Insegurança também ronda as imediações da rua Bom Pastor, entre a Leais Paulistano e a Tabor. Ali, comerciantes tem sido alvo de pequenos furtos. Segundo testemunha, “um rapaz, uma moça e três crianças tem agido na região. Eles usam os menores para distrair as pessoas e roubar o caixa”. Um salão de beleza e uma loja de doces já teriam sido alvo desta gangue. Um transeunte também testemunhou no farol vizinho uma tentativa de assalto. Segundo ele, um rapaz com uma vela enrolada em um pano tentou quebrar o vidro do carro de uma mulher que parou no farol. “O incidente só não se concretizou porque o rapaz deixou a vela cair no chão e a mulher avançou o farol vermelho,” afirma a testemunha.
O tenente Negredo, da Polícia Militar, afirmou que irá investigar. Ele informou que na semana passada foi preso um grupo na avenida das Juntas Provisória que tinha o mesmo modus operandi. Acredita que pode haver relação entre eles e o grande desafio, em sua opinião, “é estar atento e contar com denúncias porque a criminalidade é móvel”.
O crescimento do bairro e o consequente aumento da circulação de veículos também tem deixado a população descontente em relação às ações da Companhia de Engenharia de Tráfego. Segundo várias reclamações, faltam faróis em cruzamentos alvo de acidentes freqüentes e falta sinalização vertical e horizontal. “O visitante do bairro que tenta chegar ao Museu do Ipiranga pela avenida D. Pedro fica confuso com a falta de sinalização, sem contar os blocos de concreto que há anos obstruem a Praça do Monumento”, reclama o advogado Eduardo Augusto Pinto.
Compareceram à reunião deste mês o delegado da 17 ª Delegacia de Polícia, Ricardo Stanev, e representantes da Subprefeitura do Ipiranga, da Guarda Civil Metropolitana e da CET.
As reuniões estão previstas para acontecer sempre na última terça-feira do mês. A próxima acontece no dia 25 de outubro, na rua Benjamin Jafet, 95.


