Atlântida - O Continente Perdido
A Tradição Antiga nos diz que, situada no Oceano Atlântico, exatamente entre o Continente Africano e as Américas, existiu um dia uma grande massa de terra que foi um dia tragada pelo mar em fúria. Deve-se ao grande filósofo PLATÃO a disseminação velada dessa que se torna, a cada dia que passa, uma certeza cada vez mais aceita.
O filósofo relata nas suas obras, TIMEU e CRÍTIAS, a narrativa de tal conhecimento a SOLON por parte de um sacerdote egípcio.
Em 590 antes da era cristã, o legislador SOLON ouviu de um sacerdote egípcio a história do desaparecimento de Atlântida. Como não pode divulga-la na Grécia, por problemas políticos, confiou-a ao bisavô de Platão, que transmitiu o relato de geração em geração.
O sacerdote relatou que situada no oceano havia uma ilha diante das Colunas de Hércules, maior do que a Líbia e a Ásia juntas, da qual poder-se-ia passar para outras ilhas. Nesta ilha, a ATLÂNTIDA, reis muito poderosos eram detentores do integral domínio sobre outras terras e povos então existentes, desde o Egito até a região que seria a atual Europa.
Após uma longa descrição de outras maravilhas, o ancião egípcio relatou como a infeliz raça atlante que outrora fora boa e construtiva perdera a sua porção divina devido a freqüentes com os mortais, predominando por conseguinte o caráter humano, desta forma sendo infectada pelas cobiças e também pelo desejo de dominar.
Extraído do livro “Nas Fronteiras do Desconhecido” de Sérgio O Russo - Ediouro
Fonte: abbra