduzi, levaram tudo o que podiam do veículo&#8230; Assim se confirmou, quando abri a porta do Buggy: levaram o estepe, macaco, triângulo e outras ferramentas. Voltei com o veículo com a frente do capô arrebentada, roda meio torta, mal deu pra chegar à empresa.</p>



<p>Meses depois vi um funcionário pilotando o protótipo, achei estranho, motor sem ruído, escapamento sem fumaça, era um veículo movido a bateria.</p>



<p>“Os Buggies montados pela Gurgel Veículos Ltda. tinham tudo pra dar certo, mas fazer o que? Era um produto brasileiro, quem sabe alguém boicotou o projeto”.</p>



<p>*Buggy: utilitário montado sobre plataforma do sedan, Volkswagen, de motor traseiro e encarroçado em F.R.P. – Fiberglass Reinforced Plastic.</p>
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		<title>Fotos dos ancestrais paternos e maternos</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/fotos-dos-ancestrais-paternos-e-maternos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 14:33:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lembranças]]></category>
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		<item>
		<title>“CABEÇADA DE BODE NO TRASEIRO”</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/cabecada-de-bode-no-traseiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 14:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lembranças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>COISAS DE CRIANÇA Por: Tangerynus O meu avô materno J. P. Tangerino (Zeca Bem), morava no bairro de Vila Carioca, e de vez em quando gostava da andar uma longa caminhada, vinha nos visitar, Jardim Botucatu. Saia a pé da Rua Albino de Moraes, entrava na Rua Lício de Miranda, depois Avenida Carioca, bebia um [&#8230;]</p>
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<p>COISAS DE CRIANÇA</p>



<p>Por: Tangerynus</p>



<p>O meu avô materno J. P. Tangerino (Zeca Bem), morava no bairro de Vila Carioca, e de vez em quando gostava da andar uma longa caminhada, vinha nos visitar, Jardim Botucatu.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://independenciaoumorte.com.br/images/upload/zeca%20bem%20e%20a%20cadeira%20vazia.jpg" alt=""/></figure>



<p>Saia a pé da Rua Albino de Moraes, entrava na Rua Lício de Miranda, depois Avenida Carioca, bebia um gole d’água na biquinha que existia, em frente da extinta biquinha d’água, temos hoje a sede da Escola de Samba Imperador do Ipiranga.</p>



<p>Subindo a Avenida Carioca, ladeira, logo chegava no Bairro Heliópolis, que na época tinha poucas residências, mas repletos de campos de futebol varzeano, e também um espaço para a colônia japonesa praticar o seu esporte favorito, conhecido por “basebol”.</p>



<p>Em volta deste campo de basebol era uma mata que ia até a divisa de São Caetano do Sul, Rio dos Meninos, e por várias vezes eu e a garota achávamos umas bolas de basebol no meio dos pés de mamonas. Nunca imaginaríamos que toda essa gleba de terra se transformaria numa das maiores favelas da capital de São Paulo.</p>



<p>Chegando nas Estradas das Lágrimas, entrava na Igreja Santa Edwiges, rezava um pouco, depois continuava sua caminhada, também descansava um pouco, enfim ele já fazia parte dos “jovens de ontem”, dizia ele: “vou apeando por aqui, cá e acolá, e devagar eu chego lá”.</p>



<p>No meio do caminho passava na casa da tia Ana, batia um bom papo com o tio Cláudio Lazarini e filhos, um cafezinho, e lá vai ele subindo a ladeira até chegar na Via Anchieta. Seguia em frente, passava em frente da delegacia de polícia 26ª- Sacomã.</p>



<p>Meia hora depois, ufa!!! Chegava ele em nossa casa. Cumprimentava a nossa mãe dona Maria, aliás, todos nós netos e bisnetos, e começava o bate papo, sempre lembrando de Porto Ferreira e Descalvado, lugares onde viveu até 1952.</p>



<p>Quem estava em casa passeando era o menino Rubens Roberto, filho do mano Rubens. Roberto um garoto sapeca. Meu avô agachou para pegar qualquer coisa que estava no chão, daí o Roberto sem nenhuma explicação embala uma carreira e dá uma cabeçada no traseiro dele, do meu avô, foi uma cabeçada de bode.</p>



<p>Meu avô empacotou, caiu de cara no chão, e o interessante que não reagiu a tal cabeçada, só disse uma coisa: “Roberto porque você fez isso?” mas, em seguida caiu numa gargalhada, e relatou que tinha feito isso muitos anos atrás com o seu pai Manoel Pereira Tangerino. Agora estaria recebendo o troco, enfim isso são coisas de criança mesmo.</p>
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		<title>Se não beber vai levar bala &#8211; Vila Carioca, década dos anos de 1950</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/se-nao-beber-vai-levar-bala-vila-carioca-decada-dos-anos-de-1950/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 14:31:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lembranças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Tangerynus Numa tardinha qualquer, década dos anos de 1950, dois amigos adentraram num pequeno estabelecimento comercial, secos e molhados, mais conhecido por “Bar do Seu Arlindo”, localizado na confluência de duas ruas, Rua Albino de Moraes com a Rua Abatixi. Na verdade o estabelecimento era um misto de bar com mercearia, que muitas pessoas [&#8230;]</p>
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<p>Por: Tangerynus</p>



<p>Numa tardinha qualquer, década dos anos de 1950, dois amigos adentraram num pequeno estabelecimento comercial, secos e molhados, mais conhecido por “Bar do Seu Arlindo”, localizado na confluência de duas ruas, Rua Albino de Moraes com a Rua Abatixi.</p>



<p>Na verdade o estabelecimento era um misto de bar com mercearia, que muitas pessoas compravam fiado, tudo anotado na famosa “caderneta”. A novidade é que ele também comprou uma TV, daí a garotada também frequentava, para assistir desenhos animados, filmes de bang-bang, e nos domingos era o dia tradicional, assistir partidas de futebol. Na época poucas pessoas do bairro possuíam televisão, e outros bares também usavam esse artifício para conseguirem mais fregueses.</p>



<p>Tínhamos no bairro de Vila Carioca, vários bares que tinham tevês, tais como: Bar do Spolon (Av. Carioca/R. Lício de Miranda); Bar do Zeca (R. Álvaro do Vale); Bar do Quincas (R. Lício de Miranda-R. Albino de Moraes); Bar do Américo (Av. Carioca-R. Abatixi) e Bar do Barriguinha (R. Lício de Miranda/R. Colorado), Barriguinha era pai do professor Maercio Romanholi.</p>



<p>Lembrando a história dos dois amigos, aconteceu que eles, chegaram à tardinha, que foram ingerindo bebidas alcoólicas sem parar, no início da bebeção, eles convidavam amigavelmente todos aqueles que entravam no estabelecimento para beber, falavam se não beber vão levar bala, depois disso a coisa mudou.</p>



<p>Não sei o porquê, um deles sacou um revólver 38, e começou dar tiros a esmo pra rua, e tiros pipocavam nos ares da vila, que confundiam com fogos de artifícios, aquelas bombinhas tradicionais da época.</p>



<p>Dentro do estabelecimento quase não tinha espaço, mesmo com o camarada dando tiro a esmo. Alguém comentou bem baixinho no meu ouvido. “Logo acaba as balas que estão no tambor, à gente pega esses dois malucos”.</p>



<p>E assim se procedeu, acabaram as balas do revolver, pegaram o indivíduo pelo pescoço, levaram para o meio da rua e começou a pancadaria, que virou um linchamento, eu estava dentro do bar, dei no pé.</p>



<p>A noite se fazia presente, Rua Albino de Moraes sem iluminação, o outro que não possuía arma levou uns cascudos, meio embriagado foi adentrando num terreno vazio, e se escondeu debaixo de uma velha carroceria de caminhão, e gritava de dores.</p>



<p>O valentão que estava armado acabou morrendo ali bem na esquina, Rua Albino de Moraes/Rua Abatixi, no chão-batido, terra preta, e ao seu lado um cachorro vira-lata.</p>



<p>Logo chegou a “baratinha da polícia”, um fusquinha preto e branco, e os policiais foram buscar o que estava debaixo da carroceria, e lhe perguntaram, qual era sua profissão: “trabalho num depósito de ferro-velho, na Estrada das Lágrimas”, pertinho da igreja Santa Edwiges, essa resposta foi motivo de muita gargalhada das pessoas que ali estavam, diziam serem investigadores de polícia.</p>



<p>E assim terminou mais um linchamento no bairro de Vila Carioca, anos depois em tempos de carnaval, aconteceu mais um em frente da sede do Bandeirantes Futebol Clube, Rua Albino de Moraes com a Rua Antônio Frederico.</p>
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		<title>Alo, Café Jambo às suas ordens!</title>
		<link>https://www.independenciaoumorte.com.br/alo-cafe-jambo-as-suas-ordens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADMINISTRADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 14:31:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lembranças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por: TangerynusAdemir – dona Salime – Tangerynus &#160;Recebi esta fotografia pelas mãos de minha genitora, já com os suas 91ª primaveras nojardim da vida, que me fez voltar a 1953, quando conhecemos o Sr. Antônio Meireles eDona Salime Meireles, sócios &#8211; proprietários da Torrefação e Moagem “Café Jambo”,empresa estabelecida na Rua Silva Bueno, 2258, Sacomã [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>

Por: TangerynusAdemir – dona Salime – Tangerynus</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://independenciaoumorte.com.br/images/upload/salime.jpg" alt=""/></figure>



<p>&nbsp;Recebi esta fotografia pelas mãos de minha genitora, já com os suas 91ª primaveras nojardim da vida, que me fez voltar a 1953, quando conhecemos o Sr. Antônio Meireles eDona Salime Meireles, sócios &#8211; proprietários da Torrefação e Moagem “Café Jambo”,empresa estabelecida na Rua Silva Bueno, 2258, Sacomã &#8211; Ipiranga-SP, recordo que onúmero do telefone era 633841.Dona Salime e seu filho Rachid também viviam produzindo os famosos tamancos demadeira, e eu colocava café em grãos num recipiente para moer, e ia pesando pacotes de ¼- meio quilo e um quilo, que ficavam exposto em cima do balcão para ser vendidos aosconsumidores.Minha mãe foi trabalhar nesta empresa e eu também consegui um empreguinho. Entravacedo, ia até a hora do almoço, ia pra escola “Visconde de Itaúna”, fim de aula retornava e iaaté às 17:30Hs.Foi nesta empresa que conheci também o telefone, até então não conhecia. Não tinhaninguém, aliás estavam ausentes a dona Salime e o filho Rachid, num certo momento otelefone tocou, fui atender, fiquei perdido, mas peguei o aparelho botei no ouvido e disse:“Alô, Café Jambo às suas ordens&#8230;”.&nbsp;A Dona Salime era de origem síria &#8211; libanesa, tinha um coração sem tamanho, isto por suabondade, foi madrinha de batismo do meu irmão Antônio, e em 1981, 28 anos depois foimadrinha de casamento também do mano Antônio.Ela expressava uma frase costumeiramente que nunca esqueci: “Eu ajudo a colocar o fardonas suas costas, carregar jamais&#8230;”Recordo que ao lado direito da torrefação tinha um grande terreno baldio, onde circos eparques se instalavam por uns tempos, grande paixão da gurizada. Tinha um corredor aolado que dava acesso a uma gráfica, empresa que fornecia todo tipos de notas fiscais,séries: A-1: B-1; C-1; D-1; a Torrefação e Moagem Café Jambo. No sentido cidade/bairroindo pela Rua Silva Bueno tínhamos a padaria do português por nome de Sr. Laranjeira, naRua do Grito entre Rua Silva Bueno e Rua Lino Coutinho tínhamos uma empresa queproduzia produtos de limpeza, quando passava por lá sentíamos um odor de cloro, produtopara fabricação de água sanitária, parece que o nome desse produto era “cândida”, um dosfilhos do proprietário era meu colega de classe no “Visconde de Itaúna”.Os bondes abertos e os camarões passavam pra cima e pra baixo, queda de energia narede, a Rua Silva Bueno virava estacionamento de bondes, de ambos os lados.Sem mais delongas, presto aqui minhas sinceras homenagens a ela e toda a sua família, eonde estiver que Deus abençoe.

</p>
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